Os segredos da produção do hormônio-vitamina D – Artigo de John Cannell, MD – “Fatos não deixam de existir, apenas porque eles são ignorados.”


__


“O primeiro fato que você já conhece.   A forma ativa de vitamina D é um hormônio esteróide, e o mais potente no corpo. Os hormônios esteroides funcionam por “desmascarar” o genoma. Isto é, eles habilitam a produção de proteínas e enzimas pelo seu equipamento genético, a essência da vida. Então a forma ativa de vitamina D age habilitando a expressão genética de proteínas e enzimas cruciais para a saúde em centenas de tecidos por todo o corpo. Este fato explica por que a deficiência de vitamina D é envolvida em tantas doenças diferentes.” (…)

__

“O segundo fato mudou minha vida. Fez-me perguntar por quê?  O fato é o seguinte:  a maioria de nós produz mais ou menos 20.000 unidades de vitamina D após mais ou menos 20 minutos de sol de verão. (Para a maioria dos tipos de pele, um mínimo eritema por todo o corpo [vermelhidão leve] produzido pela luz de raios UVB resulta na produção de cerca de 20.000 unidades de colecalciferol.) Isto é mais ou menos 100 vezes mais vitamina D do que o governo diz que você precisa diariamente.” (…)

__

O terceiro fato é mais complexo e tem a ver com a regulação singular do sistema hormonal esteróide da vitamina D. Os hormônios esteroides são moléculas fabricadas a partir do colesterol que atuam agindo sobre um receptor no genoma. Os sistemas hormonais esteroides são firmemente regulados pelo organismo. Quando os níveis estão muito baixos, o corpo fabrica mais hormônios. Quando aqueles níveis estão muito altos, o corpo produz menos. Mas não com a vitamina D.

 

Primeiramente, diferente de outros sistemas esteroides  o sistema da vitamina D necessita de ambos, colesterol e luz solar para iniciar. O corpo não tem nenhuma maneira de obter vitamina D a menos que você entre em contato com o sol ou tome suplementos. Lembre, diferentemente de todos os outros hormônios esteroides  o corpo não pode fabricar sua própria vitamina D a partir do colesterol. Ele necessita de raios de sol também.

 

Claro, até mais ou menos 300 anos atrás, os humanos sempre tiveram muitos raios solares. (…)

 

Este complexo terceiro conjunto de fatores fortemente implica numa severa deficiência difundida entre os seres humanos modernos.  Quando os sistemas de hormônio de esteróide são ligados a pleno, sem desligamento periódico, isto normalmente significa que o corpo está sempre pedindo por mais!  Uma vez que poucos de nós vivemos desnudos sob o sol, nossos sistemas de vitamina D estão secos, nossos tanques de calcidiol estão sempre com o ponteiro na reserva, nossos tecidos estão famintos por mais desse hormônio esteróide, O MAIS POTENTE DO CORPO e, talvez por isso, as doenças de nossa civilização estejam cada vez mais disseminadas.

 

É por isso toda essa estapafúrdia sobre o assunto…

 

__

(…) Isso implica que os níveis de Vitamina D nos tecidos podem estar cronicamente esvaziados nos humanos modernos.  Além disso, nós não temos nenhum método fácil de saber se nós estamos depletados, uma vez que isso se tornou um estado humano padrão.

__

Então o que limita a quantia de calcitriol nos tecidos? A pele.

vitamin-connection

__

Trad.: José Carlos Brasil Peixoto

Você viu os recentes artigos sobre a vitamina D na Newsweek e no Boston Globe?  A manchete do artigo da Newsweek era: “Estão os americanos morrendo por falta da vitamina D?” E por que toda essa agitação sobre a vitamina D?

 

Todos nós sabemos que a vitamina D (colecalciferol) é crucial para sua saúde. Mas a vitamina D é realmente uma vitamina? Está presente nas comidas que os humanos normalmente consomem? Embora exista em algum percentual na gordura do peixe, a vitamina D não está em nossas dietas a não ser que os humanos artificialmente incrementem um produto alimentar, como o leite enriquecido com vitamina D. A natureza planejou que você a produzisse em sua pele, e não a colocasse direto em sua boca.

 

Então, seria a vitamina D realmente uma vitamina?

 

Diferentemente de qualquer outra vitamina, a vitamina D é realmente um pró-hormônio. O seu corpo é a única fonte do potente hormônio esteróide chamado calcitriol. Como isso naturalmente acontece? Primeiro, sua pele produz vitamina D quando a luz solar atinge uma molécula de pré-colesterol. Então seu fígado converte a vitamina D na forma de armazenamento chamado calcidiol (25-hidroxi vitamina D). O corpo armazena o calcidiol no sangue e na gordura para uso posterior.

