Pedofilia: La ONU podría reconocer derechos sexuales para niños de diez años

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Por Timothy Herrmann
NUEVA YORK, 30 de marzo (C-FAM) La Comisión de Población y Desarrollo de las Naciones Unidas está considerando «la salud y los derechos sexuales y reproductivos» para los niños de sólo diez años.Hasta el secretario general Ban Ki-Moon está de acuerdo con esto. En una declaración publicada recientemente dijo: «Los jóvenes, al igual que todas las personas, participan del derecho humano a la salud, que incluye la salud sexual y reproductiva».En la actualidad, el derecho internacional no reconoce un «derecho» a la salud sexual y reproductiva, y, ciertamente, no lo contempla en el caso de menores. Pero tan sólo el año pasado, el Relator Especial de la ONU para la Salud, Anand Grover, desató una significativa polémica cuando afirmó que existe un «derecho» a la salud sexual y reproductiva y, además, intentó definir ese derecho incluyendo en él el acceso al aborto, a la anticoncepción y a la educación sexual.La relación de este derecho con la juventud que estableció el Secretario General y la Comisión de Población y Desarrollo (CPD), especialmente con los niños, es más controvertida puesto que podría definirse que el derecho en cuestión incluye el acceso al aborto y a la anticoncepción.   

Organizaciones como la Federación Internacional de Planificación de la Familia (International Planned ParenthoodIPPF) e Ipas, defensoras acérrimas de los derechos sexuales y reproductivos de los menores a nivel internacional y en las Naciones Unidas, ya han emitido informes oficiales para la oficina de la conferencia que apoyan el lenguaje de los derechos que incluye la anticoncepción y el aborto. También están usando la reunión como una oportunidad para atacar la participación de los padres en la

Ban Ki-moon

Ban Ki-moon (Photo credit: Wikipedia)

de sus hijos.

Para organizaciones como la IPPF, los padres son el mayor obstáculo para que los menores accedan a servicios como el aborto y la anticoncepción, y esperan conseguir en la conferencia un lenguaje que margine su función.

En su declaración oficial, la IPPF  afirma: «las leyes que restringen el acceso de los jóvenes a los servicios de salud sexual y reproductiva, que incluyen las leyes de consentimiento conyugal o de los padres» deben ser eliminadas o debe evitarse que se implementen. Ipas va aún más lejos  y argumenta que los jóvenes deberían ser considerados actores independientes, libres de cualquier obstáculo que ignore su propia «capacidad para tomar decisiones informadas». Su principal objetivo en esta conferencia será marginar la participación de los padres y alentar a los países que apoyan su postura para que ejerzan mayor presión que favorezca la clase de lenguaje que el Secretario General ha estado ya proponiendo.

Dado que el documento que se negociará en la conferencia insta a los «gobiernos… a prestar total atención a la satisfacción de las necesidades de salud reproductiva, de servicios y educativas de los jóvenes con absoluto respeto de su privacidad y confidencialidad», parece que sus esfuerzos pueden ya contar con una ventaja.

Los miembros de la Comisión han empezado a negociar el documento y la sesión final de negociaciones tendrá lugar en abril. Ciertamente estará entre las más controvertidas en años.

Traducido por Luciana María Palazzo de Castellano

Fonte:  http://www.c-fam.org/fridayfax/espanol/9314/la-onu-podr%C3%ADa-reconocer-derechos-sexuales-para-ni%C3%B1os-de-diez-a%C3%B1os.html
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Redução drástica de carga horária de professor autoriza rescisão indireta

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Assim como o empregador pode aplicar a justa causa ao empregado que pratica uma falta grave, o empregado também pode tomar iniciativa de rescindir o contrato de trabalho, por ato faltoso do empregador. É a chamada rescisão indireta, também conhecida por justa causa do empregador, disciplinada no artigo 483 da CLT.

Uma professora procurou a Justiça do Trabalho, dizendo que foi admitida por uma instituição de ensino em 1993, como professora de níveis fundamental e médio. Segundo relatou, a partir de 2007, passou a sofrer drásticas reduções de carga horária e, consequentemente, de salário. A redução foi tamanha que das 24 horas/aula que ministrava por semana, acabou ficando apenas com cinco. Por isso, pediu a declaração da rescisão indireta do contrato de trabalho.

