Uma Santa Casa sem misericórdia. Hospital faz tráfico de órgãos. Há quantos mais?

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Fato:
 no Brasil, o tráfico de órgãos é comum, de longa data e acobertado por altas autoridades, inclusive de dentro do Ministério Público e pelo próprio Conselho Federal de Medicina.  Este tráfico está dentro do SUS e isto já foi noticiado, desde 1997.  Sobre o assunto, o Ministério Público Federal disse-me “não contrariamos políticas de Estado”. Depois: “eles são médicos, não são bandidos!”  

O fenômeno diferencial, que fez este tráfico começar a ser denunciado por forte e persistente iniciativa de cidadãos,  foi que no final de década de 90, estes traficantes passaram a colocar em seus açougues humanos, os filhos da classe média brasileira.  Até então, as famílias pobres, que eram suas vítimas preferenciais, não tinham condições de reação ou sequer de entender o que estava acontecendo. 

De resto, sempre foi imposto no Brasil, o forte comando  de não se criticar a medicina transplantadora para não comprometer a “oferta de órgãos”, a “captação de órgãos” e sua angelical aparência, com apelos para a caridade, filantropia e generosidade.

Assinale-se que a atividade desta medicina é a mina de ouro desta profissão.  Uma pessoa pobre e saudável, pode não ter dinheiro algum, mas seu corpo e órgãos valem mais de R$ 1.000.000,00 (hum milhão de reais), dependendo de circunstâncias de demanda.  

Você, que confia na propaganda transplantadora, não acha que tinha o DIREITO de saber de tudo isto?

Celso Galli Coimbra
OABRS 11352

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As denúncias, segundo autoridades que assumiram os processos, passaram anos diante do descaso oficial de policiais e promotores locais. A primeira sentença , divulgada na última semana, saiu depois da designação de autoridades de fora para assumir os casos. Nela foram condenados em primeira instância quatro réus, todos médicos. Alexandre Crispino Zincone, de 48 anos, recebeu pena de 11 anos e meio de prisão; João Alberto Goés Brandão, de 44, Celso Roberto Frasson Scafi, de 50, e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, de 53, foram condenados a oito anos cada um.

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Poços de Caldas, Bandeira do Sul e  Carvalhópolis – Estudos da área de segurança pública definem “máfia” como uma organização com estrutura hierárquica definida, múltiplas atividades criminosas e influência velada sobre o poder público. Treze anos depois das primeiras denúncias de assassinato de pacientes para tráfico de órgãos humanos em Poços de Caldas, no Sul de Minas, esse é o tipo de grupo descrito por promotores e juízes de Belo Horizonte que tomaram a frente das apurações e das ações judiciais que resultaram delas. Os trabalhos se referem a uma série de denúncias, encabeçadas por pelo menos oito mortes suspeitas e transações ilícitas de órgãos por meio de uma lista de receptores paralela à oficial. Mais impressionante do que os relatos sobre o grupo de médicos suspeito de deixar pacientes definhar deliberadamente e até retirar vísceras de vítimas ainda vivas, porém, são relatos de horror feitos por parentes dessas pessoas. A reabertura das investigações leva alguns desses familiares, localizados pelo Estado de Minas, a reviver os dias de angústia enfrentados durante as internações na Santa Casa de Poços de Caldas, na qual operava o grupo investigado, e onde, segundo contam, pacientes chegavam a passar fome enquanto, de acordo com a Justiça, eram deixados para morrer.

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Santa Casa de Poços de Caldas

As denúncias, segundo autoridades que assumiram os processos, passaram anos diante do descaso oficial de policiais e promotores locais. A primeira sentença , divulgada na última semana, saiu depois da designação de autoridades de fora para assumir os casos. Nela foram condenados em primeira instância quatro réus, todos médicos. Alexandre Crispino Zincone, de 48 anos, recebeu pena de 11 anos e meio de prisão; João Alberto Goés Brandão, de 44, Celso Roberto Frasson Scafi, de 50, e Cláudio Rogério Carneiro Fernandes, de 53, foram condenados a oito anos cada um. Todas as penas são em regime fechado, embora os réus possam recorrer em liberdade. As acusações contra Félix Herman Gamarra Alcântara, de 71, e Gérsio Zincone, de 77, caducaram, devido ao fato de serem maiores de 70 anos, embora a Justiça tenha considerados  procedentes fatos pelos quais foram denunciados. A defesa dos acusados informou já ter recorrido da decisão.