 

(Seu médico pode medir o calcidiol com um exame de sangue para descobrir se você apresenta deficiência de vitamina D. Os níveis ideais de calcidiol [25-hidroxi vitamina D] estão entre 35-65 ng/ml [87-162 nm/L], ao longo do ano.)

Se você tiver suficiente calcidiol em seu sangue, então as “coisas realmente acontecem”. Um pouco de calcidiol vai para os rins para ajudar a manter os níveis de cálcio no sangue, mas o mais importante acontece nos seus tecidos. Os tecidos por toda parte do seu corpo convertem calcidiol em calcitriol. O calcitriol, ou vitamina D ativa, é o hormônio esteróide mais potente do corpo humano. É ativo em quantidades medidas em pico gramas ou 1/1.000.000.000.000 de um grama.

 

Como os todos os hormônios esteroides, o calcitriol funciona ligando seus genes. Isto é, em centenas de tecidos por todo o seu corpo, o calcitriol expõe seu genoma! Ele dá o sinal para seus genes produzirem centenas de enzimas e proteínas cruciais para manter a saúde e lutar contra doenças.

 

 

Obtendo Sua Porção de Vitamina D

 

Tudo isso acontece, só se você conseguir suficiente vitamina D a partir dos raios do sol ou de suplementos. Se você é um dos que evitam totalmente o sol, pesquisas recentes indicam que você precisa mais ou menos 4.000 unidades de vitamina D em um dia! Então você não vai conseguir suficiente vitamina D a partir do leite (a menos que você beba 40 copos por dia) ou de um multi-vitamínico (a menos que você ingira mais ou menos 10 tabletes por dia), aliás, nada disso é recomendado.

 

Se você não conseguir a vitamina D do modo como a Mãe Natureza pretendeu, a partir do raio do sol, você precisa tomar suplementos de vitamina D. Muitos de nós conseguimos muito mais vitamina D dos raios solares do que nós imaginamos, mas a maioria tem uma necessidade de mais ou menos 2.000 unidades extras por dia. Cada vez mais a Internet e lojas de suplementos alimentares e de saúde vendem vitamina D.

 

Tenha certeza de que a vitamina D que você compra é puro colecalciferol. Não compre uma preparação adicionada com vitamina A. Apenas puro colecalciferol.

 

Muitas das doenças de civilização moderna – câncer, doença de coração, diabete, hipertensão, doença periodental, depressão e até obesidade – estão agora claramente associados com a deficiência de vitamina D. Mas uma associação não é o mesmo que uma relação de causa e efeito. A deficiência de vitamina D causa muitos casos dessas doenças da civilização moderna? Nós apenas não sabemos. Nós precisamos dos Institutos Nacionais de Saúde para financiar mais pesquisa em vitamina D. Até agora, porém, eles recusaram.

 

Se você quiser entender a vitamina D, você precisa reconhecer três fatos que têm sido geralmente ignorado por quase todos exceto alguns cientistas da vitamina D.  Aldous Huxley uma vez disse, “Fatos não deixam de existir, apenas porque eles são ignorados.”  Dois destes fatos ignorados são questões simples e um terceiro é mais complexo.

 

 

O Hormônio Esteróide

 

O primeiro fato que você já conhece.  A forma ativa de vitamina D é um hormônio esteróide, e o mais potente no corpo. Os hormônios esteróides funcionam por “desmascarar” o genoma. Isto é, eles habilitam a produção de proteínas e enzimas pelo seu equipamento genético, a essência da vida. Então a forma ativa de vitamina D age habilitando a expressão genética de proteínas e enzimas cruciais para a saúde em centenas de tecidos por todo o corpo. Este fato explica por que a deficiência de vitamina D é envolvida em tantas doenças diferentes.

 

O segundo fato mudou minha vida. Fez-me perguntar por quê? O fato é o seguinte: A maioria de nós produz mais ou menos 20.000 unidades de vitamina D após mais ou menos 20 minutos de sol de verão. (Para a maioria dos tipos de pele, um mínimo eritema por todo o corpo [vermelhidão leve] produzido pela luz de raios UVB resulta na produção de cerca de 20.000 unidades de colecalciferol.) Isto é mais ou menos 100 vezes mais vitamina D do que o governo diz que você precisa diariamente.

 

Pergunte a si mesmo: por quê? Por que os seres humanos fariam tanta vitamina D, com tanta rapidez? Eu pensei sobre isto, estudei livros de ensino, pesquisei na literatura médica, perguntei a todos os peritos, e dediquei o resto de minha vida profissional a fazer outras pessoas a se perguntarem “por quê?” Por que nós teríamos um sistema hormonal esteróide que faz tanto substrato com tanta rapidez?

 

A única resposta que qualquer um pode apresentar é: “Provavelmente seja por uma boa razão.” A ciência não sabe por quê. Os biólogos sabem que a natureza não projeta sistemas tão complexos quanto o sistema hormonal esteróide da vitamina D sem alguma razão. A ciência médica simplesmente não sabe por que nós temos a capacidade para produzir tanta vitamina D tão depressa.

