A prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares

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Assista

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D 

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cícero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para à saúde

 

 

O Dr. John Cannell acusa pesquisadores da indústria farmacêutica norte-americana de estarem tentando alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância patenteável, ou seja, em remédio. A influência deles é tamanha, a ponto de se manterem unidos em comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem aquém do necessário [SER, HOJE, EM DOSE PREVENTIVA 10.000 UI – NÃO MENOS].

A Indústria Farmacêutica promove doenças para as quais há prevenção e tratamento de baixo custo.

A Indústria Farmacêutica promove doenças para as quais há prevenção e tratamento de baixo custo.

Há orientação para não verificação de níveis de Vitamina D. E quando prescritas, são em dose ínfima perto da necessária em prevenção: 10.000 UI

Além de prescrever doses mínimas, a maioria dos médicos sequer solicita dosagem da vitamina D no sangue.

O neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), remete às 32 mil publicações que relacionam a deficiência de vitamina D ao alto risco de câncer; das mais de 20 mil que associam o nível baixo ao diabetes; e das 17 mil que associam o mesmo déficit à hipertensão. “Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”
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Segundo Coimbra, a vitamina D não pode ser considerada pelo fator nutricional porque a ciência tem demonstrado que a pele humana, exposta ao sol, se transforma em uma glândula endócrina, produtora do hormônio. A ideia de desenvolver um quadro de hipervitaminose ou envenenamento por vitamina D, que pode desencadear sintomas tóxicos, é pouco provável. Conforme o neurologista, existe desinformação generalizada não só entre a população geral, mas também na classe médica.

Confinamento

“Durante centenas de milhares de anos, o homem tem vivido com o sol; nossos ancestrais viveram mais frequentemente ao ar livre do que em ambientes fechados. Desenvolvemos dependência pela luz do sol para a saúde e a vida, de modo que a ideia de que a luz solar é perigosa não faz sentido. Como poderíamos ter evoluído e sobrevivido como espécie, se fôssemos tão vulneráveis a algo a que o ser humano tem sido exposto constantemente ao longo de toda a sua existência?”, indaga Frank Lipman, clínico geral e especialista reconhecido internacionalmente nos campos da Medicina Integrativa e Funcional.

Na mesma linha, Coimbra aponta o estilo de vida contemporâneo como o principal vilão da deficiência de vitamina D no organismo. Na sua opinião, as pessoas passam a frequentar os shopping centers em vez de ir aos parques. Saem de seus apartamentos, tomam o elevador que já dá acesso à garagem, entram em seus automóveis e chegam ao seu destino. Outra vez, garagem, elevador, local de trabalho. Ele diz que isso nunca aconteceu na história da humanidade. Hoje, uma pessoa é capaz de passar um ano inteiro de sua vida, sem expor uma nesga de sua pele ao sol. Vive de um ambiente confinado para outro.

“Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”

“Vitamina D: Produzido há pelo menos 750 milhões de anos, esse hormônio pode ser sintetizado não só pelos seres humanos, mas também por diversos organismos, inclusive os do fitoplâncton e zooplâncton, e outros animais que se expõem à luz.”

 

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Nunca levamos a sério o termo “vitaminada”, usado durante muito tempo para definir uma pessoa forte, atraente, saudável. Pois deveríamos levar, principalmente se o sujeito em questão for alguém em dia com a vitamina D, uma substância que controla 229 genes de todas as células humanas.   Mas o valor desse hormônio,  considerado  hoje em dia um dos mais importantes  para a saúde humana, só foi descoberto em 2010. Sem vitamina D, a pessoa está sujeita a desenvolver uma lista enorme de doenças neurodegenerativas e autoimunitárias, como ParkinsonAlzheimer, esclerose múltipla, lupus, miastenia gravis, artrite reumatoide, psoríase e diabetes do tipo 1.