O juiz sentenciante, João Lúcio da Silva, titular da 3ª Vara do Trabalho de Montes Claros, deu razão à trabalhadora. No seu entender, a conduta patronal é grave o suficiente para caracterizar a infração contratual prevista no artigo 483, alínea “d”, da CLT. O dispositivo, que inclui o descumprimento das obrigações do contrato como motivo de rescisão indireta, foi interpretado de forma ampla pelo julgador. Segundo esclareceu, esse descumprimento pode ocorrer de várias formas, que não se esgotam em uma simples exemplificação. “Daí a sábia opção do legislador em consagrar uma fórmula concisa e abrangente: não cumprir o empregador as obrigações do contrato”, ponderou na sentença.

O magistrado considerou a alteração ilícita do contrato como ato gravoso à trabalhadora. Ele rejeitou o argumento da defesa de que a professora teria abandonado o emprego. Na sua avaliação, ela não poderia mesmo aceitar a redução salarial promovida pela empregadora.

Por isso tudo, o magistrado declarou a rescisão indireta do contrato de trabalho e concedeu à trabalhadora as parcelas devidas nessa forma de desligamento (como se a dispensa fosse sem justa causa), além de guias e determinação de baixa na carteira de trabalho. Houve recurso, mas o TRT de Minas manteve a rescisão indireta.

( 0001212-54.2010.5.03.0145 RO )

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Carência não pode ser invocada para eximir seguradora do tratamento de doença grave

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Não é possível à seguradora invocar prazo de carência contratual para restringir o custeio de procedimentos de emergência, relativos a tratamento de tumor cerebral que acomete o beneficiário do seguro. O entendimento é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao acolher o recurso de um segurado, representado por sua mãe, contra a Sul América Companhia de Seguro Saúde.

Trata-se de ação baseada em contrato de seguro de assistência à saúde, em que a Sul América foi condenada, em primeira instância, a custear todos os procedimentos quimioterápicos, cirúrgicos, hospitalares e correlatos, relativos a menor com tumor diagnosticado no cérebro, até a cessação e extirpação da moléstia.

A seguradora havia se negado a pagar os procedimentos, ao argumento de que o menor consta no grupo de carência 2 do contrato, estando submetido ao prazo de carência de 180 dias a partir da adesão ao seguro. O menor entrou como dependente do seu pai em 25 de setembro de 2002 e o diagnóstico do tumor foi dado em 10 de janeiro de 2003. A cirurgia emergencial, custeada pelos seus pais, foi feita em 21 de janeiro de 2003.

O Tribunal de Justiça de São Paulo, ao julgar a apelação da seguradora, considerou válida a cláusula que estabeleceu prazo de carência, mesmo porque estava de acordo com os limites impostos na legislação específica. “Ademais, no momento da contratação, foi dada ciência ao representante legal do menor da mencionada cláusula restritiva”, afirmou a decisão.

Entretanto, o tribunal estadual entendeu que a seguradora tinha obrigação de arcar com as despesas de internação nas primeiras 12 horas de atendimento, incluindo todos os exames solicitados antes da cirurgia, mesmo porque não havia motivos para a negativa, uma vez que foram solicitados assim que ocorreu a internação do menor.

Cláusulas – abusivas

A defesa do menor recorreu ao STJ alegando que, ao contrário do entendimento do TJSP, o artigo 35-C da Lei 9.656/98 não limita o custeio dos procedimentos de urgência ou emergência às primeiras 12 horas de internação.

Sustentou que o titular do seguro aderiu a plano hospitalar e que Resolução 13 do Conselho de Saúde Complementar estabelece que, nos contratos de plano hospitalar, deve haver cobertura aos atendimentos de urgência e emergência que evoluírem para internação, desde a admissão do paciente até a sua alta.

A defesa expôs, ainda, que o contrato de adesão tem cláusulas abusivas, limitativas do direito do consumidor.

Em seu voto, o relator do recurso, ministro Luis Felipe Salomão, ressaltou que é possível a estipulação contratual de prazo de carência, conforme o artigo 12 da Lei 9.656. Entretanto, o ministro lembrou que o inciso V da mesma lei estabelece o prazo máximo de 24 horas para cobertura dos casos de urgência e emergência.