O único caso julgado diz respeito à morte de José Domingos Carvalho, que faleceu em 2001, aos 38 anos. Segundo sentença de primeira instância, ele foi morto na Santa Casa de Poços de Caldas para ter os órgãos traficados.  Mais de 12 anos depois de enterrá-lo, seus parentes, assim como de outras supostas vítimas da organização, vivem hoje uma angústia.  Não sabem se foi sua autorização no papel da MG Sul Transplantes – entidade criada em Poços de Caldas para burlar a lista de espera oficial de receptores de órgãos e tecidos, segundo a Justiça – que permitiu ao grupo investigado tirar a vida do paciente para lucrar com rins, córneas, coração e fígado. “A gente leva a pessoa para o hospital para ver ela sair bem. Para ser curada. Não para morrer nas mãos de quem deveria salvar”, desabafa o pedreiro Júnior Aparecido de Carvalho, hoje com 26 anos, filho da vítima.

A morte do pai ainda assombra o rapaz, que tinha apenas 14 anos quando o enterrou. “Meu filho, não esquece de ajudar sua mãe e de preparar os queijos para a gente pescar quando eu sair daqui do hospital.” Foram as últimas palavras do pai para Júnior. Antes de ser levado para a unidade de saúde de onde só sairia morto, José Domingos sofreu mal súbito e desmaiou em casa. Foi transportado para o posto médico da sua cidade, Bandeira do Sul, e depois para Poços de Caldas, a 19 quilômetros, onde se internou na Santa Casa. Foi lá que a família viu o homem piorar sem receber o que julgaram ser um tratamento adequado. “Meu pai ficou ali seis dias, no meio de 10 pacientes. Um dia, encontramos com ele tentando fugir. Perguntamos o que tinha acontecido e ele disse: ‘Vou sair, porque estou morto de fome. Ninguém me dá comida’”, lembra Júnior. Depois do episódio e dos protestos da família, o homem recebeu um pouco de sopa. “Quase comeu o prato, de tanta fome”, lembra, entristecido, o filho.

Trechos da sentença que condenou os médicos responsáveis pelo atendimento do pai de Júnior reforçam as suspeitas da família. “Verifica-se que o paciente não teve o tratamento adequado, pois desde o início o interesse das equipes médicas era na retirada de seus órgãos para fins de transplante. Não se concebe um paciente com um quadro tão grave ficar internado dias na enfermaria geral”, escreveu o juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, da da 1ª Vara Criminal de Poços, que julgou o caso, referindo-se ao diagnóstico de aneurisma da vítima.

No sexto dia de internação, quando os parentes foram visitar José Domingos, só encontraram o par de chinelos dele sob a cama. Foi quando a família foi informada da morte cerebral. “Veio uma psicóloga conversar com a gente por duas horas sobre a doação dos órgãos. Disse que uma pessoa poderia voltar a ver por causa das córneas do meu pai. A gente estava muito triste, mas concordou”, relembra Júnior. Foi só depois do enterro, quando a família se resumiu à mãe, catadora de café, ao irmão, então com 6 anos e a Júnior, que veio a segunda pior notícia: a suspeita de tráfico de órgãos. “Foi a Polícia Federal que nos procurou e contou tudo. Tiraram o meu pai. Tive de ser pai para meu irmão aos 14 anos. Isso nunca vai sarar.”

Açougue Humano

Fonte: Estado de Minas

Assista:

Tráfico de Órgãos Humanos

Erros declaratórios da morte encefálica

Leia:

Tráfico de órgãos humanos

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O falecimento da “morte encefálica”

The Demise of “Brain Death”

Thursday September 18, 2008

— Commentary by Dr. Paul A. Byrne, M.D.

http://www.thelifeguardian.org

We are bombarded with propaganda that encourages organ donation. For an organ to be suitable for transplantation it must be taken from a living person.