 

O neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), remete às 32 mil publicações que relacionam a deficiência de vitamina D ao alto risco de câncer; das mais de 20 mil que associam o nível baixo ao diabetes; e das 17 mil que associam o mesmo déficit à hipertensão. “Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”

Produzido há pelo menos 750 milhões de anos, esse hormônio pode ser sintetizado não só pelos seres humanos, mas também por diversos organismos, inclusive os do fitoplâncton e zooplâncton, e outros animais que se expõem à luz. A vitamina D é mensurada emInternational Units (IU), o que corresponde na língua portuguesa a Unidades Internacionais. A exposição ao sol de partes do corpo, como braços e pernas, por 20 minutos, garante a produção de aproximadamente 10 mil UI. É quase impossível obter a mesma    quantidade por meio da alimentação, pois a produção de 10 mil UI exigiria cerca de  100 copos de leite por dia.

Segundo Coimbra, a vitamina D não pode ser considerada pelo fator nutricional porque a ciência tem demonstrado que a pele humana, exposta ao sol, se transforma em uma glândula endócrina, produtora do hormônio. A ideia de desenvolver um quadro de hipervitaminose ou envenenamento por vitamina D, que pode desencadear sintomas tóxicos, é pouco provável. Conforme o neurologista, existe desinformação generalizada não só entre a população geral, mas também na classe médica.

Confinamento

“Durante centenas de milhares de anos, o homem tem vivido com o sol; nossos ancestrais viveram mais frequentemente ao ar livre do que em ambientes fechados. Desenvolvemos dependência pela luz do sol para a saúde e a vida, de modo que a ideia de que a luz solar é perigosa não faz sentido.  Como poderíamos ter evoluído e sobrevivido como espécie, se fôssemos tão vulneráveis a algo a que o ser humano tem sido exposto constantemente ao longo de toda a sua existência?”, indaga Frank Lipman, clínico geral e especialista reconhecido internacionalmente nos campos da Medicina Integrativa e Funcional.

Na mesma linha, Coimbra aponta o estilo de vida contemporâneo como o principal vilão da deficiência de vitamina D no organismo. Na sua opinião, as pessoas passam a frequentar os shopping centers em vez de ir aos parques. Saem de seus apartamentos, tomam o elevador que já dá acesso à garagem, entram em seus automóveis e chegam ao seu destino. Outra vez, garagem, elevador, local de trabalho. Ele diz que isso nunca  aconteceu na história da humanidade. Hoje, uma pessoa é capaz de passar um ano inteiro de sua vida, sem expor uma nesga de sua pele ao sol. Vive de um ambiente confinado para outro.

Nesse ritmo, no período do inverno, 77% da população paulistana está com nível baixo de vitamina D, o que melhora no verão, quando o índice cai para 39%. Enquanto isso, na Europa, a cada ano há 6% a mais de crianças com diabetes infanto-juvenil. Seduzidas pelas diversões eletrônicas, elas abandonam cada vez mais as atividades ao ar livre. “Os pais ficam satisfeitos porque elas estão longe da violência urbana, mas não percebem  que os filhos estão se transformando em diabéticos pelo resto da vida”, reforça o neurologista.

Em contrapartida, as pessoas idosas também fazem parte de um dos grupos mais suscetíveis à deficiência desse hormônio. Por exemplo, a  aposentadoria reduz suas saídas à rua, isso resulta em uma menor exposição solar. A pele dos idosos tem apenas 25% da capacidade de produzir vitamina D em relação a uma pessoa jovem de 20 anos. Ou seja, eles precisam de quatro vezes mais de exposição solar para produzir a mesma  quantidade de vitamina D, conforme Coimbra.

Outro agravante, as pessoas bloqueiam a radiação ultravioleta B, que auxilia na produção da “vitamina”, quando se lambuzam com protetores solares. Para se ter ideia, o fator de proteção solar número 8 diminui em 90% a produção de vitamina D. Já o fator 15 diminui em 99%, ou seja, praticamente zera a produção de vitamina D.

Horário ideal

No reino animal, lagartos adoram tomar sol. E por uma razão muito simples, eles não são capazes de aquecer seus corpos sozinhos, sem a ajuda do ambiente externo. Enquanto isso, os seres humanos, para manter a temperatura ou para se aquecer, necessitam de agasalhos. A conclusão é: o mesmo Sol que aquece esses animais nos ajuda a produzir a vitamina D. Portanto, se ele nos traz esse benefício, não há motivo para temer os raios solares!