Segundo Salomão, os contratos de seguro e assistência à saúde são pactos de cooperação e solidariedade, cativos e de longa duração, regidos pelo princípio da boa-fé objetiva e pela função social, com o objetivo principal de assegurar ao consumidor tratamento e segurança.

“O Código de Defesa do Consumidor prevê a necessidade da adequação dos produtos e serviços à legítima expectativa que o consumidor tem de, em caso de pactuação de contrato oneroso de seguro de saúde, não ficar desamparado, no que tange a procedimento médico premente e essencial à preservação de sua vida”, afirmou Salomão. Assim, acompanhando o voto do relator, a Quarta Turma restabeleceu a sentença em todos os seus aspectos.

REsp 962980

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Shock: requiring death before organ donation is unnecessary, say experts

Choque: exigir morte antes da doação de órgãos é desnecessário, dizem especialistas

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Comentário: no Brasil, a mentira de que o “doador de órgãos” está morto ‘SEGURAMENTE” é patrocinada pelos Governos, pela MÍDIA, pela Magistratura (com suas campanhas) e pelo Ministério Público Federal (que conhece oficialmente muito bem este assunto e já foi interpelado judicialmente em função disto, no ano de 2000), enquanto no exterior os próprios transplantadores, e antes os anestesistas desde 2000, manifestam-se no sentido de que deve haver ANESTESIA GERAL para os doadores “mortos” para fins de retirada de órgãos vitais únicos.  Que “morte” é essa mesmo?  No protocolo da morte encefálica existe um teste “declaratório” que MATA o paciente (teste da apnéia) e, neste País, as declarações de morte não são iguais entre pobres e não pobres, pois para aqueles primeiros segue-se o protocolo de morte encefálica (Resolução CFM 1.480/97) com o letal teste da apnéia (desligamento do respirador POR 10 MINUTOS) e depois exames confirmatórios, ENQUANTO, para quem pode escolher seu hospital, o dito protocolo é desconsiderado e os exames confirmatórios são feitos ANTES do teste da apnéia. Esta inversão do protocolo significa intencionalmente EXAURIR ou NÃO os recursos médicos para salvar a vida do paciente traumatizado encefálico severo, antes de entregá-lo para o açougue transplantador.

O teste da apnéia MATA  o potencial doador e,  isto, foi ADMITIDO em PÚBLICO por membro da Câmara Técnica Brasileira da Morte Encefálica, confira no endereço: https://biodireitomedicina.wordpress.com/morte-encefalica-a-verdade-sobre-o-teste-da-apneia-na-declaracao-de-morte-no-brasil/

O Ministério Público Federal disto é sabedor via Interpelação Judicial, desde o ano de 2000.

Quanto a prática de dois diferentes procedimentos declaratórios de morte, com inversão do protocolo de morte, ela é PÚBLICA desde 05 de outubro de 2003, confira no endereço: https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/10/02/cfm-sera-obrigado-a-explicar-morte-cerebral-folha-de-sao-paulo/

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

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by Kathleen Gilbert
Thu Nov 03, 2011 17:03 EST

TORONTO, November 1, 2011 (LifeSiteNews.com) – Because organ donors are often alive when their organs are harvested, the medical community should not require donors to be declared dead, but instead adopt more “honest” moral criteria that allow the harvesting of organs from “dying” or “severely injured” patients, with proper consent, three leading experts have argued.

This approach, they say, would avoid the “pseudo-objective” claim that a donor is “really dead,” which is often based upon purely ideological definitions of death designed to expand the organ donor pool, and would allow organ harvesters to be more honest with the public, as well as ensure that donors don’t feel pain during the harvesting process.

Should organ donors be dead before organs are harvested? According to three experts, no.

The chilling comments were offered by Dr. Neil Lazar, director of the medical-surgical intensive care unit at Toronto General Hospital, Dr. Maxwell J. Smith of the University of Toronto, and David Rodriguez-Arias of Universidad del Pais Vasco in Spain, at a U.S. bioethics conference in October and published in a recent paper in the American Journal of Bioethics.

The authors state frankly that under current practices donors may be technically still alive when organs are harvested – a necessary condition to produce healthy, living organs. Because of this, they say that protocol requiring a donor’s death is “dangerously misleading,” and could overlook the well-being of the donor who may still be able to suffer during the harvesting procedure.

