Indústria farmacêutica e corrupção. “Institutional Corruption of Pharmaceuticals and the Myth of Safe and Effective Drugs”

A indústria farmacêutica tem corrompido a prática da medicina por meio de sua influência sobre para que as drogas são desenvolvidas, como elas são testadas , e como o conhecimento médico é criado.

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Institutional Corruption of Pharmaceuticals and the Myth of Safe and Effective Drugs

Donald W. Light
Harvard University – Edmond J. Safra Center for Ethics

Joel Lexchin

York University

Jonathan J. Darrow

Harvard Law School

June 1, 2013

Journal of Law, Medicine and Ethics, Vol. 14, No. 3, 2013, Forthcoming
Abstract:
Over the past 35 years, patients have suffered from a largely hidden epidemic of side effects from drugs that usually have few offsetting benefits. The pharmaceutical industry has corrupted the practice of medicine through its influence over what drugs are developed, how they are tested, and how medical knowledge is created. Since 1906, heavy commercial influence has compromised Congressional legislation to protect the public from unsafe drugs. The authorization of user fees in 1992 has turned drug companies into the FDA’s prime clients, deepening the regulatory and cultural capture of the agency. Industry has demanded shorter average review times and, with less time to thoroughly review evidence, increased hospitalizations and deaths have resulted. Meeting the needs of the drug companies has taken priority over meeting the needs of patients. Unless this corruption of regulatory intent is reversed, the situation will continue to deteriorate. We offer practical suggestions including: separating the funding of clinical trials from their conduct, analysis, and publication: independent FDA leadership; full public funding for all FDA activities; measures to discourage R&D on drugs with few if any new clinical benefits; and the creation of a National Drug Safety Board.

Acceso libre a texto completo en:

http://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2282014

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Os abusos da indústria farmacêutica. Meio de controle social? Qual o papel dos médicos?

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Por Martha Rosenberg, no Alternet | Tradução: Gabriela Leite

Expensive medicine

Está chegando ao fim, para a indústria farmacêutica mundial, a farra de lucros com alguns dos medicamentos mais vendidos. Nos Estados Unidos, expiraram as patentes de comprimidos como Lipitor, Seroquel, Zyprexa, Singulaire Concerta. Mas não se preocupe, Wall Street. A indústria farmacêutica não vai desapontar suas expectativas de ganhos só porque pouca ou nenhuma droga nova está surgindo e porque falhou na sua razão mesma de existir. Eis aqui seis novas iniciativas do marketing farmacêutico que vão garantir que as expectativas dos investidores continuem altas, par-e-passo com as mensalidades dos seguros-saúde. O segredo? Reciclar drogas antigas e descreditadas e explorar o marketing de doenças para vender algumas poucas novas drogas.

1. Repainando a Ritalina

Agora que a indústria farmacêutica foi bem sucedida ao conseguir que cinco milhões de crianças e de quatro a oito milhoes de adultos fossem diagnosticados com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), está procurando novos mercados para as drogas. Um novo uso da Ritalina (metilfenidato), a avó das drogas para TDAH, poderia ser para tratar transtornos alimentares. Pesquisadores dizem que uma mulher que sofreu de bulimia nervosa, transtorno bipolar I, dependência de cocaína e álcool, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade e transtorno do pânico, “conseguiu uma remissão sustentada (por mais de um ano)” quando o metilfenidato foi adicionado à sua lista de remédios.

Mas também existem as grávidas. Um novo artigo sugere que tirar o metilfenidato durante a gravidez de uma mulher pode “representar risco significativo”e que, “em todos os casos, as crianças se desenvolveram normalmente e nenhum efeito adverso foi relatado,” apesar de terem sido expostas no útero. Sim, crianças podem receber medicamentos para TDAH na mais tenra idade: ainda como fetos.

A indústria farmacêutica também está de olho nos idosos, como um novo mercado para as drogas que tratam TDAH. O metilfenidato pode “melhorar a função da caminhada nos mais velhos”, escreveram pesquisadoresrecentemente. E uma grande clínica patrocinada pela Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg está a caminhode descobrir se o metilfenidato pode reduzir a apatia em pacientes com Alzheimer. É claro que muitos pacientes com esse mal não têm apatia, mas agitação e agressividade; estes serão excluídos.

2) Reposição hormonal masculina

Mulheres acima de 40 anos devem sentir um élan de justiça médica, diante do novo impulso para o tratamento do “Baixo T” nos homens, uma “doença” recente que agora está sendo agressivamente comercializada, incentivando a reposição de testosterona. Por mais de 50 anos, as publicações médicas foram implacáveis em dizer às mulheres que elas estavam “sobrevivendo aos seus ovários” (frase de propaganda real) e que a única esperança para manter a aparência, o marido e a sanidade era a reposição hormonal. Agora, são os homens que estão ouvindo que a decaída no desempenho sexual e na energia, perda de massa muscular e ganho de peso os colocam na mesma posição. A lacuna em ambas campanhas de marketing é o fato de que pessoas não ficam velhas porque perdem hormônios; elas perdem hormônios porque estão ficando velhas.

Muitos produtos de reposição de testosterona têm sido aprovados pela FDA[Food and Drug Administration, agência reguladora da indústria farmacêutica nos Estados Unidos]: pílulas, injeções e adesivos a géis e soluções para uso tópico. Em novembro, foi aprovado o primeiro produto de reposição de testosterona feito para ser aplicado nas axilas, como um desodorante.

Os produtos de TRH (terapia de reposição hormonal) masculinos também implicam riscos. Eles podem agravar problemas benignos de próstata, causar falha do coração, apneia, toxidade hepática e possivelmente estimular o câncer de próstata, apesar de este permanecer como um risco teórico. Testosterona injetada tem sido associada a embolias e reações alérgicas extremas (anafilaxia), sendo que ambas podem ser fatais. Homens que tomam Propeciacontra a perda de cabelo podem especialmente desenvolver baixa testosterona, o que pode não ser reversível, pois reduz-se uma enzima envolvida na síntese do hormônio.

3) Tratar dependentes de álcool e drogas como doentes mentais que precisam de vacinas

Uma das poucas coisas boas no alcoolismo e na adição às drogas é que eles podem ser tratados de graça. Programas de doze passos como o dos Alcoólicos Anônimos utilizam grupos de apoio em vez de drogas, pessoal treinado ou seguro-saúde – e funciona. Não surpreende que as milhões de pessoas que se recuperam sem a ajuda da indústria farmacêutica sejam o seu mais recente alvo, na tentativa de alavancar receitas. Cada vez mais, as corporações estão pressionando clínicas de reabilitação e médicos a imputar diagnósticos de doença mental a pacientes em recuperação, para vender medicamentos caros.

Pior, Nora Volkow, a chefe do Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos, está conduzindo experimentos cruéis em primatas na tentativa de desenvolver uma vacina para alcoolismo ou dependência. Existe algum alcoólico ou viciado no mundo que tomaria uma dessas vacinas? Ela não sabe que bebidas e drogas são divertidas (até determinado momento…) e que ninguém quer parar com elas antes da festa acabar? Ela não sabe que quando beber e usar drogas deixa de ser divertido, uma coisa chamada negação se abate e os aditos novamente não vão tomar sua vacina?