 

Se você pensar sobre isso por um tempo razoável, você também concluirá que é provavelmente para uma boa razão. Embora nós não saibamos por que, alguns cientistas têm tentado descobrir porque, e perdem o fôlego nas explosivas possíveis implicações.

 

Este segundo fato também diz a você algo sobre a condição humana normal – e o atual desvio de conduta. Antes de nós começarmos a viver em edifícios e carros, vestindo roupas protetoras contra o sol e besuntando em bloqueadores solares, nós lavrávamos e caçamos. E antes disso, nós procurávamos por alimentos, desnudos sob o sol subequatorial africano por mais de um milhão de anos.

 

Quanta vitamina D nós obtínhamos então? Muita.

 

Nós começamos a movermos para os interiores durante a revolução industrial e agora o movimento está quase completo.  Alguns de nós ficamos por dias, semanas, ou até meses sem deixar que um único raio de sol atinja nossa pele e produza vitamina D. Se nós formos ao sol, nossos dermatologistas nos repreendem.   Tanto faz se é bom ou ruim, esta forma de existência é aberrante para a espécie. A “moderna” evitação ao sol é um erro de conduta para o homo sapiens.

 

Uma vez que nós produzimos mais ou menos 20.000 unidades de vitamina D com alguns minutos de raio de sol (talvez 10.000 unidades após nossa pele ficar bronzeada), foi assim que o ser humano fez para ter muita vitamina D a cada dia, até muito recentemente. Agora, a maior parte de nós obtém muito pouco. Isto é simplesmente um desvio.

 

 

Controlando Natureza?

 

O terceiro fato é mais complexo e tem a ver com a regulação singular do sistema hormonal esteróide da vitamina D. Os hormônios esteroides são moléculas fabricadas a partir do colesterol que atuam agindo sobre um receptor no genoma. Os sistemas hormonais esteroides são firmemente regulados pelo organismo. Quando os níveis estão muito baixos, o corpo fabrica mais hormônios. Quando aqueles níveis estão muito altos, o corpo produz menos. Mas não com a vitamina D.

 

Primeiramente, diferente de outros sistemas esteroides  o sistema da vitamina D necessita de ambos, colesterol e luz solar para iniciar. O corpo não tem nenhuma maneira de obter vitamina D a menos que você entre em contato com o sol ou tome suplementos. Lembre, diferentemente de todos os outros hormônios esteroides  o corpo não pode fabricar sua própria vitamina D a partir do colesterol. Ele  necessita de raios de sol também.

 

Claro, até mais ou menos 300 anos atrás, os humanos sempre tiveram muitos raios solares.

 

Lembre, a ação real está nos tecidos.  O sistema de vitamina D autócrino (para a própria célula) e parácrino (para as células vizinhas) parecem estarem ligados a pleno o tempo todo. (Em termos científicos, a constante de Michaelis Menton nunca é alcançada plenamente até que ocorra o pleno equilíbrio das taxas de concentração dos substratos fisiológicos de ambas, a produção de calcidiol do fígado e da produção de calcitriol dos tecidos.)

 

O sistema direto de retroalimentação negativa (direct negative feedback) não parece estar operando em níveis fisiológicos para ambas as produções de calcidiol no fígado e calcitriol nos tecidos. Isso implica que os níveis nos tecidos podem estar cronicamente esvaziados nos humanos modernos. Além disso, nós não temos nenhum método fácil de saber se nós estamos depletados, uma vez que isso se tornou um estado humano padrão.

 

Se a produção de tecido de calcitriol está ligada a pleno, o tempo todo, o que previne a toxicidade da vitamina D nos humanos que vivem sob o sol?  Primeiro muito da vitamina D você produz é excretado pela bílis. O mesmo pode ser verdade para muito do calcidiol que seu fígado produz. Além disso, existem numerosos outros metabólitos da vitamina D. Então, apenas mais ou menos 1/1000 de seu calcidiol é transformado em calcitriol.  Dito isso, a produção nos tecidos de calcitriol está ainda correndo a pleno sob concentrações normais do substrato calcidiol.

 

Então o que limita a quantia de calcitriol nos tecidos? A pele.

 

Depois de você produzir mais ou menos 20.000 unidades, os raios de sol começam a destruir vitamina D na pele. Em outras palavras, a mesma luz solar que produz vitamina D é a primeira a iniciar o seu processo de degradação. A produção equivale à destruição.

 

Como a produção de calcitriol nos tecidos e a criação de calcidiol no fígado sempre funcionam abaixo de sua capacidade bioquímica, isso significa que o processo limitador das taxas do hormônio esteroide mais potente do corpo humano parece recair sobre a pele.  De certo modo, isso recai sobre seu comportamento, sua escolha em andar ao sol – ou não. Isto é biologicamente inigualável para qualquer um de todos os hormônios esteroides.]

