O crime até agora protegido pelas autoridades brasileiras: tráfico de órgãos dentro de hospitais

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As investigações em torno de tráfico de órgãos em Poços de Caldas (MG) pode desvendar um esquema de mortes e desvio de recursos públicos. Uma vertente das apurações já rendeu sentença de prisão a quatro médicos da cidade, mas ainda tramitam inquéritos sobre desvio de recursos públicos e até de um suposto suicídio que, depois de arquivado pela Polícia Civil, voltou a ser investigado por determinação do Ministério Público Estadual (MPE).

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Segundo o juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, da 1ª Vara Criminal da comarca, a denúncia que rendeu as condenações aos médicos Alexandre Crispino Zincone, Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, João Alberto Goes Brandão e Celso Roberto Frasson Scafi foi um dos resultados de “dezenas de inquéritos” que incluem apurações de mortes de pacientes que viraram doadores de órgãos, desvio de recursos estaduais e federais e cobranças duplicadas de procedimentos médicos, entre outros, em tramitação no MPE e na Polícia Federal.

Além da morte de José Domingos de Carvalho, de 38 anos, morto em 2001, que rendeu as penas entre 8 e 11 anos aos acusados, pelo menos mais duas mortes ocorridas entre 2000 e 2002 também estão sob investigação, incluindo a de Paulo Veronesi Pavesi, de 10. O caso foi parar no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) após um dos promotores pedir a “impronúncia” de suspeitos, o que significa que, na ocasião, o MPE pediu para o processo ser extinto.

Outros médicos condenados por tráfico de órgãos em Taubaté - SP

Médicos condenados por tráfico de órgãos em Taubaté – SP

De acordo com Narciso Castro, a maior parte das ilegalidades investigadas e ainda sob apuração ocorreram na Santa Casa de Poços Caldas. “Aquilo é um sorvedouro de recursos públicos”, dispara o magistrado. “Foram feitas várias auditorias à época, mas nada mudou e é preciso que se façam outras”, acrescenta, lembrando que a PF também instaurou inquérito para investigar a questão.

Suicídio

Além de casos de pacientes declarados mortos na Santa Casa de Poços Caldas, as investigações em torno do caso vão abranger ao menos uma morte ocorrida fora da unidade. Em meio aos inquéritos, o administrador da instituição, Carlos Henrique Marconi, foi encontrado morto quando deveria se dirigir a uma reunião no local. Na ocasião, a Polícia Civil arquivou o inquérito alegando que Marconi cometeu suicídio.

Porém, segundo Narciso Castro, Marconi teria “grampeado” várias reuniões da diretoria da instituição e outra representante do MPE que assumiu o caso pediu a reabertura das investigações. A reportagem entrou em contato com a Santa Casa de Poços de Caldas, mas, segundo a atendente, não havia ninguém da administração da instituição no local que pudesse falar sobre o caso. Até o início da noite desta quinta, não houve retorno dos representantes da unidade. Já a defesa dos médicos condenados informou que já entrou com recurso contra a sentença.

Marcelo Portela
http://noticias.r7.com/saude/apuracao-sobre-trafico-de-orgaos-pode-desvendar-desvio-de-verba-21022013
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Aborto aumenta a mortalidade materna e danifica saúde de mulheres, asseguram peritos ante a ONU

A GRANDE MENTIRA ABORTISTA ESTÁ DESMASCARADA

 “os verdadeiros cuidados médicos diminuem a taxa de mortalidade materna, o aborto em troca não”

“De Faoite disse que a Irlanda tem uma das taxas mais baixas de mortalidade materna no primeiro mundo e que não experimentaram o “aumento da mortalidade” que se vê em outros países ocidentais que legalizaram o aborto.

Além disso, citou vários estudos que afirmam que não há dados que sugiram que o aborto diminui a mortalidade materna.”

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Peritos em medicina argumentaram em Nova Iorque ante a Comissão Jurídica e Social da Mulher da Organização das Nações Unidas (ONU), que o aborto incrementa a taxa de mortalidade materna e danifica a saúde das mulheres.

Os especialistas, provenientes de diversas partes do mundo, afirmaram que o aborto não é necessário para promover a saúde das mulheres já que em realidade a prejudica.

Além disso, rechaçaram as hipóteses dos que apoiam a expansão do aborto como “direito”, enfatizando que na gravidez, inclusive aquelas consideradas como de alto risco, não há um conflito entre as necessidades da mãe e das crianças.

A Dra. Donna J. Harrison, Diretora de Investigação da Apólice Pública da Associação Americana de Obstetras e Ginecologistas Pró-vida, conversou com o grupo ACI após sua intervenção ante a ONU em 6 de março.