Essas vacinas para vícios serão vendidas a pessoas “em risco” de dependência com base em seu histórico familiar e varreduras de seu cérebros, o que soa um pouco, digamos, não-voluntário. E a comercialização de tratamentos precoces agressivos para doenças que pessoas nem têm ainda (“pré-osteoporose”, “pré-diabetes”, “pré-asma” e “pré-doenças mentais”) é um modelo de negócio infalível para a indústria farmacêutica porque as pessoas nunca saberão sequer se vão precisar dessas drogas – ou se precisam agora.

4) Patologizar a insônia

A insônia tem sido uma mina de ouro para a indústria dos medicamentos. Para encher os bolsos no mercado da insônia, as corporações criaram subcategorias para o problema – crônica, aguda, transitória, de início retardado e no meio-da-noite, assim como o despertar cansado. Sua insônia é tão única quanto você! Tampouco é coincidência que as medicações para “manter acordado” causem insônia e que as drogas para insônia, em razão da ressaca, criem o mercado das drogas para manter acordado.

Agora a indústria está anunciando que a insônia é na verdade um fator de “risco” para a depressão e que “tratar a insônia pode ajudar a tratar a depressão”. O novo Manual de Diagnósticos e Estatística (DSM-5 [Diagnostic and Statistical Manual]) da Associação Norte-Americana de Psiquiatria que saiu em maio  também acaba de patologizar o sono. Considerada a bíblia dos tratamentos com drogas psiquiátricas, a última versão do DSM trouxe uma revisão do modo como a insônia é diagnosticada e classificada. “Se o distúrbio do sono é persistente e prejudica o funcionamento do corpo ao longo do dia, ele deve ser reconhecido e tratado”, escrevem os autores em um artigo na edição de dezembro da Journal of Clinical Psychiatry [Revista de Psiquiatria Clínica].

5) “Vender” doenças imunológicas crônicas

A artrite reumatóide, artrite psoriática, a espondilite anquilosante e a psoríase em placas são transtornos raros, mas você não saberia disso pelos últimos esforços da indústria farmacêutica. Suas condições autoimunes são cada vez mais tratadas com medicamentos frutos de engenharia genética injetáveis como Humira, Remicide, Enbrele Cimzia, que dão às corporações 20 mil dólares por ano por paciente. Não causa espanto que uma recente campanha publicitária tente convencer as pessoas com dores nas costas “que nunca passam” de que elas realmente têm espondilite anquilosante. Não espanta que a propaganda da “AR” (artrite reumatóide) esteja por todos os lugares e as de remédios para psoríase em placas prometam “pele mais clara”como se fossem cremes de beleza. Em Chicago (EUA), propagandas de drogas caras e injetáveis apareceram em jornais de universidades, como se fossem para a população em geral, não para pessoas com doenças incomuns.

Como tais drogas, chamadas de inibidoras de TNF, suprimem o sistema imunológico, elas atraem super infecções bactericidas e fúnguicas, herpes e cânceres raros, estes principalmente em crianças. Eles estão conectados com o crescimento de hospitalizações, reações alérgicas extremas e eventos cardiovasculares, tudo o que a indústria farmacêutica tenta minimizar. Bloqueadores de TNF também são vendidos para o enfraquecimento dos ossos e asma, condições que iriam raramente garantir seus riscos.  Xolair, vendido para asma apesar dos avisos da FDA, recentemente foi muito falado como um grande tratamento para a coceira crônica.

6) A reciclagem do Neurontin

A apreensão da droga Neurontin (gabapentin) não foi o melhor momento da indústria de medicamentos. Uma repartição da Pfizer Inc. foi declarada culpada,em 2008, por promover o remédio para o transtorno bipolar, dores, enxaquecas e para afastar as drogas e o álcool, quando tinha sido aprovado apenas para neuralgia pós-herpética, epilepsia e dor causada por herpes zoster. A multa foi de 430 milhões de dólares. Ops. A Pfizer realmente promoveu os usos ilegais enquanto estava sob inquérito por atividades ilegais relacionadas ao Lipitor; e mais tarde promoveu usos ilegais para uma droga similar, a Lyrica, enquanto estava sob o acordo relacionado ao Neurontin! Ela parece, de fato, incorrigível.

Para vender Neurontin, a Parke-Davis, da Pfizer, lançou um elaborado “plano de publicação”, cujo objetivo era conseguir peças de marketing disfarçadas de ciência, em revistas médicas. Em apenas três anos, a Parke-Davis colocou 13 artigos escritos por fantasmas em publicações de medicina, promovendo usos que estão fora da bula para o Neurontin. Isso incluiu um suplemento no prestigioso Cleveland Clinic Journal of Medicine (Revista Clínica de Medicina de Cleveland, tradução livre), que a empresa transformou em 43 mil reimpressões disseminadas por seus representantes. “Veja, doutor, dizem aqui que…”

E há ainda mais duplicidade. Em 2011, três anos antes do acordo de 430 milhões de dólares, a tentativa da Pfizer chamada STEPS (“Study of Neurontin: Titrate to Effect, Profile of Safety” — “Estudo da Neurontin: dosagem efetiva, perfil de segurança”, tradução livre) foi denunciado por também ser publicidade, e não um estudo científico; era uma ferramenta de vendas criadas para inspirar os 772 investigadores que participavam do experimento a prescrever o Neurontin.

Recentemente, os novos usos do remédio para tosse crônica, menopausa e insônia estão aparecendo na literatura científica. Por que ninguém parece acreditar neles?

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Publicado em A Mentira na Medicina, Biodireito, Biotecnologia, Brasil, Depressão, Doenças autoimunes, Idoso, Indústria Farmacêutica, Medicina, Medicina Preventiva, Ministério da Saúde, Notícias, Saúde Pública, Vitamina D. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . 1 Comment »

Máfia Médica – Doutora Ghislaine Lanctot – Para refletir com espírito crítico

Comentário:

Quando o Estado é cúmplice, ele mostra-se incompetente e corrupto e a doença é a desinformação

A entrevista com a médica Ghislaine Lanctot, feita por Laura Jimeno Muñoz para a Revista Discovery Salud permite refletir, por exemplo,  porque a reposição hormonal da Vitamina D – de vital importância para a saúde humana – é recusada, censurada, objeto de mentiras dentro da Medicina, enquanto as terapias de alta complexidade e de alto custo são privilegiadas, como por exemplo, a persistente indução a transplantações de órgãos desnecessárias, quando 80% destas últimas situações poderiam ser evitadas por atitude médica gestora, médica clínica e políticas governamentais de simples prevenção da saúde.

Em que pese as denúncias deste livro e na  entrevista de sua autora, é fundamental os cidadãos entenderem que cabe a eles, tanto como membros da sociedade ou como pacientes, exigirem por atitudes de quem está bem informado, o retorno da ética na medicina voltada para o paciente e para a prevenção de doenças. E isto começa por usar suas informações para escolher os médicos éticos a quem recorrer e passa por exigir do Estado transparência, honestidade em sua obrigação constitucional (Art. 196 da CF) de universalizar o atendimento à saúde e a promoção da saúde, sem atender os interesses contrários da indústria farmacêutica e de quem estiver, em qualquer meio profissional, comprometido com esta motivação escusa.