Recent reports in the literature include:

  • Dr. KG Karakatsanis of Greece evaluated current clinical criteria and confirmatory tests for the diagnosis of “brain death” to determine if they satisfied the requirements for the irreversible cessation of all functions of the entire brain including the brain stem. He reviewed medical, philosophical and legal literature on the subject of “brain death.” He presented four arguments:

    1. Many clinically ‘brain-dead’ patients maintain residual vegetative functions that are mediated or coordinated by the brain or the brainstem.
    2. It is impossible to test for any cerebral function by clinical bedside exam, because the tracts of passage to and from the cerebrum through the brainstem are destroyed or nonfunctional. Furthermore, since there are limitations of clinical assessment of internal awareness in patients who otherwise lack the motor function to show their awareness, the diagnosis of ‘brain death’ is based on an unproved hypothesis.
    3. Many patients maintain several stereotyped movements (the so-called complex spinal cord responses and automatisms) which may originate in the brainstem.
    4. Not one of the current confirmatory tests has the necessary positive predictive value for the reliable pronouncement of human death.
    5. Conclusion: According to the above arguments, the assumption that all functions of the entire brain (or those of the brainstem) in ‘brain-dead’ patients have ceased, is invalidated. Spinal Cord (2008) 46, 396-401.
  • In the New England Journal of Medicine on 8-14-08 it was reported that infants who were not “brain dead” were pronounced dead after life support was discontinued. When there was no detected pulse for only 1.25 minutes, the heart was then excised for transplantation.
  • Dr. David Greer reported in Neurology (Jan 2008) that many highly regarded hospitals in the U.S. routinely diagnose “brain death” without following the guidelines promulgated in 1995 by the American Academy of Neurology (AAN). Researchers at the Massachusetts General Hospital surveyed the top 50 neurology and neurosurgery departments nationwide; 82 percent responded. Results showed that “adherence to the AAN guidelines varied widely, leading to major differences in practice, which may have consequences for the determination of death and initiation of transplant procedures. Apnea testing was omitted by 27 percent; still more distressing is that many fail to even check for spontaneous respirations.

While the apnea test can only cause a patient with a neurologic problem to get worse, it is commonly done without full and explicit consent. The test involves turning off the ventilator to determine if he can breathe on his own; and if he cannot, the result is suffocation of this living human being. The sole purpose of the apnea test is to determine that the patient cannot breathe on his own in order to declare him “brain dead.” It is illogical to do this stressful, possibly lethal, apnea test on a patient who has just undergone severe head trauma. To turn off the ventilator for up to 10 minutes as part of the declaration of “brain death” risks further damage and even killing a comatose patient, who might otherwise survive and resume spontaneous breathing if treated properly.

“In plain, straight talk,” writes Dr. Lawrence Huntoon, editor-in-chief of the Journal of American Physicians and Surgeons, “the survey indicates a high likelihood that some patients are being ‘harvested’ in some hospitals before they are dead! In hospitals with aggressive transplant programs (hospitals make a huge amount of money on transplant cases), making sure a patient is dead before going to the ‘harvesting suite’ may be viewed as a minor technicality/impediment.”

In the largest study in the literature known as the Collaborative Study 10 % at autopsy had no pathology in the brain. Only 27% of patients on the ventilator for 1 week had a “respirator brain.” From the beginning “brain death” was not based on data that was not sufficient and acceptable scientifically for destruction of the brain much less death of the person.

Now more than ever, there is great push to kill for organs. It was reported in the news that Zack Dunlap from Oklahoma was declared dead, and a transplant team was ready to take his organs until that young man moved. Instead of a calling it a reflex (as I have been told is commonly done), the transplant team was sent away. (http://www.msnbc.msn.com/id/23768436/)

This young man did not have a destroyed brain. Nevertheless, Zack would have been truly dead had they excised his heart for transplantation. He could hear the doctors discuss his “brain death,” but he could not move at that time to tell them he was alive.

Brain death” never was, and never will be true death. This has been known by neurologists and organ transplanters since the beginning of the multi-billlion industry. So if a declaration of “brain death” is not true death, but organs are taken legally in accord with “accepted medical standards,” why not continue to make “acceptable” this less stringent criteria?