 

Este complexo terceiro conjunto de fatores fortemente implica numa severa deficiência difundida entre os seres humanos modernos.  Quando os sistemas de hormônio de esteróide são ligados a pleno, sem desligamento periódico, isto normalmente significa que o corpo está sempre pedindo por mais!  Uma vez que poucos de nós vivemos desnudos sob o sol, nossos sistemas de vitamina D estão secos, nossos tanques de calcidiol estão sempre com o ponteiro na reserva, nossos tecidos estão famintos por mais desse hormônio esteróide, O MAIS POTENTO DO CORPO, e, talvez por isso, as doenças de nossa civilização estejam cada vez mais disseminadas.

 

É por isso toda essa estapafúrdia sobre o assunto…

 

Saiba mais sobre o assunto no site:

http://www.vitamindcouncil.org

Conheça melhor o autor:

http://www.vitamindcouncil.org/cannellBiography.shtml

Anúncios

A prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares

__

Assista

Dr. Cícero Galli Coimbra – Doenças Autoimunes e Vitamina D 

Vitamina D – Sem Censura – Dr. Cícero Galli Coimbra e Daniel Cunha

Vitamina D3 – 10.000 UI diárias é vital para à saúde

 

 

O Dr. John Cannell acusa pesquisadores da indústria farmacêutica norte-americana de estarem tentando alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância patenteável, ou seja, em remédio. A influência deles é tamanha, a ponto de se manterem unidos em comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem aquém do necessário [SER, HOJE, EM DOSE PREVENTIVA 10.000 UI – NÃO MENOS].

A Indústria Farmacêutica promove doenças para as quais há prevenção e tratamento de baixo custo.

A Indústria Farmacêutica promove doenças para as quais há prevenção e tratamento de baixo custo.

Há orientação para não verificação de níveis de Vitamina D. E quando prescritas, são em dose ínfima perto da necessária em prevenção: 10.000 UI

Além de prescrever doses mínimas, a maioria dos médicos sequer solicita dosagem da vitamina D no sangue.

O neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), remete às 32 mil publicações que relacionam a deficiência de vitamina D ao alto risco de câncer; das mais de 20 mil que associam o nível baixo ao diabetes; e das 17 mil que associam o mesmo déficit à hipertensão. “Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”
__

Segundo Coimbra, a vitamina D não pode ser considerada pelo fator nutricional porque a ciência tem demonstrado que a pele humana, exposta ao sol, se transforma em uma glândula endócrina, produtora do hormônio. A ideia de desenvolver um quadro de hipervitaminose ou envenenamento por vitamina D, que pode desencadear sintomas tóxicos, é pouco provável. Conforme o neurologista, existe desinformação generalizada não só entre a população geral, mas também na classe médica.

Confinamento

“Durante centenas de milhares de anos, o homem tem vivido com o sol; nossos ancestrais viveram mais frequentemente ao ar livre do que em ambientes fechados. Desenvolvemos dependência pela luz do sol para a saúde e a vida, de modo que a ideia de que a luz solar é perigosa não faz sentido. Como poderíamos ter evoluído e sobrevivido como espécie, se fôssemos tão vulneráveis a algo a que o ser humano tem sido exposto constantemente ao longo de toda a sua existência?”, indaga Frank Lipman, clínico geral e especialista reconhecido internacionalmente nos campos da Medicina Integrativa e Funcional.

Na mesma linha, Coimbra aponta o estilo de vida contemporâneo como o principal vilão da deficiência de vitamina D no organismo. Na sua opinião, as pessoas passam a frequentar os shopping centers em vez de ir aos parques. Saem de seus apartamentos, tomam o elevador que já dá acesso à garagem, entram em seus automóveis e chegam ao seu destino. Outra vez, garagem, elevador, local de trabalho. Ele diz que isso nunca aconteceu na história da humanidade. Hoje, uma pessoa é capaz de passar um ano inteiro de sua vida, sem expor uma nesga de sua pele ao sol. Vive de um ambiente confinado para outro.

“Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”

“Vitamina D: Produzido há pelo menos 750 milhões de anos, esse hormônio pode ser sintetizado não só pelos seres humanos, mas também por diversos organismos, inclusive os do fitoplâncton e zooplâncton, e outros animais que se expõem à luz.”

 

vitamina-d-revolution__

 

Nunca levamos a sério o termo “vitaminada”, usado durante muito tempo para definir uma pessoa forte, atraente, saudável. Pois deveríamos levar, principalmente se o sujeito em questão for alguém em dia com a vitamina D, uma substância que controla 229 genes de todas as células humanas.   Mas o valor desse hormônio,  considerado  hoje em dia um dos mais importantes  para a saúde humana, só foi descoberto em 2010. Sem vitamina D, a pessoa está sujeita a desenvolver uma lista enorme de doenças neurodegenerativas e autoimunitárias, como ParkinsonAlzheimer, esclerose múltipla, lupus, miastenia gravis, artrite reumatoide, psoríase e diabetes do tipo 1.