Vale o tempo de leitura, vale refletir sobre as colocações da Dra. Ghislaine Lanctot.  A nossa publicação desta entrevista é para fins de necessária reflexão e exercício de espírito crítico, cujas ausências são as piores doenças da sociedade em que vivemos, pois não estamos com isso endossando a priori todas as suas posições.

No que concerne ao médico, lembramos a diretriz básica da Resolução do Conselho Federal de Medicina, 1098, de 30.06.83, ratificando decisão da ASSEMBLÉIA MUNDIAL DE MÉDICOS EM TÓQUIO, de 1975, que foi esquecida:

 
“No tratamento de um paciente, o médico deve ter liberdade para empregar um novo diagnóstico e uma nova medida terapêutica se, em sua opinião, ela oferece esperança de salvar vida, restabelecer a saúde ou minorar os sofrimentos.”

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352
cgcoimbra@gmail.com
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“O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema.”

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“Exato, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes …  porque as pessoas sãs, não geram ingressos.  A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crônicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina atual está concebida para que a gente permaneça doente o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.”

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 Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?

Ghislaine Lanctot – Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a indústria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.”

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“Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?


Ghislaine Lanctot – 
Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.”

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 Em que consiste essa declaração?



Ghislaine Lanctot – Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.”

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Uma máfia sumamente poderosa!


Ghislaine Lanctot – Onipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.

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Entrevista realizada por Laura Jimeno Muñoz 

“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia publicada mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma a nível mundial o complô integrado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica.

O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.

Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, pesquisa, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema.

A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:

máfia médica

MEDICINA SIGNIFICA NEGÓCIO

A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que -como ela mesma confessa – estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que antes do final do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.

Laura – Porquê essa decepção?

Ghislaine Lanctot – 
Porque comecei a ver muitas coisas que me fizeram reflectir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos maravilhosos tratamentos da medicina oficial.

Para além disso, naquela época entrei em contacto com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam. Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários.


Laura – E suponho que começou a perguntar-se por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias alternativas não agressivas?


Ghislaine Lanctot – 
Assim foi. Logo a minha mente foi mais além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a pessoas a quem eu própria tinha visto curar e porque eram perseguidas como se fossem bruxos ou delinquentes. Por outro lado, como médica tinha participado em muitos congressos internacionais e dei-me conta de que todas as apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceitas pelo comité científico organizador do congresso.


Laura – E quem designa esse comité científico?


Ghislaine Lanctot – Pois geralmente quem financia o evento: a indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos congressos de medicina! O controle é absoluto.


Laura – E isso foi clarificador para si…?


Ghislaine Lanctot – 
E muito! Dar-me conta do controle e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está hoje controlada pelos seguros-públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controle sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar. E se olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança social… encontramos o mesmo.


Laura – O poder econõmico?


Ghislaine Lanctot – 
Exato, é o dinheiro quem controla totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas doentes …  porque as pessoas sãs, não geram ingressos.  A estratégia consiste em suma, em ter enfermos crônicos que tenham que consumir o tipo de produtos paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor, baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina atual está concebida para que a gente permaneça doente o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.


UM SISTEMA DE ENFERMIDADE



Laura – Deduzo que essa é a razão pela qual no seu livro se refere ao sistema sanitário como “sistema de enfermidade”


Ghislaine Lanctot – 
Efetivamente. O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que para além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.


Laura – Supõe-se que o sistema sanitário está ao serviço das pessoas!


 Ghislaine Lanctot – Está ao serviço de quem dele tira proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória – o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por poder.


 Laura – E que papel desempenha o médico nessa máfia?


Ghislaine Lanctot – 
O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante os 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe reforçada a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.


Laura – O sistema, de fato, pretende fazer crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito.


Ghislaine Lanctot – 
A medicina científica está enormemente limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.


Laura – É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.


Ghislaine Lanctot – Salvo no que se refere à cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.


Laura – Pensa que, dão melhor resultado as chamadas medicinas suaves ou não agressivas

  
Ghislaine Lanctot – São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar… mas tão pouco curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura. A questão é que o sistema trabalha para que esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres submissos e dependentes. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão.


Laura – E, na sua opinião, por que é que as autoridades políticas, médicas, midiáticas e econômicas o permitem? Porque os governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é caríssimo?


Ghislaine Lanctot – Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa… mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu alcance a muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem acabar com ele… mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos têm poder.

Laura – E a terceira, suponho, é que não querem acabar com o sistema.


Ghislaine Lanctot – Pois o certo é que, eliminadas as outras duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.

A MÁFIA MÉDICA


Laura – Quem, na sua opinião, integra a “máfia médica”?

Ghislaine Lanctot – Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a indústria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU- e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.


Laura – Entendemos que para si, a Organização Mundial da Saúde é “a máfia das máfias”?


Ghislaine Lanctot – 
Assim é. Essa organização está completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.


Laura – Em que consiste essa declaração?


Ghislaine Lanctot – Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.


 Laura – Uma ação que não se questiona


Ghislaine Lanctot – 
Claro, porque, “quem vai ousar duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?” Com certeza, há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O poder econômico!


 Laura – Crê que, nem sequer as organizações humanitárias escapam a esse controle?


Ghislaine Lanctot – 
Com certeza que não. As organizações humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E portanto, as suas atividades estão igualmente controladas. Organizações como Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na realidade servem ao dinheiro.


Laura – Uma máfia sumamente poderosa!


Ghislaine Lanctot – Onipotente, diria eu. Eliminou toda a competência. Hoje em dia, “orientam-se “ os investigadores. Os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.


AS AUTORIDADES MENTEM


Laura – O que explica do sistema sanitário imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito do que define como ”as três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias”.


Ghislaine Lanctot – 
Pois reitero-o: as autoridades mentem quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a AIDS é contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério.


Laura – Bem, falaremos disso ainda que, já lhe adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Na nossa opinião, a sua afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustém. Uma coisa com que concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até perigosas.


Ghislaine Lanctot – 
Pois eu mantenho todas as minhas afirmações. A única imunidade autêntica é a natural e essa desenvolve-a 90% da população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar.

Por exemplo, uma vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se destina. Porque não se adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz que a vacina pode sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas.


Laura – A quais se refere?


Ghislaine Lanctot – 
Às das enfermidades como a tuberculose e o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anti-corpos das vacinas.


Laura – E até que ponto podem ser também perigosas?


Ghislaine Lanctot – 
As inumeráveis complicações que causam as vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que foram interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as consequências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões esclarecedoras.


Laura – Agradeceria que mencionasse algumas


Ghislaine Lanctot – 
Olhe, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas… é o que obtém a indústria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a “AIDS silenciosa” e garantir um “mercado da enfermidade”, perpetuamente florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios seletivos pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no patrimônio genético hereditário de quem se queira.