In the 10 years after the ad hoc Committee conjured up the Harvard Criteria, 30 more sets were reported by 1978. Every set became less stringent. Less strict sets were reported until eventually there came about a criterion that does not fulfill any of the “brain death” criteria. This is known as donation by cardiac death (DCD). Organs are obtained for transplantation by first getting a DNR order, then taking the patient off life support and waiting until the patient is without a pulse. In the past the waiting time was 10 minutes, then shortened to 5 minutes, then 4, then 2 and now in the NEJM (8-14-08) the waiting time is only 1.25 minutes until they cut out the baby’s heart.

How shameful can it get? Shame on the medical field for knowing and not protecting these patients! Shame on the transplantation organizations for valuing money over an innocent injured person’s life! Shame on the US government, other governments, and clergy for allowing and even encouraging extracting vital organs for transplantation and research! When will doctors informed of the truth stand for life instead of being political creeps?

The transplant world no longer waits for “brain death.” Now the goal is to get a DNR. Then they wait until the pulse stops for as short a time as 1.25 minutes. Organs obtained deceptively, yet legally, are called donation by brain death (DBD) and donation by cardiac death (DCD). It is the excision of vital organs that finalizes the death of the donor.

What is going to happen when it becomes better known that “brain death” was a hoax from the beginning? Do doctors and laymen not realize that destroying human life before its natural end is a heinous crime? Do they not realize that excision of an unpaired vital organ for transplantation or research is imposed death, also known as euthanasia? Have they not been reading the papers about all those “donors” about to be sacrificed who suddenly wake up minutes before their organs were going to be extracted?

No matter how generous one might want to be by donating his own self, or vital organs from someone else to save others, suicide or homicide to save another is not morally acceptable.

See related News:

Val Thomas from West Virginia wakes after heart stopped, rigor mortis set in

http://www.foxnews.com/story/0,2933,357463,00.html

French man began breathing on own as docs prepared to harvest his organs

http://www.msnbc.msn.com/id/25081786

Woman Diagnosed as “Brain Dead” Walks and Talks after Awakening

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/feb/08021508.html

Vatican Newspaper: Brain Death and thus Organ Donation Must be Reconsidered

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/sep/08090310.html

New England Journal of Medicine: ‘Brain Death’ is not Death – Organ Donors are Alive

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/aug/08081406.html

Catholic medical authority raps ‘brain death’ criteria

http://www.lifesitenews.com/ldn/2005/feb/05021106.html

Woman’s Waking After Brain Death Raises Many Questions About Organ Donation

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08052709.html

Doctor Says about “Brain Dead” Man Saved from Organ Harvesting – “Brain Death is Never Really Death”

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/mar/08032709.html

Transplantes: Revista dos Anestesistas recomenda em Editorial realização de anestesia geral nos doadores para que não sintam dor durante a retirada de seus órgãos. Se estão mortos para que a recomendação de anestesia geral?

Assista:
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” IF a person was not dead, they should not be baving their organs taken away.” Se uma pessoa não está morta, não deveria ter seus órgãos retirados.

” IF a patient is not sedated during procedures to remove heart, lung, liver and pancreas, there is often an alarming and dramatic response from the body”

Comentários de autoria de Celso Galli Coimbra*

Vedada a reprodução deste texto, mas sua citação ou referência pode ser feita utilizando os links ativos:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/editorial.asp?idEditorial=154

Em fevereiro de 2000, Volume 55, Issue 2, p. 105-106, a Revista dos Anestesistas do Royal College of Anaesthetists [1] da Inglaterra recomendou em seu editorial a realização de anestesia geral nos doadores de órgãos para eles não sentirem DOR com a retirada de seus órgãos, devido à “abitrariedade dos critérios declaratórios de morte encefálica”. Esta atitude foi determinada pelo fato de os anestesistas saberem que o paciente que tem seus órgãos retirados para transplante, a partir de como essa “declaração” de morte para fins de transplante é feita atualmente, reage dramaticamente à sensação de dor (” if a patient is not sedated during procedures to remove heart, lung, liver and pancreas, there is often an alarming and dramatic response from the body”). Se o paciente está morto, por que fazer anestesia geral nos doadores de órgãos?