Harrison enfatizou que “os verdadeiros cuidados médicos diminuem a taxa de mortalidade materna, o aborto em troca não” e assinalou que as pílulas abortivas “aumentam as complicações depois do aborto. São muito mais perigosas”.

A perita recordou que para os que promovem o aborto “é muito mais fácil promover uma pílula que o aborto cirúrgico”, pois é mais barato dar à mulher uma pílula “que cuidar dela cirurgicamente ou estar disponível para ela caso apresente alguma complicação”.

Assinalou deste modo que como as pílulas não estão necessariamente sob a supervisão de um médico, acabam sendo usadas livremente sem um exame prévio da mulher “e sem nenhum plano de seguimento”. Tudo isso é o que em realidade aumenta o risco de mortalidade.

A doutora sublinhou que em países em vias de desenvolvimento, se se apresentam complicações como hemorragia severa e abortos incompletos, “convertem-se em morte” porque a mulher não tem a possibilidade de acessar uma atenção de emergência imediata.

Outro dos especialistas que interveio ante a Comissão foi o Dr. Eoghan De Faoite, membro da Junta da Comissão de Excelência na Saúde Materna da Irlanda.

O médico criticou os ataques internacionais à defesa da vida através da proibição do aborto na Irlanda e precisou que esta prática não é um procedimento medicamente necessário.

De Faoite disse que a Irlanda tem uma das taxas mais baixas de mortalidade materna no primeiro mundo e que não experimentaram o “aumento da mortalidade” que se vê em outros países ocidentais que legalizaram o aborto.

Além disso, citou vários estudos que afirmam que não há dados que sugiram que o aborto diminui a mortalidade materna.

O Dr. Elard Koch do Centro de Medicina Embrionária e Saúde Materna no Chile explicou que os dados demonstram um aumento da mortalidade materna quando o aborto foi legalizado em diversos países ao redor do mundo.

Koch sustentou que a mortalidade materna pode ser reduzida com a educação, tendo mais técnicos especializados na atenção de partos.

Precisou que uma das medidas que deve promover-se é que as mulheres tenham acesso a centros higiênicos de saúde com um pessoal altamente qualificado, em vez do aborto como alternativa que só danifica às mulheres.

http://www.acidigital.com

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Indústria farmacêutica: é confiável?

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Informações cruciais são escondidas para não influenciar o lado comercial

Por Lev Chaim, de Amsterdam
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Existem poucas publicações com pesquisas detalhadas de remédios. Informações cruciais são deixadas trancadas no armário para não influenciar os aspectos comerciais da questão. As mais importantes decisões são tomadas a portas fechadas e enviadas em segredo para o órgão que, em princípio, teria que controlar tudo sobre as pesquisas realizadas.

Quem disse isto foi o médico e publicista britânico, Ben Goldacre, em uma grande entrevista ao jornal britânico, The Guardian, e reproduzida na revista holandesa 360. São informações que também estão em seu livro, “Bad Pharma”(2012), onde ele coloca uma lupa sobre a integridade de muitas pesquisas da indústria farmacêutica.

O seu livro anterior, “Bad Science” (2008), em que ele examinou a irracionalidade de certos métodos alternativos de cura, já vendeu 400 mil exemplares.

São informações interessantes que envolvem a saúde de todos nós. Em outras palavras, as indústrias farmacêuticas filtrariam certos dados das pesquisas sobre as suas drogas antes de publicá-las oficialmente. Os médicos não são informados a respeito e os usuários muito menos. O aspecto financeiro fala mais alto.

Como exemplo, o médico citou o antidepressivo “Riboxetine”. Goldacre revelou que das sete etapas de testes do remédio,  comparando-o com um placebo,  apenas uma delas resultou em algo positivo para o produto. Os textos científicos que foram publicados mencionavam apenas os resultados desta única etapa que havia dado positivo e ignoraram as restantes.

A etapa dos testes que resultou em algo positivo, de acordo ainda com Goldacre, foi realizada com uma amostragem de apenas 507 pessoas. As outras seis, que não foram nada positivas para o remédio, haviam sido aplicadas em um montante três vezes maior, ou seja: 1.657 pessoas. Estes resultados foram totalmente ignorados pelo laboratório.

Também não teria sido mencionado que naquelas seis etapas secretas, muitas pessoas deixaram de fazer os testes com “Reboxetine”, porque não o toleraram. Isto sem falar ainda dos efeitos colaterais do remédio. E tudo isto apesar de muitas cobaias terem sido pagas pelo próprio laboratório.

E segundo ainda o médico britânico, os testes dos novos remédios são feitos pelos próprios fabricantes dos mesmos, muitas vezes com um número nada significativo de pessoas, visando quase sempre um sinal positivo para se seguir em frente com o novo produto.