Laura – Bom, é evidente que há muitas coisas das quais se pode fazer um bom ou mau uso mas isso depende da vontade e intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande mentira das autoridades: você afirma que a AIDS não é contagiosa. Perdoe-me, mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis, neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação.


Ghislaine Lanctot – 
Eu afirmo que a teoria de que o único causador da AIDS é o HIV o Vírus da Imunodeficiência Adquirida é falsa. Essa é a grande mentira. A verdade é que ter o HIV não implica necessariamente desenvolver AIDS. Porque a AIDS não é senão uma etiqueta que se “coloca” num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias quando o sistema imunitário está em baixa. E nego que ter sida equivalha a morte segura. Mas, claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a ideia de que a Sida é uma enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do HIV em 1983, ter reconhecido já em 1990, que o HIV não é suficiente por si só para causar a AIDS.  Outra evidência é o fato de que há numerosos casos de AIDS, sem vírus HIV e numerosos casos de vírus HIV, sem AIDS (soropositivos). Por outro lado, ainda não se conseguiu demonstrar que o vírus HIV cause a AIDS, e a demonstração é uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre dois factores. O que se sabe, sem dúvida, é que o HIV é um retrovirus inofensivo que só se ativa quando o sistema imunitário está debilitado.


Laura –
 Você afirma no seu livro que o HIV foi criado artificialmente num laboratório.


Ghislaine Lanctot – 
Sim. Investigações de eminentes médicos indicam que o HIV foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.


Laura – 
Também observamos que ataca duramente a utilização do AZT para tratar a AIDS


Ghislaine Lanctot – 
Já no Congresso sobre AIDS celebrado em Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então proposta pela medicina científica para combater o HIV, o AZT, era absolutamente ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se pode sobreviver à AIDS … mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a AIDS. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imunodepressores que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito dinheiro à industria farmacêutica. É tão simples quanto isto.


 Laura – Falemos da “terceira grande mentira” das autoridades: a de que o câncer é um mistério


Ghislaine Lanctot –
 O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anômala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos várias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema imunitário atua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.


 Laura – E é nesse momento quando se entra na engrenagem do “sistema de enfermidade”


Ghislaine Lanctot – 
Assim é. Porque quando se descobre um tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que escolha entre estas três possibilidades ou “formas de tortura”: amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia).  Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e baratos. E depois de quatro décadas de “luta intensiva”contra o câncer, qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples facto põe em evidência o fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a criou e quem a sustem. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia sobretudo aos fabricantes e traficantes de armas. Bom, pois em medicina quem se beneficia são os fabricantes e traficantes do “armamento contra o câncer” ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.


A MÁFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA


Laura – No entanto, apesar de tudo, mantém que a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa afirmação?


Ghislaine Lanctot –
 Verá, pense num peixe comodamente instalado no seu aquário. Enquanto tem água e comida, tudo está bem mas se lhe começa a faltar o alimento e o nível da água desce perigosamente o peixe decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto individualmente. Isso, se houver muita gente que prefira morrer a saltar.


 Laura – Mas para dar esse salto é preciso um nível de consciência determinado


Ghislaine Lanctot – 
Sim. E eu creio que se está elevando muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública: que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Ademais, o médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de cartas quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema atual derrubará. Tão simples como isto.


 Laura – E em que ponto crê que estamos?


Ghislaine Lanctot – 
Não sei quantificá-lo, mas penso que provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um especialista da saúde. Deixar de lado a chamada “medicina científica” e a segurança que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também o é perder o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não à autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior.


Laura –
 E o que é que nos impede de romper com a autoridade exterior?


Ghislaine Lanctot –
 O medo. Temos medo de não chamar o médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar e matar. Nós morremos de medo. Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer, concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo? Cada vez que nos comportamos de maneira diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.


 Laura – E o que podem fazer os meios de comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?


 Ghislaine Lanctot – Informar sem tentar convencer. Dizer o que sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque intentar convencê-las será impor outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas dar referência. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas as escutarão, se ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmos, dirão: “Isso é impossível”. Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais, que se lhes poderá dar mais informação.

Fontes:  http://www.govome.com/web?hl=br&q=M%C3%A1fia+M%C3%A9dica+%E2%80%93+Doutora+Ghislaine+Lanctot

A verdade sobre a Vitamina D: sua carência é promovida por conflito de interesses – The Truth about Vitamin D

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Everyone’s talking about vitamin D right now, especially since the Institute of Medicine’s Food and Nutrition Board (FNB) updated their recommended dietary allowance (RDA) for it.

Há interesses na gestão da Medicina associados com os da Indústria Farmacêutica e não com a preservação da saúde

Há interesses na gestão da Medicina associados com os da Indústria Farmacêutica e não com a preservação da saúde

By Dr. Joseph Mercola
Mercola.com

What if a cure for cancer has been right here all along? What if the very agency charged with protecting your health is the one keeping you from that cure?

 

 

A Lawless, Rogue Agency Out of Control

 

Ten years ago a former New York State assemblyman, Daniel Haley, wrote a scathing exposé on how the Federal Drug Administration (FDA) systematically shuts the door on effective and non-toxic products, many for cancer.

The FDA is the chief agency in charge of protecting and promoting Americans’ health and safety. But in 10 stunning, true stories in his book, “The Politics of Healing,” Haley describes how the FDA has suppressed and banned natural health cures – eight of them for cancer.

He later wrote about two additional cancer cures that worked, which the FDA also disallowed.

The FDA even admitted that one of these treatments, discovered by Dr. Stanislaw Burzynski, was successful with some of the most incurable forms of cancer.

I shared this with you in a recent article that showed his film, but stories like this are far too common, and you can’t help but wonder how many people have died while the FDA denied them cancer treatments that work.

Haley brazenly calls the FDA a rogue, out of control agency that has lied in Congressional testimonies, deliberately falsified data, and destroyed evidence to prohibit cures like Burzynki’s from coming to market. The FDA’s loyalties are to the drug industry, not to individuals, Haley says.

His claims mirror those of Dr. David Graham, who once worked in the FDA’s Office of Drug Safety. In 2004 Dr. Graham blew the whistle on six drugs that were harming people, including Vioxx, but instead of acting on his warnings, Graham’s superiors pulled him off his job.

He fought back in a PBS television special when he told how he’d been chastised at the FDA for thinking the FDA served the public. The “FDA is there to serve the drug industry,” Graham said his supervisors told him.

 

 

‘Virtually Every’ Drug Company Now Targeting Cancer Therapies

 

Today, the FDA continues to serve its client, Big Pharma, by making sure that toxic chemotherapy, along with surgery and radiation, are the only cancer treatment options legally available to you. This industry is huge, with 139 cancer treatment drugs in the pipeline just for women alone.

All told there are over 900 experimental cancer therapies under investigation. No wonder so many pharmaceutical companies are ramping up their cancer drug research!

According to the New York Times:

“Virtually every large pharmaceutical company seems to have discovered cancer, and a substantial portion of the smaller biotechnology companies are focused on it as well. Together, the companies are pouring billions of dollars into developing cancer drugs.”