Segundo o neurologista, o horário ideal para tomar sol, o momento em que a radiação ultravioleta é mais positiva para produzir vitamina D, é aquele quando a sombra tem a mesma extensão que a estatura da pessoa. Atualmente, isso ocorre pela manhã entre 8h30 e 9 horas. O ideal é aguardar meia hora para passar o protetor solar, porque após esse tempo, com ou sem protetor, a criança e o adulto não vão mais produzir vitamina D.

O mesmo vale para quem optar pela exposição vespertina. No final da tarde, quando a sombra tiver a mesma extensão da estatura da pessoa, os raios solares voltam a ter a mesma qualidade benéfica para produzir vitamina D. “Ao meio-dia, o sol está a pino e a sombra não existe. O indivíduo não produz vitamina D, só câncer de pele”, alerta Coimbra.

Influência

Nos dias atuais, a Internet é um campo fértil para se manter informado sobre este assunto, embora não esteja à disposição de todos. Há centenas de artigos a respeito, mas, infelizmente, muitos deles estão disponíveis somente em inglês. É o caso do texto do neuropsiquiatra John Cannell (http://goo.gl/LlQOK). Ele acusa pesquisadores da indústria farmacêutica norte-americana de estarem tentando alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância  patenteável, ou seja, em remédio. A influência deles é tamanha, a ponto de se manterem unidos em comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem aquém do necessário.

Além de prescrever doses mínimas, a maioria dos médicos sequer solicita dosagem da vitamina D no sangue. Coimbra ressalta que muitos  especialistas, que acompanham pacientes com osteoporose e recomendam essa quantidade de suplementação, ficariam surpresos ao constatar o quão baixo é o nível dessa substância no sangue.

Cannell denuncia exatamente isso. “Só deixando a pele dos braços e das pernas expostas, uma pessoa de pele clara e jovem produz 10 mil unidades de vitamina D. Essa quantidade é 50 vezes maior do que aquela colocada à disposição do público como suplemento de vitamina D, com o título da dose recomendada. Caso fosse prescrito metade disso (5 mil) para toda a população adulta, haveria redução em 40% da ocorrência de novos casos de câncer. Isso representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares”, completa.

Saiba Mais:

Natural News
www.naturalnews.com

Vitamind Council
www.vitamindcouncil.org

Vitamin D Deficiency Survivor
pandemicsurvivor.com

Fonte: http://www.revistakalunga.com.br/geral/doses-diarias-de-sol/#more-779

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Deficiência de vitamina D aumenta risco de doenças cardiovasculares

Estudo feito em pessoas com baixos níveis da vitamina mostra que elas são 81% mais propensas a morrer de doenças do coração.

Assista ao vídeo:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

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Cientistas da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, descobriram que baixos níveis de vitamina D estão associados a um risco significativamente maior de ataque cardíaco e morte precoce.

O estudo, que envolveu mais de 10 mil dinamarqueses, sugere que a deficiência da vitamina causa aumento da pressão arterial.

A deficiência de vitamina D tem sido tradicionalmente associada a problemas de saúde óssea. No entanto, resultados de estudos populacionais anteriores indicam que um baixo nível de vitamina esta importante pode também estar ligado a um maior risco de doença cardíaca isquêmica, que abrange ataque cardíaco, arteriosclerose coronária e angina.

A equipe comparou os níveis de vitamina D em amostras de sangue de 10 mil dinamarqueses de 1981 a 1983. Os participantes foram seguidos nos registros nacionais até a data atual.

“Nós examinamos a associação entre baixo nível de vitamina D e o risco de doença isquêmica e morte no maior estudo até à data. Observamos que pessoas com baixos níveis da vitamina são 40% mais propensas a doença cardíaca isquêmica, têm um risco 64% maior de ataque cardíaco e 57% maior de morte prematura. Os resultados mostraram ainda que elas são 81% maio propensas a morrer de doença cardíaca”, afirma o pesquisador Peter Brøndum-Jacobsen.

Segundo o autor sênior, Børge Nordestgaard, com este tipo de estudo populacional, não é possível dizer qualquer coisa definitiva sobre uma possível relação causal. Mas é possível afirmar que há uma forte correlação estatística entre um baixo nível de vitamina D e o alto risco de doença cardíaca e morte precoce.