 

O neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), remete às 32 mil publicações que relacionam a deficiência de vitamina D ao alto risco de câncer; das mais de 20 mil que associam o nível baixo ao diabetes; e das 17 mil que associam o mesmo déficit à hipertensão. “Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”

Produzido há pelo menos 750 milhões de anos, esse hormônio pode ser sintetizado não só pelos seres humanos, mas também por diversos organismos, inclusive os do fitoplâncton e zooplâncton, e outros animais que se expõem à luz. A vitamina D é mensurada emInternational Units (IU), o que corresponde na língua portuguesa a Unidades Internacionais. A exposição ao sol de partes do corpo, como braços e pernas, por 20 minutos, garante a produção de aproximadamente 10 mil UI. É quase impossível obter a mesma    quantidade por meio da alimentação, pois a produção de 10 mil UI exigiria cerca de  100 copos de leite por dia.

Segundo Coimbra, a vitamina D não pode ser considerada pelo fator nutricional porque a ciência tem demonstrado que a pele humana, exposta ao sol, se transforma em uma glândula endócrina, produtora do hormônio. A ideia de desenvolver um quadro de hipervitaminose ou envenenamento por vitamina D, que pode desencadear sintomas tóxicos, é pouco provável. Conforme o neurologista, existe desinformação generalizada não só entre a população geral, mas também na classe médica.

Confinamento

“Durante centenas de milhares de anos, o homem tem vivido com o sol; nossos ancestrais viveram mais frequentemente ao ar livre do que em ambientes fechados. Desenvolvemos dependência pela luz do sol para a saúde e a vida, de modo que a ideia de que a luz solar é perigosa não faz sentido.  Como poderíamos ter evoluído e sobrevivido como espécie, se fôssemos tão vulneráveis a algo a que o ser humano tem sido exposto constantemente ao longo de toda a sua existência?”, indaga Frank Lipman, clínico geral e especialista reconhecido internacionalmente nos campos da Medicina Integrativa e Funcional.

Na mesma linha, Coimbra aponta o estilo de vida contemporâneo como o principal vilão da deficiência de vitamina D no organismo. Na sua opinião, as pessoas passam a frequentar os shopping centers em vez de ir aos parques. Saem de seus apartamentos, tomam o elevador que já dá acesso à garagem, entram em seus automóveis e chegam ao seu destino. Outra vez, garagem, elevador, local de trabalho. Ele diz que isso nunca  aconteceu na história da humanidade. Hoje, uma pessoa é capaz de passar um ano inteiro de sua vida, sem expor uma nesga de sua pele ao sol. Vive de um ambiente confinado para outro.

Nesse ritmo, no período do inverno, 77% da população paulistana está com nível baixo de vitamina D, o que melhora no verão, quando o índice cai para 39%. Enquanto isso, na Europa, a cada ano há 6% a mais de crianças com diabetes infanto-juvenil. Seduzidas pelas diversões eletrônicas, elas abandonam cada vez mais as atividades ao ar livre. “Os pais ficam satisfeitos porque elas estão longe da violência urbana, mas não percebem  que os filhos estão se transformando em diabéticos pelo resto da vida”, reforça o neurologista.

Em contrapartida, as pessoas idosas também fazem parte de um dos grupos mais suscetíveis à deficiência desse hormônio. Por exemplo, a  aposentadoria reduz suas saídas à rua, isso resulta em uma menor exposição solar. A pele dos idosos tem apenas 25% da capacidade de produzir vitamina D em relação a uma pessoa jovem de 20 anos. Ou seja, eles precisam de quatro vezes mais de exposição solar para produzir a mesma  quantidade de vitamina D, conforme Coimbra.

Outro agravante, as pessoas bloqueiam a radiação ultravioleta B, que auxilia na produção da “vitamina”, quando se lambuzam com protetores solares. Para se ter ideia, o fator de proteção solar número 8 diminui em 90% a produção de vitamina D. Já o fator 15 diminui em 99%, ou seja, praticamente zera a produção de vitamina D.

Horário ideal

No reino animal, lagartos adoram tomar sol. E por uma razão muito simples, eles não são capazes de aquecer seus corpos sozinhos, sem a ajuda do ambiente externo. Enquanto isso, os seres humanos, para manter a temperatura ou para se aquecer, necessitam de agasalhos. A conclusão é: o mesmo Sol que aquece esses animais nos ajuda a produzir a vitamina D. Portanto, se ele nos traz esse benefício, não há motivo para temer os raios solares!