Note they said drugs, not cures. That’s because this industry isn’t set up for a cure, even though they say that’s what they’re looking for. It’s also why economic forecasts predict 20 million new cancers by 2025, with the $50 billion-a-year cancer treatment business increasing by 15 percent a year. Pfizer alone projects its annual cancer drug returns will be $11 billion by 2018.

The truth is that most Americans are deficient in vitamin D, and studies show that vitamin D supplementation can both prevent and kill many infections and diseases, including cancer.

Vitamin D isn’t actually a vitamin, although scientists refer to it as such. It’s actually a steroid hormone that you get from sun exposure, food sources and/or supplementation.

The term refers to either vitamin D2 or D3, but according to the National Vitamin D Council, D3 (chemical name 25-hydroxy vitamin D) is real vitamin D, and is the same substance produced naturally through your skin by sun exposure.

Older research appears at odds on whether your body cares which form of D it’s getting. But a study in the January 2011 Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism found that D3 is 87 percent more effective than D2, and is the preferred form for treating vitamin D deficiency. It’s measured in international units (IU’s) in nanograms per milliliter, or ng/mL.

The Vitamin D Council believes that a person’s D3 levels should be at least 50 ng/mLfor your body to function properly. (To determine whether you might be deficient, you need to get your vitamin D levels tested, and ideally, you’ll want to get tested regularly thereafter to ensure you’re maintaining optimal levels year-round.)

Fourteen famous vitamin D researchers gave the FNB this information, but the FNB apparently ignored the information that the researchers presented because their “updated” RDA levels ended up being so pitifully low that it’s doubtful it can significantly impact Americans’ deficiency, let alone fight off diseases like cancer and heart disease.

 

 

Experts Protest ‘Impossible’ New RDA Levels

 

Depending on your age, the new recommendations are 600 to 800 IUs a day for adults and between zero and 600 IUs a day for children. The FNB also said that taking vitamin D in amounts of 10,000 IUs or more could be dangerous – but that’s ridiculous, seeing that a 30-minute dose of sunshine can give an adult more than 10,000 IUs!

Since countless studies indicate that much higher levels of vitamin D are required for optimal health, it’s no surprise that experts lost no time denouncing the FNB’s recommendations.

“It’s almost impossible to significantly raise your vitamin D levels when supplementing (at the FNB levels),” the Vitamin D Council posted on its website.

 

 

Hidden Agendas and Conflicts of Interest

 

Suspecting that conflicts of interest and hidden agendas played a part in this, the Vitamin D Council filed Freedom of Information (FOIA) requests so they could examine the FNB’s notes on the process.

They’re still waiting on an answer, but I’m wondering if it doesn’t have something to do with the fact that over 1,350 clinical trials on vitamin D are currently being conducted by major drug companies, all based on the prevention or cure of many illnesses and diseases, including 388 for cancer.

Yes, cancer.

From breast to prostate, to colorectal to brain cancers, and even basal cell carcinoma (skin cancer), Drug companies such as Pfizer and Merck are currently either sponsoring or collaborating on clinical trials based on the premise that vitamin D administered orally, intravenously or topically (for skin cancer) may either prevent or cure cancer.

Cancer foundations and institutes are all in on the clinical study game as well, such as the National Cancer Institute and the National Institutes of Health. Even the U.S. Department of Defense and the Department of Veteran Affairs are studying ways to prevent and cure cancer with vitamin D!

What’s really interesting is that several of these studies are using vitamin D in amounts of 50,000 IUs a day or more – which flies strongly in the face of the FNB’s claims that self-supplementing with 10,000 could be dangerous to your health.

Since recent studies show that supplements of up to 40,000 IUs a day don’t appear to be toxic, and that doses as low as 400 IUs a day are too low to even maintain skeletal health, let alone prevent cancer.

 

 

The FDA’s Definition of Drug vs. Supplement

 

Over 800 studies already show that vitamin D could have cancer-prevention and/or treatment possibilities. But the problem is that it’s a natural substance that can’t be patented as a simple supplement, meaning there’s no real revenue in it, compared to a prescription brand drug.

That’s why many drug studies involving vitamins of any kind hinge on how the FDA defines drugs and supplements.

A drug is defined as a product meant for the diagnosis, cure, mitigation, treatment, or prevention of a disease.

A supplement is defined as a product that is meant to simply “supplement” or “enhance” a normal diet within the daily allowances recommended by the FDA. Drugs – and retailers who sell supplements are not allowed to tell you that vitamin D can possibly “prevent, mitigate or cure” cancer without having the FDA accuse them of selling a drug that hasn’t been approved through the proper FDA process.

 

 

Again, Follow the Money if You Want to Know the Truth

 

That process of getting a drug to market costs an average $359 million and takes nearly 10 years– with a good portion of the money going directly to the FDA through user fees. Over the years these fees have become a major funding source for the FDA. What drug companies get in return is faster FDA reviews and drug approvals.

Doenças que já têm cura ou prevenção são mantidas por interesses contrários aos da saúde

Doenças que já têm cura ou prevenção são mantidas por interesses contrários aos da saúde

 

As a result, a kind of you-scratch-my-back-I’ll-scratch-yours scenario has ensued, with drug companies maintaining major leverage over the FDA when it comes to protecting their revenue sources, including making sure the $60 billion-a-year supplement business doesn’t get in the way of drug sales.

The history of FDA laws and regulations on file at Harvard Law School, explains how years ago an FDA task force long ago established this policy

“… to ensure that the presence of dietary supplements on the market does not act as a disincentive to drug development.”

So how does this relate to too-low RDA levels for vitamin D?

A look at the clinical trials shows that most of them involve “high-potency” D3 supplements, which puts them in the drug category if it turns out they can mitigate, treat or cure cancer. And that means they can be patented – and sold to you as prescriptions at sky-high prices.

 

 

Drug Companies Are Elbowing Their Way into Your Healthcare Plan

 

Another way that Big Pharma has moved in on the cancer industry is through pharmacy benefit managers (PBMs), which administer drug benefits for about 95 percent of all patients with prescription drug coverage.

PBMs decide which drugs flow through the healthcare system. Supposedly they choose the best drugs and prices for your plan. But what if I told you that the businesses that sell the drugs have been helping to decide which drugs your PBM pays for?

Regulators have been working hard to nip conflicts of interest in the bud, but over the years numerous court cases have shown that drug companies and PBMs working together has led to higher prices and limited drug choices – and allegations of price-setting through secret deals with pharmaceutical companies.

 

 

Official Agencies Wedded to Toxic Chemotherapy

 

I have an employee who was diagnosed with breast cancer last year. After her mastectomy, she was told she had several months of chemotherapy and radiation ahead of her. But she sought a second opinion at a renowned cancer treatment center – and learned that chemotherapy was NOT going to be part of her treatment plan because her type of cancer doesn’t respond to chemotherapy.

“And since chemo is poison, why would we want to poison you for no reason?” the oncologist told her.

That’s right – a person in the business of “selling” cancer treatment actually said he wasn’t going to poison her “for no reason” – something I consider unusual in an industry that is wedded to toxic chemotherapy.