Agora, a equipe está trabalhando agora para determinar se a ligação entre o baixo nível de vitamina D e o risco de doença cardíaca é uma relação causal. Se isto for verdade, então, eles esperam causar uma mudança no padrão de prevenção da população mundial.

“A forma mais barata e fácil de obter quantidade suficiente de vitamina D é a exposição ao sol em intervalos regulares. Há muitas evidências de que o sol é bom, mas também é importante evitar ficar muito exposto, o que aumenta o risco de pele câncer”, conclui Nordestgaard.

Fonte: http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/31068/geral/deficiencia-de-vitamina-d-aumenta-risco-de-doencas-cardiovasculares

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“The Drugs that completely cure are not profitable” – Dr. Richard J. Roberts, Prêmio Nobel da Medicina 1993

Assista aos vídeos:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D – por uma outra terapia
Vitamin D – For an alternative therapy

The Real Story on Vitamin D

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“The Drugs that completely cure are not profitable”

Interview with Dr. Richard J. Roberts, Nobel Prize in Medicine 1993

(Original en español: http://www.lavanguardia.es/free/edicionimpresa/20070727/53380162760.html)

I’m 63 years old: the worst about getting older is that you consider many “truths” as holy: that’s when you need new questions. I was born in Derby, my mechanic father gave me a chemistry set … and I still enjoy playing. Married, four children, one quadriplegic by an accident, which keep me encouraged to continue investigating. I participate in the Campus for Excellence.

– Can research be planned?

If I were Minister of Science, I would seek enthusiastic people with interesting projects, just give them money so they wouldn’t need to do anything else than investigate and let them work ten years to surprise us.

– It seems like a good policy.

It is generally believed that to go very far, you have to support basic research, but if you want more immediate and profitable results, you must bet on the applied research …

– And is it not like this?

Often the most profitable discoveries have been made ​​from very basic questions. So was created the giant U.S. biotech billion-dollar industry where I work.

– How was it created?

Biotechnology appeared when passionate people started to wonder if they could clone genes and began to study and try to purify them.

– An adventure by itself!

Yes, but nobody expected to get rich with these questions. It was difficult to get funding to research the answers until Nixon launched the war against cancer in 1971.

– Was it scientifically productive?

It allowed much research (like mine), with an enormous amount of public funds, that didn’t work directly against cancer, but was useful for understanding the mechanisms that allow life.

– What did you discover?

Phillip Allen Sharp and I were rewarded by the discovery of introns in eukaryotic DNA and gene splicing mechanism.

– For what was it useful?

That discovery led to understand how DNA works, however, has only an indirect link with cancer.

– Which model seems more effective research for you, the American or the European?
It’s obvious that the U.S., where private capital has an active role, is much more efficient. Take for example the spectacular progress of the computer industry, where private money financed basic and applied research, but for the health industry … I have my reservations.

– I listen

Research on human health cannot depend only on its profitability. What’s good for the corporate dividends is not always good for people.

– Could you explain?

Pharmaceutical industry wants to serve the capital markets …

– As any other industry

It’s just not any other industry, we are talking about our health and our lives and our children and millions of human beings.

– But if they are profitable, they will research better.

If you only think about benefits, you stop worrying about serving people.

– For instance?

I’ve seen that in some cases researchers dependent on private funds would have discovered a very effective medicine that would have completely eliminated a disease …

– And why do they stop investigating?

Because drug companies often are not as interested in healing you as in getting your money, so that investigation, suddenly, is diverted to the discovery of drugs that do not heal completely, but chronify the disease and make you experience an improvement that disappears when you stop taking the drug.

– It’s a serious accusation.

It is usual that pharmaceutical companies are interested in research that doesn’t cure but only make illnesses chronic with more profitable drugs that the ones that would completely cure once and forever. You just need to follow the financial analysis of the pharmaceutical industry and verify what I say.

– There are killing dividends.

That’s why we say that health cannot be a market and cannot be understood merely as a means of earning money. And I think that the European model of mixed private and public capital is less likely to encourage such abuses.

– An example of such abuse?

Investigations with antibiotics have been stopped because they were too effective and completely cured. As no new antibiotics have been developed, infectious organisms have become resistant and today tuberculosis, which in my childhood had been defeated, reappears and has killed this past year a million people.
– Are you talking about the Third World?

That is another sad chapter: Third World diseases are hardly investigated, because the drugs that would fight them are unprofitable. But I’m talking about our First World: the medicine that completely heals is not profitable and therefore is not researched.

– Don’t get politicians involved?

Don’t get too excited: in our system, politicians are mere employees of big companies, who invest what is necessary so that “their kids” get elected, and if they are not elected, they buy those who were elected.
Money and big companies are only interested in multiply. Almost all politicians – and I know what I mean, depend shamelessly on these multinational pharmaceutical companies that fund their campaigns. The rest are words …

Note of Ariel: Revista ARIEL recommends its readers read the following links taken from Periodismo Humano, relating to this same topic:

Periodismo Humano: http://periodismohumano.com con la serie ‘Farmacéuticas: razones para el escepticismo’

La industria farmacéutica hoy. Cualquier producto que demuestre ser mejor que un placebo puede ser comercializado. La industria gasta el doble en promocionar los medicamentos que en su investigación y desarrollo.

http://periodismohumano.com/sociedad/salud/la-industria-farmaceutica-hoy.html

¿Y quién vigila a las farmacéuticas? La relación entre los organismos reguladores y las empresas a las que tienen que regular.

http://periodismohumano.com/sociedad/salud/¿y-quien-vigila-a-las-farmaceuticas.html

Promocionando enfermedades: medicinas para los sanos.Las farmacéuticas exageran sobre afecciones comunes para captar a más clientes. Dos ejemplos: el debilitamiento de los huesos y la disfunción sexual femenina.

http://periodismohumano.com/sociedad/salud/promocionando-enfermedades-medicinas-para-los-sanos.html

Farmacéuticas y médicos: cómo bailar con puercoespines.Congresos, regalos, viajes, relaciones personales, ¿cómo influye la industria en el trabajo de los profesionales de la salud?. En Toledo, un 77% de los médicos recibe a diario la visita de representantes de las farmacéuticas.

http://periodismohumano.com/sociedad/salud/farmaceuticas-y-medicos-como-bailar-con-puercoespines.html

Fonte: http://www.revista-ariel.org/index.php?option=com_content&view=article&id=992:interview-with-dr-richard-j-roberts-nobel-prize-in-medicine&catid=54:healthy-mind-healthy-body&Itemid=83

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Indústria farmacêutica – “Os medicamentos que curam completamente, não dão lucro”

Assista aos vídeos:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D – por uma outra terapia
Vitamin D – For an alternative therapy

The Real Story on Vitamin D

https://www.youtube.com/watch?v=Ad32GM5paok&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=1&feature=plcp

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“Os medicamentos que curam completamente, não dão lucro”

Entrevista com Dr. Richard J. Roberts, Prêmio Nobel da Medicina 1993

Tenho 63 anos e o pior do envelhecer é ter muitas verdades como sagradas, pois é quando é realmente necessário fazer perguntas. Nasci em Derby e o meu pai era mecânico, ofereceu-me um kit de química e ainda gosto de brincar. Sou casado tenho quatro filhos e sou tetraplégico devido a um acidente. O que me estimula é a investigação e por isso ainda a faço, participo no Campus for Excellence.

(…) A pesquisa sobre a saúde humana não pode depender apenas de sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas, nem sempre é bom para as pessoas.

– O senhor poderia explicar?

A indústria farmacêutica quer servir o mercado de capitais …

– Como qualquer outra indústria …

Não é apenas qualquer outra indústria, nós estamos a falar sobre a nossa saúde e as nossas vidas, os nossos filhos e milhões de seres humanos.

– Mas se eles são rentáveis, eles vão pesquisar melhor.

Se você só pensar em benefícios, você vai parar de se preocupar em servir as pessoas.

– Por exemplo?

Eu vi que em alguns casos, os cientistas que dependem de fundos privados descobriram um medicamento muito eficaz, que teria eliminado completamente uma doença …

– E porque parar de investigar?

Porque as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessados ​​na cura, mas na obtenção de dinheiro, assim a investigação, de repente, foi desviada para a descoberta de medicamentos que não curam completamente, tornam isso sim, a doença crônica.  Medicamentos que fazem sentir uma melhoria, mas que desaparece quando o doente pare de tomar a droga.