Segundo o neurologista, o horário ideal para tomar sol, o momento em que a radiação ultravioleta é mais positiva para produzir vitamina D, é aquele quando a sombra tem a mesma extensão que a estatura da pessoa. Atualmente, isso ocorre pela manhã entre 8h30 e 9 horas. O ideal é aguardar meia hora para passar o protetor solar, porque após esse tempo, com ou sem protetor, a criança e o adulto não vão mais produzir vitamina D.

O mesmo vale para quem optar pela exposição vespertina. No final da tarde, quando a sombra tiver a mesma extensão da estatura da pessoa, os raios solares voltam a ter a mesma qualidade benéfica para produzir vitamina D. “Ao meio-dia, o sol está a pino e a sombra não existe. O indivíduo não produz vitamina D, só câncer de pele”, alerta Coimbra.

Influência

Nos dias atuais, a Internet é um campo fértil para se manter informado sobre este assunto, embora não esteja à disposição de todos. Há centenas de artigos a respeito, mas, infelizmente, muitos deles estão disponíveis somente em inglês. É o caso do texto do neuropsiquiatra John Cannell (http://goo.gl/LlQOK). Ele acusa pesquisadores da indústria farmacêutica norte-americana de estarem tentando alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância  patenteável, ou seja, em remédio. A influência deles é tamanha, a ponto de se manterem unidos em comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem aquém do necessário.

Além de prescrever doses mínimas, a maioria dos médicos sequer solicita dosagem da vitamina D no sangue. Coimbra ressalta que muitos  especialistas, que acompanham pacientes com osteoporose e recomendam essa quantidade de suplementação, ficariam surpresos ao constatar o quão baixo é o nível dessa substância no sangue.

Cannell denuncia exatamente isso. “Só deixando a pele dos braços e das pernas expostas, uma pessoa de pele clara e jovem produz 10 mil unidades de vitamina D. Essa quantidade é 50 vezes maior do que aquela colocada à disposição do público como suplemento de vitamina D, com o título da dose recomendada. Caso fosse prescrito metade disso (5 mil) para toda a população adulta, haveria redução em 40% da ocorrência de novos casos de câncer. Isso representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares”, completa.

Saiba Mais:

Natural News
www.naturalnews.com

Vitamind Council
www.vitamindcouncil.org

Vitamin D Deficiency Survivor
pandemicsurvivor.com

Fonte: http://www.revistakalunga.com.br/geral/doses-diarias-de-sol/#more-779

__

Related articles

Os benefícios do aterramento: uma pesquisa de Ober Clinton

__

O que poderia ajudar os ciclistas do campeonato Tour de France (Volta da França, um campeonato de ciclismo) a dormir profundamente, curar feridas provocadas por estradas esburacadas, curar tendinite, além de sentir vitalidade e ânimo elevados durante os dias exaustivos de corrida? O segredo é um saco especial de dormir – um saco “aterramento”. A descoberta de como usar a energia da Terra para curar pode beneficiar a todos, assim como a energia beneficia aqueles que passeiam ao ar livre com os pés descalços.

Os antigos chineses sabiam sobre a capacidade de cura da Terra e chamavam a energia da Terra de qi. Matteo Tavera, um agrônomo francês, via todos os seres vivos como antenas eletricamente relacionadas com a terra e com o céu. Ele lamentou o nosso estilo de vida moderno e disse, em 1969, em seu livro La MissionSacrée, “Os contatos elétricos [agora] estão mais lentos ou totalmente ausentes”.

bare_feet_in_grass

Muitas pessoas descobriram que dormem melhor, têm mais energia e experimentam alívio de dor através da conexão com a Terra. É chamado de aterramento e ocorre naturalmente quando andamos descalços sobre o solo

A descoberta do aterramento

Ober Clinton chegou ao seu entendimento de aterramento através da ligação entre intuição, medicina tradicional e observação sob a ótica da ciência moderna. Ele descreve como ele chegou a esse entendimento no livro Earthing: The most important health discovery ever? (Aterramento: a descoberta sobre saúde mais importante de todas?), por Clinton Ober, Stephen T. Sinatra, M.D., e Martin Zucker.

Nascido em 1944 e criado em uma fazenda em Montana, Ober se tornou responsável pela fazenda e seus cinco irmãos ainda adolescente, quando seu pai morreu. Um parente mais velho aconselhou-o que um ensino de qualidade não era necessário, que o conhecimento poderia ser adquirido através da leitura e da consulta a especialistas.

Depois da agricultura, Ober entrou no negócio de instalação de TVs a cabo e se tornou muito bem sucedido nas indústrias de cabo e de telecomunicações.

Em 1993, após uma doença altamente mortal, Ober percebeu que ele era um escravo de suas posses. Ele então deu ou vendeu tudo o que tinha e embarcou em uma viagem pelos Estados Unidos para encontrar sua missão.