The employee was pronounced cancer-free four months later, without chemo or radiation, which may leave you wondering, as it did me, how many patients die every year from toxic chemotherapy they got but didn’t need?

Some experts believe that as much as 25 percent, or more, of patients who undergo chemotherapy are killed by it. Dr. Vincent Speckhart, a former U.S. Air Force flight surgeon and oncologist, was so concerned about deaths from chemo that he told a Congressional committee:

“After 13 years of using FDA-approved chemotherapy protocols, I concluded that such therapies were extremely toxic, poorly tolerated, and not effective in prolonging survival in most solid tumors of adults. In 1983, my patients began to request therapies other than chemotherapy. I agreed, and without even knowing it, I became an ‘alternative practitioner’ and was red-flagged by opponents of this form of therapy.”

In other words, if you’re a physician who divorces the status quo of cancer treatment, you’d better watch out.

In his book, Haley talks about how this “gross government intrusion into the healing arts,” costs thousands – and perhaps millions – of lives and facilitates the drug industry by squelching people like Dr. Speckhart and Burzynski.

 

 

Arm Yourself with Knowledge to Protect Your Healthcare Freedom

 

It doesn’t help that the FDA as well as other “official cancer medicine” agencies have a swinging door of employees going back forth between the agency and Big Pharma to work.

In a new book, “National Cancer Institute and American Cancer Society: Criminal Indifference to Cancer Prevention and Conflicts of Interest,” former Cancer Prevention Coalition president Dr. Samuel S. Epstein shows just how bad the conflicts are.

Quoting former NCI director Samuel Broder, Epstein says “the NCI has become a government pharmaceutical company.” And the ACS, Epstein says, is more interested in “accumulating wealth than saving lives.”

With close ties to cancer treatment businesses, the ACS has a track record that “clearly reflects conflicts of interest” when it comes to cancer treatment policies and prevention strategies, Epstein alleges.

And so it goes… So, what you can do to protect yourself from getting cancer, or what can you do if you already have it? The good news is that knowledge is power, and there are things you can do for yourself, right now, not to only to prevent cancer, but to make sure you have the right cancer treatment if you do get it.

Because cancer is almost wholly a man-made disease, it’s especially important to recognize that you do have power over many things that could cause you to get cancer. Taking control of your health will put you in a position to make the best health decisions possible if you do get cancer.

 

Here’s a list to get you started on a cancer prevention plan:

  1. Normalize your vitamin D levels with safe amounts of sun exposure. This works primarily by optimizing your vitamin D level. Ideally, monitor your vitamin D levels throughout the year.
  2. Control your insulin levels by limiting your intake of processed foods and sugars/fructose as much as possible.
  3. Get appropriate amounts of animal-based omega-3 fats.
  4. Get appropriate exercise. One of the primary reasons exercise works is that it drives your insulin levels down. Controlling insulin levels is one of the most powerful ways to reduce your cancer risks.
  5. Eat according to your nutritional type. The potent anti-cancer effects of this principle are very much underappreciated. When we treat cancer patients in our clinic this is one of the most powerful anti-cancer strategies we have.
  6. Have a tool to permanently erase the neurological short-circuiting that can activate cancer genes. Even the CDC states that 85 percent of disease is caused by emotions. It is likely that this factor may be more important than all the other physical ones listed here, so make sure this is addressed. My particular favorite tool for this purpose, as you may know, is the Emotional Freedom Technique.
  7. Only 25 percent of people eat enough vegetables, so by all means eat as many vegetables as you are comfortable with. Ideally, they should be fresh and organic.Cruciferous vegetables in particular have been identified as having potent anti-cancer properties. Remember that carb nutritional types may need up to 300 percent more vegetables than protein nutritional types.
  8. Maintain an ideal body weight.
  9. Get enough high-quality sleep.
  10. Reduce your exposure to environmental toxins like pesticides, household chemical cleaners, synthetic air fresheners and air pollution.
  11. Reduce your use of cell phones and other wireless technologies, and implement as many safety strategies as possible if/when you cannot avoid their use.
  12. Boil, poach or steam your foods, rather than frying or charbroiling them.

You also can help by voicing your opposition to the FDA’s censorship of alternative cancer treatments by sending a letter to your Congressional representatives and asking them to support H.R. 1364, a bill to amend the Federal Food, Drug, and Cosmetic Act concerning the distribution of information on legitimate scientific research in connection with foods and dietary supplements.

Call or write your Congressman now, and stop the censorship of your right to alternative cancer therapies and possibly a cure.

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Fonte: http://theintelhub.com/2011/08/05/the-stunning-effect-of-this-single-vitamin-on-cancer/

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Você Comeria Salmão transgênico? FDA Aprova Salmão Geneticamente Modificado

 

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(…) Michael Hansen, um pesquisador da União dos Consumidores, explicou que o salmão transgênico pode causar reações alérgicas que o FDA é incapaz de prever. Peixes transgênicos também não poderão ser rotulados, deixando os consumidores no escuro sobre a sua origem.

Se o FDA não prestar atenção ao clamor público, o Congresso pode ainda evitar a comercialização do peixe transgênico. Wenonah Haute, diretor do Food & Water Watch, pede para que os consumidores contactem os seus deputados para derrubar o que tem sido chamado de “um experimento perigoso” às custas da saúde do consumidor.

Outras preocupações sobre o peixe transgênico diz respeito a capacidade deste superar o salmão natural do Atlântico. Se ele for solto na vida selvagem, o salmão AquAdvantage poderia se adaptar aos novos alimentos, sobreviver em habitats mais difíceis, e se reproduzir muito mais rápido que o salmão natural.

Andrew Kimbrell do Centro para a Segurança dos Alimentos concluiu que “o salmão geneticamente modificado não tem valor socialmente redentor. Ele é ruim para o consumidor, ruim para a indústria do salmão e ruim para o meio ambiente.”(…)

 

(NaturalNews) Depois de poucos e breves testes, o salmão transgênico, projetado para crescer duas vezes mais rápido que o salmão normal do Atlântico, foi considerado seguro para o ambiente e para o consumo humano. O FDA (a ANVISA dos EUA) acrescentou que ouviria comentários do público durante 60 dias, antes de finalmente decidir se aprova ou não o salmão.

As críticas a respeito da avaliação recente pelo FDA aponta para a falta de evidências suficientes de que o peixe é seguro para o consumo, e também da dificuldade em medir o impacto real sobre o meio ambiente uma vez que a produção em massa do salmão transgênico inicie.

De onde o salmão biotecnológico vem?

O controverso peixe é desenvolvido pela AquaBounty Technologies, uma pequena empresa de biotecnologia americana, cujo principal objetivo é encontrar a solução que poderia aumentar a produtividade da aquicultura. Sua pesquisa mais importante consiste em desenvolver
    salmão, truta, e ovos de tilápia que produzem  espécimes de rápido desenvolvimento. Para conseguir isso, os pesquisadores modificaram a estrutura genética do peixe. Sua variedade de salmão foi patenteada e recebeu o nome de Salmão AquAdvantage.