[1] Young & Matta Editorial. Anaesthesia 2000;55;105-6 Correspondence Anaesthesia 2000 55;695-6

http://pt.wkhealth.com/pt/re/anesb/abstract.00000524-200007000-00015.htm;jsessionid=J66DzJJxCNhs5wNKJV1hDT17CNG54XDk3vZcf85h4hQrpjdNDrQ6!-1854079795!181195628!8091!-1

[1] Anaesthesia for organ donation in the brainstem dead – why bother?
Young, P. J.; Matta, B. F.

A íntegra deste editorial pode ser obtida no endereço:

http://pt.wkhealth.com/pt/re/anesb/toc.00000524-200002000-00000.htm;jsessionid=J66DzJJxCNhs5wNKJV1hDT17CNG54XDk3vZcf85h4hQrpjdNDrQ6!-1854079795!181195628!8091!-1

*Advogado, OABRS 11352, c.galli@terra.com.br


A reportagem reproduzida a seguir, apresenta a conclusão do editorial da revista médica do Royal College of Anaesthetists


Esse documento está juntado ao dossiê da CPI do Tráfico de Órgãos (2004) e também em procedimento junto ao Ministério Público Federal, desde junho de 2000.

COULD THE CLINICALLY DEAD FEEL PAIN?

Tuesday, 22 August 2000

Fears that brain-dead patients having their organs removed for donation could still feel pain have sparked calls for use of anaesthetics.

The Guardian reports that British anaesthetists are urging that anaesthetics be used in all situations where organs are being removed from a patient. The call comes this week in an editorial in Anaesthesia, the joumal of the .

The writers, Basil Matta and Peter Young from Addenbrooke’s Hospital in Cambridge said; death is not an event but a process, and our limited understanding of the process should demand caution before assuming that anaesthesia is not required.

Anaesthetists have long debated whether pain might be experienced by someone who is clinically brain dead. It is common for patients from whose body organs are being removed to still be connected to a resuscitator, and still have a beating heart.

The concerns come from me fact that if a patient is not sedated during procedures to remove heart, lung, liver and pancreas, there is often an alarming and dramatic response from the body.

But the controversy deepened last year when British public watchdog, me intensive Care Society, published guidelines which stated that analgesia was not necessary in this situation. The Department of Heatth has agreed with this assessment.

Anaesthetists have observed that patient’s pulse and blood pressure shoot up when the first cut is made. Theatre staff are often distressed when clinically dead patients move and wriggle about, to me point where it is impossible to operate.

The editorial claimed that studies showed there was some level of activity in brain cells, even when the brain stem (which connects the brain to me spine) was not active. However, the guidelines said that dead patients do not require analgesia or sedation. It added that dead people did not require anaesthesia, and if a person was not dead, they should not be baving their organs taken away.

http://www.abc.net.au/science/articles/2000/08/22/166001.htm?site=science&topic=latestAbbie Thomas- ABC Science Online

http://www.abc.net.au/science/news/health/HealthRepublish_166001.htm

Outras referências sobre o mesmo assunto:

Artigo publicado na Revista Ciência Hoje, número 161

Expressamente proíbida a reprodução deste artigo em qualquer publicação eletrônica ou não.

Endereço deste artigo neste espaço:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/08/falhas-no-diagnostico-de-morte-encefalica-valor-terapeutico-da-hipotermia/

Editorial da Revista Ciência Hoje, número 161:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/3/

Artigo original: https://biodireitomedicina.files.wordpress.com/2009/01/revista-ciencia_hoje-morte-encefalica.pdf

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/2/

Editorial da Revista dos Anestesistas do Royal College of Anaesthetists da Inglaterra, de maio de 2000:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/05/transplantes-revista-dos-anestesistas-recomenda-em-editorial-realizacao-de-anestesia-geral-nos-doadores-para-que-nao-sintam-dor-durante-a-retirada-de-seus-orgaos-se-estao-mortos-para-que-a-recomend/

Leia também no site da UNIFESP:

http://www.unifesp.br/dneuro/apnea.htm

http://www.unifesp.br/dneuro/mortencefalica.htm

http://www.unifesp.br/dneuro/brdeath.html

http://www.unifesp.br/dneuro/opinioes.htm

Revista de Neurociência da UNIFESP, de agosto de 1998:

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/04/morte-encefalica-um-diagnostico-agonizante-artigo-de-0898-da-revista-de-neurociencia-da-unifesp/

Brazilian Journal of Medical and Biological Research (1999) 32: 1479-1487 ISSN 0100-879X – “Implications of ischemic penumbra for the diagnosis of brain death”:

http://www.scielo.br/pdf/bjmbr/v32n12/3633m.pdf

Revista BMJ – British Medical Journal – debate internacional onde não foi demonstrada a validade dos critérios declaratóricos de morte vigentes:

http://www.bmj.com/cgi/eletters/320/7244/1266

Morte encefálica: o teste da apnéia somente é feito se houver a intenção de matar o paciente

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/11/morte-encefalica-o-teste-da-apneia-somente-e-feito-se-houver-a-intencao-de-matar-o-paciente/

Morte encefálica: carta do Professor Flavio Lewgoy

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/3/

A morte encefálica é uma invenção recente

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/4/

Morte encefálica: A honestidade é a melhor política

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/5/

Morte encefálica: O temor tem fundamento na razão

https://biodireitomedicina.wordpress.com/page/6/

Morte encefálica: Carta do Dr. César Timo-Iaria dirigida ao CFM acusando os erros declaratórios deste prognóstico de morte

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/13/morte-encefalica-carta-do-dr-cesar-timo-iaria-dirigida-ao-cfm-acusando-os-erros-declaratorios-deste-prognostico-de-morte/

Referências correlacionadas:

QUESTIONAMENTO INTERPELATÓRIO AO CFM:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=149

INTRODUÇÃO ÀS RESPOSTAS DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=150

RESPOSTAS DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=151

RÉPLICA A ESTAS RESPOSTAS COM NOVE ANEXOS E CARTAS DE AUTORIDADES EM SAÚDE:

http://www.biodireito-medicina.com.br/website/internas/ministerio.asp?idMinisterio=108

A change of heart and a change of mind? Technology and the redefinition of death in 1968

http://www.sciencedirect.com/science?_ob=ArticleURL&_udi=B6VBF-3SWVHNF-R&_user=10&_rdoc=1&_fmt=&_orig=search&_sort=d&view=c&_acct=C000050221&_version=1&_urlVersion=0&_userid=10&md5=45715d0a00629ba39456d22a891613e6

Morte Suspeita – Editorial do Jornal do Brasil de 01.03.1999, Caderno Brasil, página 08

https://biodireitomedicina.wordpress.com/category/editoriais-morte-encefalica/page/4/

A dura realidade do tráfico de órgãos

Seminário sobre Morte Encefálica e Transplantes de 20.05.2003 na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/14/seminario-sobre-morte-encefalica-e-transplantes-de-20052003-na-assembleia-legislativa-do-estado-do-rio-grande-do-sul/

Redefinindo morte: um novo dilema ético – publicado em 19 de janeiro de 2009, na Revista American Medical News

http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/19/redefindo-morte-um-novo-dilema-etico/

“Brain Death” — Enemy of Life and Truth
https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/“brain-death”—enemy-of-life-and-truth/

Movimento contesta uso do critério da morte cerebral – “Brain Death” — Enemy of Life and Truth

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/movimento-contesta-uso-do-criterio-da-morte-cerebral-“brain-death”-—-enemy-of-life-and-truth/

“Morte encefálica” — Inimiga da Vida e da Verdade – Declaração internacional em oposição à “morte encefálica” e ao transplante de órgãos vitais únicos

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/22/declaracao-internacional-em-oposicao-a-morte-encefalica-e-ao-transplante-de-orgaos-vitais-unicos-traduzido-para-portugues/

Tráfico de órgãos é uma realidade comprovada no Brasil e no exterior

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/01/27/trafico-de-orgaos-e-uma-realidade-comprovada-no-brasil/

Transplantes e morte cerebral. L’Osservatore Romano rompe o tabu

https://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/02/01/transplantes-e-morte-cerebral-losservatore-romano-rompe-o-tabu/


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