Ganhou a primeira dica na Flórida: “Então, uma noite, sentado e olhando através da baía enquanto estacionado em Key Largo e perguntando o que eu deveria estar fazendo, automaticamente escrevi num pedaço de papel, ‘me tornar uma carga oposta”, diz ele no livro.

“Ao me levantar na manhã seguinte, uma estranha noção passou pela minha mente: a própria Terra estava tentando me dizer algo. […] Uma força irresistível me levou a entender que nós, os seres humanos, temos uma conexão bioelétrica com a terra – uma conexão que se faz com um simples contato com o solo, que neutraliza a carga no corpo e, naturalmente, protege o sistema nervoso e os campos endógenos do corpo de interferência elétrica externa”.

Ober continuou sua jornada e foi parar em Sedona, Arizona, ainda se perguntando qual era sua missão. Em 1998, a resposta veio de uma pergunta: “Usar sapatos com sola de borracha ou plástico, […] isolando-nos do chão, poderia afetar a saúde?” Seus experimentos caseiros o levaram a seu primeiro estudo publicado, relatado abaixo: Radicais Livres.

Radicais Livres

Cerca de 12 de anos atrás, descobriu-se que as doenças crônicas eram originadas de inflamações, uma condição causada pelos radicais livres. Os radicais livres são moléculas ou átomos com elétrons desemparelhados em suas camadas externas. Eles circulam no organismo e roubam elétrons de tecidos saudáveis.

Os resultados são doenças crônicas, de doenças gengivais ao câncer. A circulação de muitos radicais livres é chamada estresse oxidativo, o qual se acredita desempenhar um papel importante na causa do envelhecimento e nas doenças relacionadas ao envelhecimento.

Exposição a campos electromagnéticos (CEMs), poluição eletrônica de baixo grau oriunda de equipamentos eletrônicos e sistemas de cabos em nossos edifícios, aumentam as inflamações e enfraquecem nosso sistema imunológico. CEMs também diminuem a melatonina, o hormônio regulador do sono.

Primeiro estudo publicado sobre o aterramento

Para o primeiro estudo de Ober, Grounding the Human Body to Neutralize Bio-Electrical Stress From Static Electricity and EMFs, publicado em 2000, em ESD, ele escolheu 60 pacientes que tiveram dores musculares,  dores nas articulações e problemas com o sono. Mostrou-se que todos os pacientes tinham uma corrente elétrica média no corpo acima de 2 volts.

Eles foram divididos aleatoriamente em um grupo que praticava o aterramento e um grupo controlado para não praticar o aterramento. Os campos elétricos dos dois grupos eram comparáveis, porém, o grupo dos não aterrados tinha um campo elétrico um pouco mais fraco. À todos foi dado colchões com almofadas de fibras de carbono com um fio que estava ligado ao chão que se estendia para fora do quarto. Para 30 pacientes, o fio foi ligado ao solo, o que reduziu o campo deles para uma média de 10 milivolts ou menos durante o sono.

Os resultados foram fortemente a favor do aterramento. Cem por cento dos indivíduos aterrados se sentiu revigorado ao acordar. Cerca de três quartos sentiu alívio de dores crônicas e 80% teve alívio da rigidez muscular.

Dos não aterrados, nenhum experimentou alívio da dor nos músculos ou nas articulações, mas três dos não aterrados sentiram melhoras em todas as outras categorias. O grupo dos aterrados também relatou alívio de doenças respiratórias, TPM, apnéia do sono e hipertensão.

Earthing: The most important health discovery ever?  é um relato fascinante de uma pesquisa não-patrocinada feita sem os milhões em dinheiro concedido ou um diploma de doutorado. O livro é adequado para qualquer idade.

O que os moradores da cidade podem fazer se não quiserem ficar com os pés pretos enquanto caminham pelas ruas da cidade com os pés descalços? (Sim, uma pessoa pode ficar aterrada através de concreto, mas não no metrô.) Como você se aterra se estiver em um prédio? Ober projetou lençóis, colchões e até sandálias para o aterramento.

Epoch Times publica em 35 países em 19 idiomas.

Fonte: http://www.epochtimes.com.br/os-beneficios-da-ligacao-com-a-terra-uma-pesquisa-de-ober-clinton/

___

Andar descalço na grama ou na areia da praia é muito agradável. E agora crescentes evidências revelam por que – o contato físico direto com a terra é bom para a nossa saúde.

Sou fascinado por este novo conceito de cura, que é chamado de aterramento.

Teoria: O contato direto com a terra nos coloca em contato com a energia natural elétrica da superfície da Terra. (Uso de calçados que separam você do chão não conta, nem dormir num saco de dormir.)

Pesquisas conduzidas por eletrofisiologistas e outros médicos especialistas sugerem que a energia elétrica da Terra pode ajudar a proteger e estabilizar o  proprio sistema elétrico do nosso corpo, recarregando, repondo e, finalmente, nos curando.