E, finalmente, Goldacre acrescentou ainda que muitas das revistas científicas são patrocinadas pelas próprias indústrias farmacêuticas. Depois de saber de tudo isto, fiquei até com medo de ingerir qualquer tipo de remédio. E ai eu me pergunto: e os doentes crônicos, que dependem dos remédios? Ainda não encontrei uma resposta satisfatória.

*Lev Chaim é jornalista, publicista da empresa FalaBrasil, colunista e trabalhou 20 anos para a Radio Internacional da Holanda, país em que mora até hoje. Lev Chaim escreve às terças-feiras no Dom Total.

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Carência do Hormônio-Vitamina D associada a alergias alimentares em crianças

(…) responsável pelo estudo, disse que o aumento da prevalência da insuficiência da vitamina D nos últimos 20 anos é paralelo ao aumento da taxa de alergias alimentares.(…)

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A carência de vitamina D no organismo das crianças aumenta o risco de reações alérgicas aos alimentos, alerta um estudo publicado no Journal of Allergy and Clinical Immunology. Cientistas australianos descobriram que as crianças com uma insuficiência de vitamina D tinham três vezes mais probabilidades de terem alergias aos alimentos, informou o Instituto de Investigação Infantil Murdoch (MCRI, na sigla em inglês). No entanto, os investigadores determinaram que não existe ligação entre a falta da chamada vitamina da “luz do sol” e o eczema, refere o “Diário Digital”.

 

A relação entre a vitamina D e as alergias aos alimentos foi registada nos menores cujos pais tinham nascido na Austrália, mas não nos que tinham progenitores nascidos no estrangeiro, o que poderá estar associado à cor da pele, a fatores genéticos ou a ambientais. Para o estudo foram analisados os casos de 5.276 crianças de um ano, que realizaram testes a alergias comuns como a clara do ovo, amendoim ou sésamo.

 

Katie Allen, responsável pelo estudo, disse que o aumento da prevalência da insuficiência da vitamina D nos últimos 20 anos é paralelo ao aumento da taxa de alergias alimentares.

 

A vitamina D é produzida sobretudo pela ação dos raios ultravioleta B na pele, mas também pode ser obtida em alguns alimentos, principalmente peixes gordos, ou através de suplementos vitamínicos.

Fonte: Revista Pais e Fihos

http://www.paisefilhos.pt/index.php/actualidade/noticias/5998-vitamina-d-associada-a-alergias-alimentares
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Dr. Cícero Galli Coimbra explica Mal de Alzheimer e sua relação com o Hormônio-Vitamina D

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Bilionário da Amil admite que enriqueceu explorando médicos

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Em entrevista à revista Exame, o presidente da Amil, empresário Edson de Godoy Bueno, em linguagem desabrida e triunfalista, não escondeu os meios de que se valeu para enriquecer. Quando indagado sobre o segredo de ficar bilionário tão rápido, em síntese, respondeu: “Para mim, foi uma experiência que me trouxe grande satisfação. Eu percebi que dispunha de mão de obra extremamente qualificada, mas extremamente barata: o médico. Eu soube explorar isso, e o resultado foi a Amil”.

Logo, para o presidente da Amil, os fins justificam os meios, numa espécie de ética enviesada, onde se permite utilizar o médico como mão de obra barata e disponível à sede de ganho dos empresários da saúde. Reconheça-se, contudo, a coerência do ricaço da saúde, ao lançar mão de métodos pouco ortodoxos, como, por exemplo, medicina por evidência, terceirização de serviços de alta complexidade, redirecionamento de pacientes e apologia da ortotanásia com o objetivo claro de cortar custos.
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Logo, às favas com os escrúpulos, pois o que interessa é o resultado grandioso, a gigante Amil, capaz de uma interferência indevida no cerne da atividade médica, diagnóstico e tratamento, afetando, por conseguinte, um contingente enorme de usuários deste plano de assistência médica privada, vítimas frequentes da sua ganância.

Infelizmente, o impacto desta declaração desastrosa não repercutiu como devia, isto é, não serviu para aglutinar e organizar os médicos numa posição de repúdio à exploração descarada e explícita, que dá ao presidente da Amil um lucro fácil e fabuloso. Os médicos, mais uma vez, perderam a oportunidade de virar a página da submissão, quando não se desligaram desta operadora que avilta o trabalho em seus consultórios, bem como os explora, enquanto empregadora, em seus seus hospitais próprios.
Falou mais alto a falta de consciência política dos médicos, que, intimidados, preferem esmolar para se manterem credenciados. Com relação aos usuários, o comportamento da Amil não é diferente: prevalece a lógica do lucro escorchante, através de contratos draconianos que sequer são cumpridos.
 
