A vitamina D supera a vacina contra a gripe

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Vitamina D é melhor do que a vacina da gripe para parar as infecções do H1N1. De fato, sem a vitamina D, as possibilidades são de que em primeiro lugar a vacina não vai gerar muitas das respostas de imunidade.

Holding vitamin capsule

[Mike Adams] Vitamina D é melhor do que a vacina da gripe para parar as infecções do H1N1. De fato, sem a vitamina D, as possibilidades são de que em primeiro lugar a vacina não vai gerar muitas das respostas de imunidade.
Isso por que a vitamina D é essencial para a saúde, ativa a função de imunidade. Esta é apenas uma das razões que pessoas inteligentes estão escolhendo a vitamina D em vez de vacina da gripe suína. Aqui estão mais dezenove razões:
1 –   A vitamina D ativa seu sistema de proteção para responder a qualquer exposição viral (não apenas a um vírus);
2 –   A vitamina D é parte natural do seu corpo;
3 –   A vitamina D tem funcionado como remédio no corpo humano desde o início da espécie humana;
4 –   A vitamina D está disponível agora mesmo e não há escassez dela;
5 –   A vitamina D não vai causar uma inflamação no seu cérebro e colocar você em coma;
6 –   A vitamina D não requer uma injeção com uma agulha assustadora;
7 –   A vitamina D é encontrada naturalmente em muitos alimentos como sardinha e salmão;
8 –   A vitamina D tem um registro de segurança. Ninguém nunca morreu por consumi-la;
9 –   A vitamina D está disponível. Você pode até consegui-la de graça (da luz do sol);
10 – A vitamina D não contém fragmentos de vírus de animais doentes (como as vacinas frequentemente têm);
11 – A vitamina D não contém Thimerosal ou outros preservativos químicos;
12 – A vitamina D não contém uma folha de advertências descrevendo possíveis efeitos colaterais;
13 – A vitamina D não fere o seu braço quando você toma;
14 – A vitamina D também melhora o metabolismo do açúcar, a densidade óssea e o temperamento saudável;
15 – A vitamina D é segura para o meio ambiente;
16 – A vitamina D não contém Esqualeno ou outros agentes químicos inflamatórios;
17 – A vitamina D funciona em qualquer pessoa e é segura para todos, incluindo bebês e crianças;
18 – A vitamina D é feita pela natureza, não em laboratório;
19 – A vitamina D é encontrada naturalmente no leite do seio;
20 – Você pode caminhar, e mastigar goma de mascar, e produzir vitamina D a partir da luz do sol tudo ao mesmo tempo.

 
Mike Adams é um defensor da saúde do consumidor com uma paixão por ensinar as pessoas como melhorar a sua saúde. NaturalNews.com

 

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Falta de luz solar piora estado de pessoas com depressão. Falta do hormônio-vitamina D

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Agência FAPESP

Escuridão e depressão

A falta de luz solar está ligada à redução de funções cognitivas entre pessoas com depressão, aponta um novo estudo publicado na revista Environmental Health.

O trabalho foi feito por pesquisadores da Universidade do Alabama e da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, que usaram dados de satélites para medir a exposição à luz do Sol pelo território do país e relacionar as informações com a prevalência de problemas cognitivos em indivíduos com depressão.

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Foram utilizados dados de 14.474 pessoas, avaliadas em um levantamento feito com apoio dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) do país. “Observamos que entre os participantes com depressão a baixa exposição à luz estava associada com uma probabilidade mais elevada de prejuízo cognitivo”, disse Shia Kent, da Universidade do Alabama, primeiro autor do estudo.

Clima afeta a saúde

A associação não foi verificada entre os participantes do estudo que não tinham depressão.

“Essa relação continuou significativa após os ajustes feitos para as diferentes estações do ano. Essa descoberta de que o clima pode não apenas afetar o humor, mas também a cognição tem implicações importantes para o tratamento da depressão, particularmente para os distúrbios afetivos sazonais”, destacou.

Segundo os autores do estudo, os mecanismos psicológicos ligados à depressão sazonal também podem estar envolvidos no efeito da luz solar na função cognitiva no contexto dos sintomas depressivos.

Teste das funções cognitivas

Na pesquisa, a função cognitiva foi avaliada por meio de testes de memória de curto prazo e da orientação temporal. Assim com atua na regulação dos hormônios serotonina e melatonina, a luz também afeta o fluxo de sangue no cérebro, que, por sua vez, está relacionado a funções cognitivas.