O relatório do FDA  afirma que “no que diz respeito à segurança dos alimentos, a FDA concluiu que alimentos feitos com o Salmão AquAdvantage são tão seguros quanto aqueles feitos com o salmão convencional do Atlântico, e que existe certeza razoável de que não existe nenhum prejuízo de seu consumo“.

O que dizem os críticos?

Michael Hansen, um pesquisador da União dos Consumidores, explicou que o salmão transgênico pode causar reações alérgicas que o FDA é incapaz de prever. Peixes transgênicos também não poderão ser rotulados, deixando os consumidores no escuro sobre a sua origem.

Se o FDA não prestar atenção ao clamor público, o Congresso pode ainda evitar a comercialização do peixe transgênico. Wenonah Haute, diretor do Food & Water Watch, pede para que os consumidores contactem os seus deputados para derrubar o que tem sido chamado de “um experimento perigoso” às custas da saúde do consumidor.

Outras preocupações sobre o peixe transgênico diz respeito a capacidade deste superar o salmão natural do Atlântico. Se ele for solto na vida selvagem, o salmão AquAdvantage poderia se adaptar aos novos alimentos, sobreviver em habitats mais difíceis, e se reproduzir muito mais rápido que o salmão natural.

Andrew Kimbrell do Centro para a Segurança dos Alimentos concluiu que “o salmão geneticamente modificado não tem valor socialmente redentor. Ele é ruim para o consumidor, ruim para a indústria do salmão e ruim para o meio ambiente.”

Fontes:
– Natural News: Would you eat biotech fish? FDA approves genetically engineered salmon

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Would you eat biotech fish? FDA approves genetically engineered salmon

(NaturalNews) After a few brief tests, GE salmon, meant to grow twice as fast as regular Atlantic salmon, was deemed safe both for the environment and for human consumption. The FDA added that it would take public comments for 60 days before finally deciding on whether or not to approve the salmon.

Criticism of the recent FDA assessment points to the lack of sufficient evidence that the fish is safe for consumption, and the difficulty in measuring its real impact on the environment once mass production begins.

Where does biotech salmon come from?

The controversial fish is developed by AquaBounty Technologies, a small American biotechnology company whose main goal is to find solutions that could increase the productivity of aquaculture. Its most important research consists of developing salmon, trout, and tilapia eggs that produce fast growing specimens. To achieve this, researchers have to modify the very genetic fabric of fish. Their salmon variety has been patented and bears the trade name AquAdvantage Salmon.

The FDA report so far states that “with respect to food safety, FDA has concluded that food from AquAdvantage salmon is as safe as food from conventional Atlantic salmon, and that there is a reasonable certainty of no harm from consumption.”

What the critics say

Michael Hansen, a researcher at the Consumers Union, explained that GE fish could cause allergic reactions that the FDA is unable to anticipate. GE fish will also likely not be labeled accordingly, leaving consumers in the dark about where the fish is coming from.

If the FDA does not heed the public outcry, Congress could still prevent the commercialization of GE fish. Wenonah Hauter, director at the Food & Water Watch, urges consumers to contact their congressmen to overturn what has been called “a dangerous experiment” at the expense of consumer health.

Other concerns about GE fish pertain to its ability to outcompete natural Atlantic salmon. If it is released into the wild, the AquAdvantage salmon could adapt to new pray, survive in tough habitats, and reproduce much faster than its natural counterpart.

Andrew Kimbrell of the Center for Food Safety concluded that “the GE salmon has no socially redeeming value. It’s bad for the consumer, bad for the salmon industry and bad for the environment.”

Healthy, vegan alternatives to GE salmon

Chickpeas have been hailed by vegans everywhere for their ability to mimic fish, making them an excellent addition to faux fish salads. Chickpeas provide considerable amounts of protein, slow release carbohydrates, folate and zinc.

A delicious vegan “salmon” dish can be prepared by mixing grated carrots, mashed chickpeas, white vinegar, tomatoes, finely grated lemon peel, lemon juice, dill, vegetable oil and a pinch of salt. The mixture can either be consumed raw, or divided into patties and baked for about 25 minutes. For added flavor, vegan “salmon” can be topped with vegan mayonnaise or grated horseradish.

When choosing salmon as a means to obtain healthy fats, many may want to consider chia instead. With 724 mg of Omega-3’s in 28 grams of salmon, and 4915 mg in 28 grams of chia, chia is a clear winner.

Sources for this article include:
http://www.reuters.com
http://www.fda.gov
http://www.guardian.co.uk
http://www.onegreenplanet.org/vegan-food/recipe-vegan-salmon-patties/
www.facebook.com

About the author:
Raw Michelle is a natural health blogger and researcher, sharing her passions with others, using the Internet as her medium. She discusses topics in a straight forward way in hopes to help people from all walks of life achieve optimal health and well-being. She has authored and published hundreds of articles on topics such as the raw food diet and green living in general. In 2010, Michelle created RawFoodHealthWatch.com, to share with people her approach to the raw food diet and detoxification.

Learn more: http://www.naturalnews.com/038469_GM_salmon_FDA_approval.html#ixzz2GOfF9E2r

Sequenciamento do genoma: Novas pesquisas podem gerar aumento no número de abortos

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Ao tornar o diagnóstico de doenças genéticas mais precoce, o sequenciamento também daria às mulheres mais tempo e potencialmente mais razões para considerar um aborto. (…)  Vários Estados americanos vêm regulamentando o aborto de forma mais restritiva nos últimos anos. Quatro deles (Arizona, Oklahoma, Illinois e Pensilvânia) proibiram a prática por motivo de sexo ou raça (cor da pele) do bebê, e há várias iniciativas legais também para torná-la ilegal quando motivada por anomalias físicas ou genéticas.

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Herton Escobar, do Estadão

São Paulo – Uma das principais preocupações éticas relacionadas ao sequenciamento do genoma de fetos nos Estados Unidos é que isso conduza a um aumento do número de abortos ou, no sentido contrário, a um aumento das restrições legais ao aborto.

Isso porque, ao tornar o diagnóstico de doenças genéticas mais precoce, o sequenciamento também daria às mulheres mais tempo e potencialmente mais razões para considerar um aborto. A interrupção da gravidez é permitida no País até o sexto mês de gestação, por qualquer motivo.

“Se você detecta mais problemas mais cedo na gestação, a probabilidade de a mulher optar por um aborto aumenta”, diz Jaime King, professora de Direito da Universidade da Califórnia em Hastings, que publicou um artigo sobre o assunto no início deste mês, na revista Nature.

Vários Estados americanos vêm regulamentando o aborto de forma mais  restritiva nos últimos anos. Quatro deles (Arizona, Oklahoma, Illinois e Pensilvânia) proibiram a prática por motivo de sexo ou raça (cor da pele) do bebê, e há várias iniciativas legais também para torná-la ilegal quando motivada por anomalias físicas ou genéticas.

O caso mais emblemático é o da síndrome de Down, causada por uma cópia extra (trissomia) do cromossomo 21 no genoma do feto. Testes de sangue e imagens de ultrassom podem dar indícios da doença, mas um diagnóstico conclusivo, tipicamente, só pode ser obtido a partir da 16.ª semana, com uma análise genética do líquido amniótico (amniocentese) – procedimento invasivo, que carrega 1% de risco de perda da gravidez.

Novos testes genéticos não invasivos, baseados no DNA fetal que circula no sangue da mãe, porém, permitiriam diagnosticar a síndrome já na 10.ª semana.

Para Jaime, isso não é necessariamente um problema, desde que a decisão de abortar seja tomada de forma informada e consciente. A preocupação maior quando se olha para o genoma inteiro, segundo ela, refere-se a características genéticas menos determinísticas, como mutações pontuais que podem aumentar o risco de doenças que poderão se manifestar – ou não – somente na vida adulta.

“O que a maioria das pessoas teme é que as mulheres recebam informações equivocadas ou confusas e acabem decidindo por um aborto com base em conclusões erradas. Isso seria realmente trágico”, diz. “As pessoas são muito determinísticas. Seria muito fácil interpretar um risco como uma certeza de que algo ruim vai acontecer.”

Nesse ponto, diz ela, é essencial que a Food and Drug Administration (FDA) regulamente o uso de testes genéticos no período pré-natal, para garantir que eles só serão usados para obter informações que sejam confiáveis e clinicamente relevantes.

Indicação. Para a chefe do setor de Medicina Fetal do Hospital Albert Einstein, Rita Sanchez, testes genéticos só devem ser feitos quando há alguma indicação clínica que o justifique. “Talvez no futuro as pessoas queiram sequenciar o genoma sem indicação médica, mas não vejo muita vantagem nisso.”

Fonte: http://exame.abril.com.br/ciencia/noticias/novas-pesquisas-podem-gerar-aumento-no-numero-de-abortos?page=2

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Tem arsênico no seu arroz. There’s arsenic in your rice — and here’s how it got there

arsenic trioxide

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Tem arsênico no seu arroz – e aqui está como ele foi parar nele.

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By Twilight Greenaway

Photo by Shutterstock.

Rice. It’s just one of the basics, right? Whether eaten on its own, or in products like pastas or cereal, this inexpensive and healthy food is a staple for Asian and Latino communities, as well as the growing number of people looking to avoid gluten.

Here’s the bad news (cue Debbie Downer sound effect): The food most of us think we have more or less locked down is shockingly high in arsenic. And arsenic, especially the inorganic form often found in rice, is a known carcinogen linked to several types of cancer, and believed to interfere with fetal development.

According to new research by the Consumers Union, which took over 200 samples of both organic and conventionally grown rice and rice products, nearly all the samples contained some level of arsenic, and a great deal of them contained enough to cause alarm. While there is no federal standard for arsenic in food, according to the Consumers Union, the advocacy arm of Consumer Reports, one serving of rice may have as much inorganic arsenic as an entire day’s worth of water.  (They’ve also created a useful chart of various rice products, rice brands, and their arsenic levels.)

Rice often readily absorbs arsenic from soil where chemical-heavy cotton once grew. (Photo by Shutterstock.)

How does rice compare to other grains like wheat and oats? It turns out it’s much higher because of two main factors: How and where rice is grown. The November issue of Consumer Reports, released today, breaks down both phenomena. First, the how:

Rice absorbs arsenic from soil or water much more effectively than most plants. That’s in part because it is one of the only major crops grown in water-flooded conditions, which allow arsenic to be more easily taken up by its roots and stored in the grains.

Then, the where:

In the U.S. as of 2010, about 15 percent of rice acreage was in California, 49 percent in Arkansas, and the remainder in Louisiana, Mississippi, Missouri, and Texas. That south-central region of the country has a long history of producing cotton, a crop that was heavily treated with arsenical pesticides for decades in part to combat the boll weevil beetle.

Not a big rice eater? Well, I’d argue this study matters for other reasons too; it illustrates what a long shadow industrial farming practices can cast over the entire food system — and the way some chemicals can cycle through our food and water, for literally generations. You see, in some areas, even rice grown organically is impacted because of what you might call the legacy of the soil.

For decades, farmers used lead-arsenate insecticides to control pests. As the name implies, these were extra dangerous because of their lead content and they were banned in the 1980s, but much of the arsenic that was left behind still remains in the soil. As Consumer Reports mentioned above, the worst offenders were cotton farms in the South, which relied heavily on these heavy-metal-containing chemicals. (Cotton farming, generally, is known to be some of the most “chemically dependent” farming on Earth.)

Click to embiggen.

There are still several non-lead-based arsenical pesticides on the market, and although most are in the process of being phased out, Michael Hansen, Consumers Union senior scientist, says there is still one important pesticide, called MSMA, in use on cotton farms. Ironically, Hansen says, “they’re allowing its use because of the increasing problem of Palmer pigweed — created by the overuse of Glyphosate [Roundup] due to [Roundup Ready] GMO seeds.” (Otherwise known as superweeds.) “Palmer pigweed can lead to a 25 percent-or-more loss of revenue in cotton. So federal regulators calculated that it was worth the risk to continue using arsenic herbicides.”

Arsenic has also been commonly used in animal feed to prevent disease and make both hogs and chickens grow faster. The manure from these farms also ultimately ends up adding arsenic back in the soil (it’s even permitted on organic farms). Hansen says he’s seen ample evidence that soils that have been treated with poultry manure for years “have significantly higher levels of arsenic than untreated soil.”

On the bright side, a new law in Maryland, a huge poultry farming state, will keep arsenic feed out of chicken farms there. And one poultry drug, Pfizer’s Roxarsone, was voluntarily withdrawn from the market last spring. Meanwhile there are three others are still allowed to be used outside Maryland. “We think the Food and Drug Administration [FDA] should ban those as well,” said Hansen.

In the press release associated with the study, Consumers Union recommended that the Environmental Protection Agency (EPA) phase out use of all arsenical pesticides and the FDA set limits for arsenic in rice products. In response to Wednesday’s report, the FDA released an FAQ on its website describing its own testing of 1,000 different rice products. FDA officials also told the Washington Post, however, that they are “not prepared, based on preliminary data, to advise people to change their eating patterns.”

The Consumers Union, on the other hand, has a released a chart explicitly designed to help consumers limit their exposure to rice, with exact serving recommendations for both adults and children. Rice cereal, which federal surveys indicate many small children eat multiple times a day, is of special concern.

According to Hansen, rice grown in California (a relatively small subset of the U.S. industry), is also likely to have lower arsenic rates than rice grown in the South. For those interested in reducing their risk, the scientist also recommends washing the grain thoroughly before cooking it, and using a technique Hansen has observed in Asia.

“When I was in Bangladesh recently I noticed they would cook the rice with a lot of extra water — to absorb arsenic and/or pesticide residue — and then drain it off at the very end before serving it.” Hansen says this technique, over time, especially if filtered water is used, may reduce the risk of exposure to the heavy metal.
Twilight is the food editor at Grist. Follow her on twitter.

Fonte: http://grist.org/food/theres-arsenic-in-your-rice-and-heres-how-it-got-there/

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