“Because there is a general assumption that dead individuals cannot be harmed, veneration of the dead-donor rule is dangerously misleading,” they write. “Ultimately, what is important for the protection and respect of potential donors is not to have a death certificate signed, but rather to be certain they are beyond suffering and to guarantee that their autonomy is respected.”

Instead of the so-called Dead Donor Rule (DDR), the authors propose that donors should be “protected from harm” (i.e given anesthesia so that they cannot feel pain during the donation process), that informed consent should be obtained, and that society should be “fully informed of the inherently debatable nature of any criterion to declare death.”

The doctors note that developing the criteria for so-called “brain death,” which is often used by doctors to declare death before organ donation, was an “ideological strategy” aimed at increasing the donor pool that has been found to be “empirically and theoretically flawed.” They also criticize the latest attempts to create new, even looser definitions of death, such as circulatory death, which they argue amount to simply “pretending” that the patient is dead in order to get his organs.

The legitimacy of “brain death,” “cardiac death,” and even “circulatory death” – which can be declared only 75 seconds after circulatory arrest – as actual death has been an ongoing debate in public commentary on organ donation. Many experts assert that doctors familiar with organ donation are aware that the terms, intended to delineate a threshold of probable death, is different from actual bodily death, rendering highly uncertain the moral status of organ donation.

Meanwhile, countless stories have emerged of “miraculous” awakenings following brain death, providing weight to the arguments of doctors and others who say that the process of procuring viable organs not only fails to ensure that a patient has certainly died, but is impossible unless a body is still technically alive.

Dr. Paul Byrne, an experienced neonatologist, clinical professor of pediatrics at the University of Toledo, and president of Life Guardian Foundation, said he was not surprised at the recent statements, which he said merely reflect a long-open secret in the organ donation field.

“All of the participants in organ transplantation know that the donors are not truly dead,” Byrne told LifeSiteNews.com in a telephone interview Tuesday.

“How can you get healthy organs from a cadaver? You can’t.”

Byrne affirmed that giving pain medication to organ donors is routine. Doctors taking organs from brain-dead donors “have to paralyze them so they don’t move so when they cut into them to take organs, and when they paralyze them without anesthetics, their heart rate goes up and their blood pressure goes up,” he observed. “This is not something that happens to someone who’s truly dead.”

The neonatologist said he has personally studied the theory of “brain death” since 1975, seven years after the first vital organ transplant in 1968, and has found that death criteria has continually been changed to accommodate a demand for fresh organs. The idea of a “dead donor rule” did not even emerge until the 1980s, he said, and didn’t enter common parlance until years later.

“There really is no dead donor rule, although they’re trying to make it seem like there is,” said Byrne.

Byrne led a Vatican conference on “brain death” criteria in 2008 in which a large group of international experts, many of whom are world leaders in their fields, attested to the illegitimacy of “brain death” as an accepted criterion for organ removal.

The comments by the Canadian and Spanish experts have come under fire from the organ donor community, some members of which have expressed concern that the statements could lead people to opt out of donating their organs.

“In the overwhelming majority of cases, the concept of death is easy, obvious and not really subject to any complex interpretation. It’s very clear,” Dr. Andrew Baker, the medical director of the Trillium Gift of Life Network, which oversees Ontario’s transplant system, told the National Post. “They’re dead, you can see it, there is no return of anything.”

James DuBois, a health ethics pro-fessor at Saint Louis University, also criticized the comments, saying that removing the Dead Donor Rule could “have negative consequences: decreasing organ donation rates, upsetting donor family members and creating distress among health care workers.”

See related article: Vindication of criticisms of organ donation

Abortion, Contraception Legislative Battles Escalate In States

Nos EUA há uma forte tendência legislativa para limitar o aborto, conforme pode ser lido no noticiário daquele país. No Brasil, o seu governo eleito com o compromisso de não promover o aborto, está novamente IMPONDO o aborto a seu povo, que em sua grande maioria é contra esta prática. Democracia?
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Mar 21, 2012

All across the country, state legislatures and governors are grappling with bills designed to limit access to abortion or contraception. In Virginia, it’s affecting a U.S. Senate race.

Bloomberg: Contraception Fight Shapes Virginia Race For U.S. Senate

Former U.S. Senator George Allen, a Virginia Republican who is running to return to the chamber, backs the “personhood” measure and would like to make it federal law. … The race between Allen and Democrat Tim Kaine is among the most watched in the country, pitting two former Virginia governors in a contest for an open seat with majority control of the U.S. Senate at stake. Democrats see proposals to curb reproductive rights as a way to drive female independent voters back to the party in the November election (Przybyla, 3/20).