– É uma acusação grave.

É comum que as empresas farmacêuticas estejam interessadas em pesquisas que não curam, mas que apenas tornam as doenças crônicas, com drogas mais rentáveis, do que medicamentos que curam completamente uma vez e para sempre. Você só precisa seguir a análise financeira da indústria farmacêutica e verificar o que eu digo.

– Estão a matar dividendos.

É por isso que dizemos que a saúde não pode ser um mercado e não pode ser entendida meramente como um meio de ganhar dinheiro. E eu acho que o modelo europeu de capital privado e público misto, é menos susceptível de encorajar tais abusos.

– Um exemplo de tais abusos?

Pararam investigações com antibióticos porque estavam a ser muito eficazes e os doentes ficaram completamente curados. Como novos antibióticos não foram desenvolvidos, os organismos infecciosos tornaram-se resistentes e a tuberculose hoje, que na minha infância tinha sido vencida, reaparece e matou no ano passado um milhão de pessoas.

– Está a falar sobre o Terceiro Mundo?

Esse é outro capítulo triste: doenças do Terceiro Mundo. Dificilmente se fazem investigações, porque as drogas que iriam combater essas doenças são inúteis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Mundo, o Ocidental : o remédio que cura completamente não é rentável e, portanto, não é pesquisado.

– Há políticos envolvidos?

Não fique muito animado: no nosso sistema, os políticos são meros empregados das grandes empresas, que investem o que é necessário para que os “seus filhos” se possam eleger, e se eles não são eleitos, compram aqueles que foram eleitos.

O dinheiro e as grandes empresas só estão interessados ​​em multiplicar. Quase todos os políticos – e eu sei o que quero dizer, dependem descaradamente destas multinacionais farmacêuticas, que financiam as suas campanhas. O resto são palavras …

 http://www.revistaariel.org/index.php?option=com_content&view=article&id=992:interview-with-dr-richard-j-roberts-nobel-prize-in-medicine&catid=54:healthy-mind-healthy-body&Itemid=83

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The effect of vitamin D and frailty on mortality among non-institutionalized US older adults

Assista aos vídeos:

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D – por uma outra terapia

Vitamin D – For an alternative therapy
 
The Real Story on Vitamin D

https://www.youtube.com/watch?v=Ad32GM5paok&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=1&feature=plcp

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European Journal of Clinical Nutrition advance online publication 13 June 2012; doi: 10.1038/ejcn.2012.67

E Smit1, C J Crespo2, Y Michael3, F A Ramirez-Marrero4, G R Brodowicz2, S Bartlett5 and R E Andersen5

  1. 1Department of Public Health, Oregon State University, Corvallis, OR, USA
  2. 2School of Community Health, Portland State University, Portland, OR, USA
  3. 3Department of Epidemiology and Biostatistics, Drexel University, Philadelphia, PA, USA
  4. 4Department of Exercise Science, University of Puerto Rico, San Juan, Puerto Rico
  5. 5Departments of Kinesiology and Physical Education, and Medicine, McGill University, Montréal, QC, Canada

Correspondence: Dr E Smit, Department of Public Health, Oregon State University, Waldo 316, Corvallis, OR 97331, USA. E-mail: Ellen.Smit@oregonstate.edu

Received 21 February 2012; Revised 30 April 2012; Accepted 30 April 2012
Advance online publication 13 June 2012


Abstract

BACKGROUND/OBJECTIVES:

Although both frailty and low vitamin D have been separately associated with an increased risk for adverse health, their joined effects on mortality have not been reported. The current study examined prospectively the effects of frailty and vitamin D status on mortality in US older adults.

SUBJECTS/METHODS:

Participants aged greater than or equal to60 years in The Third National Health and Nutrition Examination Survey with 12 years of mortality follow-up were included in the analysis (n=4731). Frailty was defined as meeting three or more criteria and pre-frailty as meeting one or two of the five frailty criteria (low body mass index (BMI), slow walking, weakness, exhaustion and low physical activity). Vitamin D status was assessed by serum 25-hydroxyvitamin D (25(OH)D) and categorized into quartiles. Analyses were adjusted for gender, race, age, smoking, education, latitude and other comorbid conditions.