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Carência do Hormônio-Vitamina D associada a alergias alimentares em crianças

(…) responsável pelo estudo, disse que o aumento da prevalência da insuficiência da vitamina D nos últimos 20 anos é paralelo ao aumento da taxa de alergias alimentares.(…)

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A carência de vitamina D no organismo das crianças aumenta o risco de reações alérgicas aos alimentos, alerta um estudo publicado no Journal of Allergy and Clinical Immunology. Cientistas australianos descobriram que as crianças com uma insuficiência de vitamina D tinham três vezes mais probabilidades de terem alergias aos alimentos, informou o Instituto de Investigação Infantil Murdoch (MCRI, na sigla em inglês). No entanto, os investigadores determinaram que não existe ligação entre a falta da chamada vitamina da “luz do sol” e o eczema, refere o “Diário Digital”.

 

A relação entre a vitamina D e as alergias aos alimentos foi registada nos menores cujos pais tinham nascido na Austrália, mas não nos que tinham progenitores nascidos no estrangeiro, o que poderá estar associado à cor da pele, a fatores genéticos ou a ambientais. Para o estudo foram analisados os casos de 5.276 crianças de um ano, que realizaram testes a alergias comuns como a clara do ovo, amendoim ou sésamo.

 

Katie Allen, responsável pelo estudo, disse que o aumento da prevalência da insuficiência da vitamina D nos últimos 20 anos é paralelo ao aumento da taxa de alergias alimentares.

 

A vitamina D é produzida sobretudo pela ação dos raios ultravioleta B na pele, mas também pode ser obtida em alguns alimentos, principalmente peixes gordos, ou através de suplementos vitamínicos.

Fonte: Revista Pais e Fihos

http://www.paisefilhos.pt/index.php/actualidade/noticias/5998-vitamina-d-associada-a-alergias-alimentares
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Mercúrio é ainda mais perigoso no mar

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Agência FAPESP

 

As concentrações de mercúrio em água doce são muito maiores do que as encontradas em água salgada. Entretanto, ao serem ingeridos, são os peixes de mar que oferecem mais riscos à saúde humana.

A afirmação é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade Duke, nos Estados Unidos, e publicado neste domingo (27/6/2010) no site da revista Nature Geoscience.

O motivo é a própria água do mar. A versão potencialmente perigosa do mercúrio é o metilmercúrio (C2H6Hg), que se une à matéria orgânica dissolvida em água doce e, no mar, liga-se ao cloreto, ou seja, ao próprio sal.

“O modo mais comum por meio do qual a natureza transforma o metilmercúrio em uma forma menos tóxica é por meio da ação da luz solar. Quando o metilmercúrio é ligado à matéria orgânica dissolvida, como plantas ou animais decompostos, a luz do sol quebra a molécula”, disse Heileen Hsu-Kim, professora assistente de engenharia civil da Universidade Duke e um dos autores do estudo.

“Entretanto, na água do mar, o metilmercúrio permanece fortemente ligado ao cloreto, não sendo degradado com facilidade pela luz solar. Nessa forma, ele será ingerido por animais marinhos”, explicou.

O metilmercúrio é uma neurotoxina potente que, uma vez ingerida, pode provocar problemas nos rins, no sistema nervoso e até mesmo morte. A ingestão da substância é particularmente perigosa nos casos de gravidez, podendo causar problemas neurológicos na criança.

Como peixes e frutos do mar têm tendência natural de armazenar metilmercúrio em seus órgãos, eles são a principal fonte de ingestão do metal em humanos.

Quando introduzido na cadeia alimentar, o mercúrio se torna bioacumulativo e acaba se concentrando em maiores quantidades nos organismos topo de cadeia. 

“A exposição ao mercúrio é consideravelmente elevada nos Estados Unidos. Um levantamento epidemiológico recente verificou que 8% das mulheres tinham níveis de mercúrio mais altos do que o limite considerado ideal. Uma vez que os humanos estão no topo da cadeia alimentar, qualquer quantidade de mercúrio nos alimentos se acumula em nosso corpo”, disse Heileen.

Segundo a cientista, o estudo reforça a importância de direcionar pesquisas e políticas de controle do mercúrio para a água salgada.   Até hoje, a maior parte dos esforços tem sido direcionada à presença do metal em água doce.

Atualmente, destaca Heileen, cientistas contam com tecnologia capaz de medir com eficácia as concentrações de mercúrio na água do mar, que são menores – e, portanto, mais difíceis de identificar – do que na água doce.

“Como o metilmercúrio não é quebrado pela luz solar na água do mar, sua vida é muito maior ali do que na água doce”, disse. O mercúrio chega à água por muitas rotas. As fontes mais importantes são a combustão de carvão, o refino de ouro e de outros metais não ferrosos e erupções vulcânicas.

 

 

Nature Geoscience

O artigo Photolytic degradation of methylmercury enhanced by binding to natural organic ligands (doi: 10.1038/ngeo892), de Tong Zhang e Heileen Hsu-Kim, pode ser lido por assinantes da Nature Geoscience em www.nature.com/ngeo.

 

Fonte: http://www.institutoecofaxina.org.br/2010/07/estudo-mostra-que-mercurio-e-ainda-mais.html

 

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