Reuters: Utah Governor Signs Law Mandating 72-Hour Wait For Abortion

Utah’s Republican governor signed a law extending a required waiting period for women seeking an abortion to 72 hours on Tuesday, even though a similar requirement in South Dakota has been blocked in court, a spokeswoman said. … The state currently requires a 24-hour waiting period before an abortion (Dobuzinskis, 3/20).

The Associated Press: Idaho Lawmaker Sparks Anger With Abortion Comments

A Republican Idaho lawmaker’s suggestion on the Senate floor that a doctor should ask a woman who says she was raped if the pregnancy could have been “caused by normal relations in a marriage” brought a rebuke from another legislator who said it’s insensitive and suggests women may lie to get an abortion. Sen. Chuck Winder of Boise, the Senate assistant majority leader, was speaking during closing testimony on a bill to require a woman to get an ultrasound before an abortion, when he addressed foes of the legislation who said it provided no exemptions for medical emergencies — or in cases of rape or incest (Miller, 3/20).

The Associated Press/(St. Paul) Pioneer Press: Medical Group Asks Walker To Veto Wisconsin Abortion Bill
Wisconsin’s largest medical association asked Gov. Scott Walker on Tuesday, March 20, to veto a bill that would add new requirements for doctors to ensure a woman isn’t forced into an abortion. Walker’s office said the governor is evaluating the bill. The Wisconsin Medical Society’s letter said the bill passed by the Republican-controlled state Legislature this month would infringe on the physician-patient relationship (Rodriguez, 3/20).

Arizona Republic: Arizona Lawmaker Wants To Go Further On Abortion Laws

Arizona has become the national epicenter in recent weeks in the battle over abortion and contraception regulations. … at least one lawmaker doesn’t believe Arizona has yet gone far enough. … The e-mail [from Rep. Terri Proud], which has not been edited, said: “Personally I’d like to make a law that mandates a woman watch an abortion being performed prior to having a ‘surgical procedure'” (Rau, 3/20).

The Associated Press/The Seattle Times: Lawmakers Vow to Push Abortion Insurance Bill

Democratic lawmakers said Tuesday that they will try to pass a bill during the current special session requiring insurers who cover maternity care — which Washington insurers are mandated to provide — to also pay for abortions. The measure passed out of the House during the legislative session that ended March 8 but failed in the Senate after a dramatic attempt to bring it to the floor during a Republican budget coup (Kaminsky, 3/20).

The Dallas Morning News: Women Get Into Perry’s Facebook

Rick Perry’s presidential campaign Facebook page … has been inundated by angry women who are making pointed comments regarding his efforts to defund Planned Parenthood. A woman who identifies herself as a gynecologist is referring questions to him, since (I am sure this is sarcastic) he knows more about reproductive health than she does (Hoppe, 3/20).

This is part of Kaiser Health News’ Daily Report – a summary of health policy coverage from more than 300 news organizations. The full summary of the day’s news can be found here and you can sign up for e-mail subscriptions to the Daily Report here. In addition, our staff of reporters and correspondents file original stories each day, which you can find on our home page.

Fonte: http://www.kaiserhealthnews.org/daily-reports/2012/march/21/states-abortion-contraception.aspx
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Tráfico de órgãos: um grotesco tipo de exploração de humanos, nunca visto na história

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Por Bernardo Staut em 14.03.2012 as 15:00

Um antropólogo da Universidade Estadual de Michigan, que passou mais de um ano infiltrado no mercado negro de rins humanos, publicou o primeiro estudo de campo que descreve as terríveis experiências que as pessoas mais pobres passam, devido ao tráfico de órgãos.

Monir Moniruzzaman entrevistou 33 pessoas que venderam seus rins, em Bangladesh, e descobriu que eles tipicamente não recebem o dinheiro prometido e ainda carregam sérios problemas de saúde, que os deixam deprimidos, envergonhados e algumas vezes sem poder trabalhar.

 

Moniruzzaman comenta que as pessoas que vendem seus órgãos são exploradas por pessoas desonestas. A maior parte dos receptores dos órgãos são pessoas de Bangladesh que vivem em locais como os Estados Unidos, a Europa e o Oriente Médio. Como esse tipo de comércio é ilegal, os vendedores forjam os documentos para indicar que o vendedor e o receptor são parte da mesma família.

De acordo com Moniruzzaman, médicos, hospitais e empresas relacionadas fecham os olhos para esses atos ilícitos porque acabam lucrando com isso.

A maior parte das 33 pessoas de Bangladesh teve o rim removido na fronteira com a Índia. Geralmente, o vendedor pobre e o receptor rico se encontram em um local médio, e o transplante é realizado no momento.

“Isso é um sério tipo de exploração das pessoas mais pobres. Seus corpos viram negócios para prolongar a vida dos mais ricos”, comenta o pesquisador.

 

O trabalho inclui as experiências de Mehedi Hasan, um jovem de 23 anos que vendeu parte do fígado para um receptor rico de da capital de Bangladesh, Dhaka. Como muitos dos residentes pobres do país, Hasan não sabia o que um fígado era. O vendedor explorou isso, e disse que faria Hasan rico.

O receptor morreu pouco depois do transplante. Hasan recebeu apenas parte do dinheiro prometido, e agora está muito doente para trabalhar, andar longas distâncias e até respirar propriamente. De acordo com Moniruzzaman, ele pensa constantemente em se matar.

Os vendedores de órgãos geralmente conseguem suas “presas” através de anúncios falsos. Um deles, em um jornal de Bangladesh, prometia recompensar o doador de rim com um passaporte para os Estados Unidos. Moniruzzaman coletou mais de 1.200 anúncios similares para o estudo.

O comércio de órgãos está crescendo em Bangladesh, um país onde 78% da população vive com menos de dois dólares por dia (R$ 3,60). O preço médio por um rim é de 100 mil takas (cerca de R$ 2.510), um valor que tem baixado muito devido à intensa oferta.

Uma mulher anunciou que estava vendendo sua córnea para que pudesse alimentar a família. A justificativa era que precisava de apenas um olho para ver. O transplante não aconteceu, mas Moniruzzaman afirma que já houveram casos de córneas sendo vendidas.

Moniruzzaman afirma ser importante notar que a maior parte dos vendedores não fazem “escolhas astronômicas” no preço dos órgãos, pois são manipulados. Ele comenta que o mercado global de órgãos é um fenômeno relativamente recente – tornou-se possível com os avanços médicos dos últimos 30 anos, e representa uma das formas mais grotescas de exploração humana.

 

Para combater esse tipo de tráfico, o autor recomenda, entre outros passos:

  • Pressão global. Os Estados Unidos deveriam ter um papel ativo em pressionar os governos estrangeiros a entenderem o problema e acabar com os vendedores, receptores, médicos e pessoas envolvidas no negócio.
  • Transparência e garantia. O governo deveria garantir que todos os centros tenham registro para transplantes, e verificar a relação entre os doadores e os receptores.
  • Doação de órgãos após a morte. Países como Bangladesh não possuem um sistema em que as pessoas possam doar seus órgãos após morrer.

Moniruzzaman afirma que, realmente, o tráfico de órgãos não vai deixar de existir. “Mas com esforços colaborativos, podemos reduzir significativamente essa terrível violação dos direitos humanos”, diz. [ScienceDaily]

Fonte: http://hypescience.com/um-grotesco-tipo-de-exploracao-de-humanos-nunca-visto-na-historia/

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19 Facts About Abortion In America That Should Make You Very Sick

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The American Dream
February 11, 2012

Every single day, a silent horror kills more Americans than were killed on 9/11. Every single year, this silent horror kills about as many Americans as have been killed on all the battlefields in all of the wars in U.S. history combined. This silent horror is called abortion, and it is a national disgrace. Overall, more than 50 million babies have been slaughtered since Roe v. Wade was decided in 1973. We have become a nation with so little regard for human life that nobody even really talks that much about this issue anymore. But the truth is that it is at the very core of what is wrong with America. As I have written about previously, we have become a nation that is obsessed with population control, and we have been exporting this sick philosophy all over the globe. As you read this, there are workers from U.S. organizations and UN organizations (both funded by your tax dollars) that are on the other side of the world setting up “family planning services” for women in poor countries. The goal of these organizations (just like we see in the United States) is to reduce the number of poor children being born. The sick control freaks that run things have decided that overpopulation is a plague that must be eradicated and that mass murder is the answer. Unfortunately, there are very few people that are still willing to speak out strongly against abortion in America. So the carnage is just going to go on and on and on.