RESULTS:

Serum 25(OH)D concentrations were lowest in participants with frailty, intermediate in participants with pre-frailty and highest in participants without frailty. The odds of frailty in the lowest quartile of serum 25(OH)D was 1.94 times the odds in the highest quartile (95%confidence interval (CI): 1.09–3.44). Mortality was positively associated with frailty, with the risk among participants who were frail and had low serum 25(OH)D being significantly higher than those who were not frail and who had high concentrations of serum 25(OH)D (hazards ratio 2.98; 95%CI: 2.01–4.42).

CONCLUSION:

Our results suggest that low serum 25(OH)D is associated with frailty, and there is additive joint effects of serum 25(OH)D and frailty on all-cause mortality in older adults.

Fonte: http://www.nature.com/ejcn/journal/vaop/ncurrent/abs/ejcn201267a.html

Educação para o sol – Vitamina D – Vitamin D

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“Quando o assunto é a prevenção do câncer de pele, mais importante do que defender o uso de filtro solar é “fotoeducar” pacientes, médicos, indústria farmacêutica, políticos e autoridades de saúde.  A proposta radical é do dermatologista Fernando Stengel, presidente da Fundação Argentina de Câncer de Pele e membro do Conselho Internacional da Skin Cancer Foundation.”
 
“Filtros solares são um produto e são vendáveis.  Por isso foram superpromovidos.  Agora estamos voltando atrás,” disse ele ao participar do 14º Congresso Mundial de Câncer de Pele, realizado em São Paulo.”
 
Relacionado a este assunto, assista ao vídeo sobre a necessidade de produção de Vitamina D para a saúde:
 
Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha
 
https://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=5&feature=plcp

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Com informações da Agência Fapesp
10/08/2012
Fonte: Diário da Saúde

Quando o assunto é a prevenção do câncer de pele, mais importante do que defender o uso de filtro solar é “fotoeducar” pacientes, médicos, indústria farmacêutica, políticos e autoridades de saúde.

A proposta radical é do dermatologista Fernando Stengel, presidente da Fundação Argentina de Câncer de Pele e membro do Conselho Internacional da Skin Cancer Foundation.

“Filtros solares são um produto e são vendáveis. Por isso foram superpromovidos. Agora estamos voltando atrás,” disse ele ao participar do 14º Congresso Mundial de Câncer de Pele, realizado em São Paulo.

Stengel afirma que o sol não é mais perigoso hoje do que no passado. “Mas a preocupação com o câncer de pele, no entanto, é maior, pois as pessoas estão mais expostas à radiação solar e a expectativa de vida aumentou,” disse.

Riscos de câncer de pele

Segundo dados da Skin Cancer Foundation, nos Estados Unidos mais pessoas tiveram câncer de pele nos últimos 31 anos do que todos os outros casos de câncer somados. Segundo as estimativas, um em cada cinco norte-americanos desenvolverá a doença ao longo da vida e uma pessoa morre de melanoma a cada hora.

Também no Brasil o câncer de pele é o tumor mais frequente, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A estimativa para 2012 é de 134,1 mil novos casos de câncer de pele não melanoma e 1,3 mil casos de melanoma.

Um único episódio de queimadura solar na infância ou na adolescência dobra o risco de melanoma, segundo especialistas da Skin Cancer Foundation. O risco também dobra caso existam cinco ou mais episódios de queimadura solar em qualquer idade.

Cultura do bronzeado

Ainda assim, a cultura do bronzeado está em toda parte, disse Stengel. “É preciso rever a forma como a mensagem sobre fotoprevenção tem sido difundida”, disse.

“O melhor seria a “fotoeducação”. As empresas farmacêuticas tentam vender a ideia de que existe bronzeado seguro ou de que os filtros são capazes de bloquear totalmente o sol, mas isso não é verdade.

“Se os médicos apenas reforçam a ideia de que as pessoas devem usar protetor solar, mas elas não sabem por que nem como fazer isso, não adianta,” disse o médico.

Falta de sol

Por outro lado, há uma crescente preocupação com as deficiências de vitamina D, que é produzida no organismo com a exposição ao Sol.