Esse plano de saúde ganhou uma dimensão nacional, lançando seus tentáculos na direção dos três poderes da República, numa busca calculada de áreas de influência, que se dá com o crescimento da sua bancada no Congresso Nacional, com uma interferência descabida na Agência Nacional de Saúde Suplementar e com uma tentativa de aproximação do Judiciário, buscando abrandar os rigores da lei. Para a infelicidade de médicos e usuários essa arremetida parece exitosa.
 
O desrespeito aos médicos e aos contratos tem como consequência maior o sacrifício do doente. No caso da Amil, essa questão deve ser considerada, sob pena da conivência do poder público com ações que não primam pela benemerência, pelo contrário, se destinam a sugar materialmente os usuários do plano, acarretando-lhes sofrimento e decepção. O sentido de humanidade desaparece, como ideal civilizatório, e surge a falta de indulgência, típica do gangsterismo dos planos de saúde.
Tudo isso acontece sob os olhares omissos da Agência Nacional de Saúde Suplementar, que não fiscaliza, rigorosamente, os serviços prestados pela Amil, limitando-se apenas ao exame dos aspectos legais de seus contratos. Jamais questionou a desobediência da Amil em relação às normas emanadas do Ministério da Saúde, tampouco se comportou como mediadora do conflito entre médicos, usuários e esta operadora. Da mesma forma, nessa linha de imobilismo, encontramos os Conselhos Federal e Estaduais de Medicina, que, em momento algum, repudiaram a declaração acintosa do presidente da Amil com base no Código de Ética Médica. Essa passividade, diante de uma exploração confessada, envergonha os médicos e deixa antever que o infrator da ética médica, o médico Edson de Godoy Bueno, continuará impune.
Sem o apoio decisivo dos seus Conselhos Éticos, aos médicos mais corajosos cabe apenas denunciar aos usuários deste plano de saúde que não têm independência sobre procedimentos que a eles cabe decidir, do mesmo modo que são orientados a atender os pacientes, no menor tempo possível, o que contraria as normas da Organização Mundial de Saúde. Essas condições, impostas pela Amil, transformam o usuário em paciente de segunda categoria e o médico, em seu algoz. Na realidade, essa é a chave do sucesso do presidente da Amil: evitar a confluência do desejo de um bom atendimento médico com o interesse em atender da melhor maneira possível.

Fonte: Jornal do Brasil

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O mercado de saúde está entre os segmentos da economia que criam 19 milionários por dia no Brasil desde 2007

Quando a saúde enriquece empresários desta forma é porque a doença é o produto de todo o sistema de saúde no Brasil

Esta  parece uma boa notícia, mas se formos verificar o estado deplorável da saúde no Brasil, significa que tem muitas pessoas ficando ricas às custas da promoção de doenças, tanto quanto de atendimentos desnecessários.  Expressa de forma eloquente quais as finalidades dos mercadores de doenças dentro da medicina ou que controlam a medicina. Medicina está sendo transformada apenas em negócio e, como tal tem que dar lucro, tanto que está na área de saúde da Revista Forbes, como produtora diária de novos milionários no Brasil.  E não está se falando em médicos ricos, na lista da Forbes, mas em empresários enriquecendo com o “mercado da saúde”, que exploram médicos.

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Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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Estatística deve se repetir pelos próximos três anos, em decorrência do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e das taxas de consumo em toda a América Latina

O mercado de saúde está entre os segmentos da economia que criam 19 milionários por dia no Brasil desde 2007, aponta reportagem da revista norte-americana Forbes. A estatística deve se repetir pelos próximos três anos, em decorrência do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e das taxas de consumo em toda a América Latina.

Entre os brasileiros citados, figuram os brasileiros Edson de Godoy Bueno, CEO do Grupo Amil e maior acionista da Dasa; e André Esteves, presidente do banco BTG Pactual, sócio da carioca Rede D’Or.

De acordo com o representante da Millennium BCP, Guilherme Morales, há muitas empresas emergentes crescendo muito rápido, no setor da saúde, imobiliário, construção e outras indústrias de base. Ele diz que o consumo brasileiro continua a crescer fortemente e, à medida que essas empresas crescem, o mesmo acontece com a riqueza de seus donos.

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O especialista também destacou o crescimento das fusões e aquisições, sobretudo devido ao movimento de consolidação e de absorção de pequenos players por grandes companhias.

A estatística de 19 milionários por dia foi calculada com base em todas as riquezas de um indivíduo em conta, incluindo investimentos, bens, poupança e outros ativos, além de dinheiro. Segundo o ranking da Forbes 2011, o Brasil possui hoje 137 mil milionários e cerca de 30 bilionários, com 70% da riqueza do país concentrada em São Paulo e Rio de Janeiro.

Fonte: Saúde Business Web

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