What will the history books say about a nation that murdered 50 million of its own babies?

The following are 19 facts about abortion in America that should make you very sick….

1 – There have been more than 53 million abortions performed in the United States since Roe v. Wade was decided back in 1973.

2 – When you total up all forms of abortion, including those caused by the abortion drug RU 486, the grand total comes to more than a million abortions performed in the United States every single year.

3 – The number of American babies killed by abortion each year is roughly equal to the number of U.S. military deaths that have occurred in all of the wars that the United States has ever been involved in combined.

4 – Approximately 3,000 Americans lost their lives as a result of the destruction of the World Trade Center towers on 9/11. Every single day, more than 3,000 American babies are killed by abortion.

5 – It has been reported that a staggering 41 percent of all New York City pregnancies end in abortion.

6 – According to Pastor Clenard Childress, approximately 52 percent of all African-American pregnancies now end in abortion.

7One very shocking study found that 86 percent of all abortions are done for the sake of convenience.

8 – According to the Guttmacher Institute, the average cost of a first trimester abortion at the ten week mark is $451.

9 – The average cost of a vaginal birth with no complications in the United Statesis now over $9,000.

10 – A Department of Homeland Security report that was released in January 2012 says that if you are “anti-abortion”, you are a potential terrorist. Unfortunately, there have also been other government reports that have also identified “anti-abortion” protesters as potential threats.

11 – A while back one Philadelphia abortionist was charged with killing seven babies that were born alive, but witnesses claim that he actually slaughtered hundreds “of living, breathing newborn children by severing their spinal cords or slitting their necks.”

12 – Some abortion clinics have been caught selling aborted baby parts to medical researchers.

13 – Planned Parenthood Founder Margaret Sanger once said the following….

“The most merciful thing that a family does to one of its infant members is to kill it.”

14 – In a 1922 book entitled “Woman, Morality, and Birth Control”, Planned Parenthood Founder Margaret Sanger wrote the following….

“Birth control must lead ultimately to a cleaner race.”

15 – Planned Parenthood performs more than 300,000 abortions every single year.

16 – Planned Parenthood specifically targets the poor. A staggering 72 percentof Planned Parenthood’s “customers” have incomes that are either equal to or beneath 150 percent of the federal poverty level.

17 – There are 30 Planned Parenthood executives that make more than $200,000 a year. A few of them make more than $300,000 a year.

18 – Planned Parenthood received more than 487 million dollars from the federal government during 2010.

19 – The following is one description of the five steps of a partial birth abortion….

1) Guided by ultrasound, the abortionist grabs the baby’s legs with forceps.

2) The baby’s leg is pulled out into the birth canal.

3) The abortionist delivers the baby’s entire body, except for the head.

4) The abortionist jams scissors into the baby’s skull. The scissors are then opened to enlarge the skull.

5) The scissors are removed and a suction catheter is inserted. The child’s brains are sucked out, causing the skull to collapse. The dead baby is then removed.

How can we murder our own children?

Unfortunately, there are organizations out there such as Planned Parenthood that spend millions upon millions of dollars trying to convince the American people that abortion is okay. Just check out this jaw dropping propaganda video.

And every single year, politicians from both political parties continue to vote to give hundreds of millions of our tax dollars to Planned Parenthood.

Our politicians talk about how we need to spread our values to the rest of the world, but what kind of “values” do we really have when we have such little respect for human life?

There is no hope for America as long as this mass slaughter of innocent children continues to go on all across the United States.

Please share this list of facts about abortion in America with as many people as you can. We need to wake the American people up. Most Americans spend their days in an entertainment-induced haze and take very little time to think about the issues that really matter.

And if you think that the issue of abortion does not matter, then you are dead wrong.

The mass murder of more than 50 million American babies is something that cannot be ignored.

Their blood is crying out to us from the ground where it has been spilled.

Yes, this article is going to make a lot of people uncomfortable, but it is the truth.

Isn’t it time that someone started telling the truth in America?

Fonte: http://www.infowars.com/19-facts-about-abortion-in-america-that-should-make-you-very-sick/

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