“Sabemos que há hoje muitos jovens enfurnados dentro de casa com seus jogos eletrônicos e computadores. São jovens que quase não fazem exercício e não se expõem ao sol. Essa população, principalmente se tiver uma dieta pobre em vitaminas, pode ter problemas. É preciso equilíbrio. Afinal, a espécie humana evoluiu ao longo de milhares de anos com sua pele interagindo com o sol e ele tem efeitos positivos sobre nós também,” concorda o especialista.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=nao-existe-bronzeado-seguro&id=8054

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Analysis Shows Eggs Contain More Vitamin D

 

UK – Official new data shows that today’s eggs contain more than 70 per cent more vitamin D and double the amount of selenium than when previous analyses were carried out 30 years ago.

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Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cicero Galli Coimbra e Daniel Cunha

https://www.youtube.com/watch?v=cIwIWim4hNM&list=UU5grjCGNi25VAR8J0eVuxVQ&index=1&feature=plcp

Vitamina D – por uma outra terapia

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2012/04/12/vitamina-d-por-uma-outra-terapia/

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Friday, July 20, 2012

UK – Official new data shows that today’s eggs contain more than 70 per cent more vitamin D and double the amount of selenium than when previous analyses were carried out 30 years ago.

Today’s eggs also contain around 20 per cent less fat, more than 20 per cent less saturated fat, around 13 per cent fewer calories and more than 10 per cent less cholesterol than previous surveys suggested. An average medium egg now contains 66 calories (compared to the previous figure of 78 calories) and an average large egg 77 calories (previously 91 calories).

The data, produced by the UK Foodcomp project consortium, funded by the Department of Health as part of their rolling programme of nutrient analysis surveys, provides the first update on the nutrient content of eggs since the 1980s.

Professor Judith Buttriss, Director General of the BNF, explained: “This is the latest in a series of analyses from the DH-funded UK Foodcomp project that provide up to date information on the composition of the food we eat. These particular data reinforce the contribution to essential nutrients that eggs can make as part of a varied diet, for people of all ages.”

The new analysis, part of which is being presented at The Nutrition Society’s Summer Meeting on 18 July, found that two medium eggs can provide around two-thirds of the RDA (Recommended Daily Amount for EU labelling purposes) for vitamin D. The additional vitamin D found in eggs is particularly significant in the light of evidence suggesting that a large proportion of people in the UK have an inadequate supply of this vitamin.

It has been suggested that, in addition to the well-established role of vitamin D in bone health, this nutrient may also play a role in the immune system and beneficially influence the incidence of some cancers, cardiovascular disease and diabetes.

“This is a very welcome finding at a time when there is rapidly accumulating evidence that a lack of vitamin D could be a risk factor for a number of chronic diseases,” says Cath MacDonald, independent nutritionist.

The increased selenium content of eggs is also of public health significance as UK selenium intakes have declined in recent years alongside a switch from North American to European wheat[4]. Selenium is important in protecting cellular components such as DNA, lipids and proteins against oxidation.

The new analyses reveal that an average medium egg now contains around 177mg of cholesterol, although it is now acknowledged that cholesterol in foods such as eggs does not have a significant effect on blood cholesterol in most people. All major UK heart and health advisory bodies, including the British Heart Foundation, have already removed the previous limits on egg consumption linked to their cholesterol content.

The changes are believed to be the result of improvements to hens’ feed, an increase in the ratio of white:yolk in an average egg, and improved analytical methods since the last official Government analyses were carried out in the 1980s. Vegetable oils replaced meat and bonemeal in UK hens’ feed in the 1980s and it is believed that better quality oils, together with other enhancements to hens’ feed, have improved the hens’ absorption of fat-soluble vitamins and the take-up of nutrients.

Paul Finglas, coordinator of the UK Foodcomp project at the Institute of Food Research, said: “The results from this project are important for monitoring the quality of our national diets through surveys such as the Department of Health’s National Diet and Nutrition Survey, and show the benefits of private:public partnerships working together to support new research projects.”

For a table summarising the update on the nutrient content of eggs, please click here.

TheMeatSite News Desk

http://www.themeatsite.com/meatnews/18425/new-analysis-shows-eggs-contain-more-vitamin-d

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