Experiência em primeira mão

No final de 1990, eu vi este tipo de cura em primeira mão. Eu tinha um amigo em Portland, Oregon, que era um médico conceituado e acupunturista da China. Fiquei intrigado com seus tratamentos de acupuntura, porque ele usava fios para conectar as agulhas à plantas jovens crescendo fora do edifício. O motivo, explicou, era conduzir a energia das plantas para melhorar os tratamentos de seus pacientes de acupuntura. Com esta técnica, ele foi capaz de curar muitas doenças graves, incluindo lúpus e artrite reumatóide. Eu nunca entendi como esse processo de cura funcionou, embora eu soubesse que envolvia algum tipo de condutividade elétrica. Agora eu percebi que ele estava empregando o mesmo conceito bioelétrico como o de aterramento.

Elétrons – o elo perdido

O conceito de ligação à terra está ganhando força hoje por causa dos esforços de Stephen Sinatra, MD, um cardiologista holístico, e Ober Clinton e Zucker Martin, co-autores de aterramento (Básica de Saúde), um novo livro sobre os benefícios de saúde de aterramento.

Para o Dr. Sinatra, aterramento é a descoberta mais importante de saúde feita em seus 40 anos de pratica a medicina. Ele acredita que a vida moderna nos desconectou da terra de muitas maneiras. Vivemos e trabalhamos em edifícios de vários andares acima do chão … e passamos as noites em colchões de espessura muito longe da Terra. Esta separação da superfície da terra reduz a nossa conexão com a sua carga, o que resultou em nossos corpos sendo deficientes em elétrons, diz o Dr. Sinatra.

Ao mesmo tempo, a vida moderna trouxe consigo uma série de condições médicas associadas com a inflamação crônica, incluindo doenças cardíacas, diabetes, artrite e câncer. Como o Dr. Sinatra e seus colegas vêem, a inflamação no organismo está fora de controle, principalmente porque perdemos o contato com a terra.


Como a ligação com a Terra pode ajudar

A superfície da Terra é negativamente carregada e tem um suprimento ilimitado de elétrons “livres”. Se o seu corpo tem muita carga positiva a criação de radicais livres (inflamação), elétrons livres da Terra pode ajudar a neutralizá-los. Quando os nossos pés ou nossos corpos tocam o solo, os elétrons fluem naturalmente do lugar onde eles são abundantes (a terra) para onde eles não são (nossos corpos). Muitas pessoas acham que esta ligação com a terra imediatamente produz uma sensação quente, formigamento ou uma sensação de bem-estar. Este contato pode desencadear benefícios para a saúde, muitas vezes em poucos minutos. Esses benefícios incluem alivio da tensão muscular, dores de cabeça e sintomas menstruais. O aterramento também pode impulsionar o sistema imunológico … combater a inflamação … reduzir os hormônios do estresse … e melhorar a pressão sanguínea. Para as pessoas que estão doentes – e, portanto, têm mais radicais livres – os benefícios podem ser dramáticos. Aqueles que são saudáveis ​​costumam dormir melhor e ter mais energia.

A investigação está em curso desde 2000 para explorar a mecânica de tais benefícios. Exemplo: A relação entre terra e inflamação foi documentada em uma série de estudos de termografias (imagens infravermelhas) em 2004 e 2005. Estes estudos mostraram como a superfície da pele muda de temperatura, e a inflamação foi reduzido após o aterramento. Em um estudo de 2010, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Irvine mediram mudanças fisiológicas em participantes que estavam sentados em cadeiras reclináveis ​​e ligados à terra através de fios presos a uma haste de aterramento na terra. Foi descoberto que o aterramento reduzia a excitação do sistema nervoso e melhorar a oxigenação do sangue.

Como se aterrar
Para beneficiar-se da ligação à terra, ande descalço ou sente-se em uma cadeira com seus sapatos e seus pés plantados no chão por 30 minutos. Você também pode percorrer ou nadar no oceano, que é rico em minerais e altamente condutor, mais do que lagos.
Você deve ter contato direto, com a superfície da pele (qualquer parte do seu corpo serve) com a superfície da terra para se beneficiar. Jardinagem, por exemplo, que envolve colocar as mãos dentro e fora da terra, não fornece o mesmo benefício.
Minha experiência com o aterramento
Percebi ainda essa semana os benefícios dessa técnica simples. Estava comum pouco de dor nas costas, já era tarde da noite e resolvi me aterrar. Fui até o jardim, plantei os pés na grama e fiquei um bom tempo. Além de terapêutico, minha dor sumiu e eu dormi muito bem. Quando caminho na grama minha energia se eleva visivelmente. Nos conectamos com Gaia que já fez a transição para uma vibração mais elevada. Experimente você também e aproveite os benefícios desta simples, mas poderosa técnica. –Scheila Grade
%d blogueiros gostam disto: