The EpochTimes – Beneficiados pelo tratamento de esclerose múltipla com vitamina D divulgam a terapia

Postado por: Ticiane Rossi data de publicação: outubro 31, 2012

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Ao final, outros vídeos sobre o mesmo assunto no Brasil.

 

Documentário que divulga a terapia já tem mais de 84.500 visualizações no You Tube

Beneficiados pelo tratamento com altas doses de Vitamina D contra esclerose múltipla tem divulgado a informação da terapia a outros pacientes que sofrem da mesma doença. A terapia, segundo os beneficiários, apresenta resultados rápidos e eficientes na redução dos sintomas da doença, ajudando-os a superá-la e ter uma vida normal e sem sequelas.

A esclerose múltipla é uma doença autoimune, na qual o sistema imunitário do próprio corpo ataca a bainha de mielina do sistema nervoso central, que é composto pelo cérebro e a medula espinhal. No Brasil, estima-se que 50.000 pessoas são afetadas pela doença, de acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM). A doença afeta geralmente jovens entre 20 a 40 anos.

O jornalista, Daniel Cunha, de 27 anos, foi diagnosticado com a doença no final de 2009. Durante os seis meses de tratamento convencional, ele experimentou uma depressão devido aos efeitos colaterais do tratamento convencional, que é ministrado por meio de injeções periódicas. Após este período, ele conheceu o tratamento com vitamina D, prescrito pelo neurologista Dr. Cícero Galli Coimbra, que também é professor e pesquisador na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Em 2010, o jornalista começou o tratamento com vitamina D, que gerou bons resultados, segundo ele. Imediatamente, Daniel se questionou sobre o tratamento não ser divulgado. Por ser jornalista e motivado em divulgar o tratamento, ele fez um documentário lançado em abril deste ano, que já teve mais de 84.500 acessos no You Tube e criou um blog para que as pessoas pudessem se manter informadas sobre o tratamento.

“Hoje recebo muitos e-mails por dia … tem um monte de pessoas que comentaram o vídeo. As pessoas [beneficiadas pelo tratamento] se unem porque todas tiveram melhoras e querem difundir o conhecimento para outras pessoas”, disse Daniel.

Outro paciente, o engenheiro ambiental e surfista de 31 anos, Marcelo Claudio Bergamo de Palma, que apresenta seu depoimento no vídeo feito por Daniel, foi diagnosticado com a doença em 2008, e hoje leva uma vida normal graças ao mencionado tratamento com doses elevadas de vitamina D.

“Passei por diversas internações de pulsoterapias para receber medicação (corticóides) intravenosa e utilizei poucos meses do tratamento convencional com aplicações diárias de Copaxone. Após iniciar o tratamento com vitamina D, abandonei o tratamento convencional e nunca mais precisei de pulsoterapia. Nos exames de ressonância magnética as lesões regrediram ou desapareceram e não houveram mais lesões novas ou em atividade, o que mostra que a doença está em remissão permanente. Hoje minha vida é normal, com trabalho e atividades físicas”, disse o engenheiro.

Segundo Marcelo, pacientes da Europa e América do Norte, vem atualmente para o Brasil receber o tratamento prescrito pelo Dr. Cícero.

Tratamento convencional

O tratamento convencional da esclerose múltipla, oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, é feito por medicamentos chamados interferons.

A ABEM informa que o tratamento de esclerose múltipla pode ser subdividido em quatro tratamentos, conforme a evolução da doença: surto, modificadores da evolução da doença, sintomático e reabilitacional.

Para o surto, se utiliza habitualmente pulsoterapia com glicocorticoides, que são anti-inflamatórios hormonais e visam abortar a atividade inflamatória e, com isto, o evento sintomático.

Os modificadores da evolução da doença visam minimizar os surtos na intensidade e frequência, com isto acarretando menos acúmulos lesionais (em nível de sistema nervoso) e concomitantemente menos acúmulo de incapacitações.

O tratamento sintomático visa amenizar e tornar mais toleráveis os sintomas vigentes. A reabilitação trabalha concomitantemente melhorias funcionais, melhorando funções deficitárias, adaptando e melhorando a qualidade de vida do paciente.

“[A efetividade do tratamento dos] modificadores da evolução da doença tem uma eficácia de 30-40% (interferons e acetato de glatirâmer). Já as medicações mais novas [tem eficiência] em torno de 68% (natalizumabe e fingolimod)”, informou a ABEM.

O gasto mensal de um paciente com esclerose múltipla varia de R$ 2.300,00 a R$ 5.700,00 com o interferon-beta ou acetato de glatirâmer, segundo o portal da UNICAMP.

O tratamento com Vitamina D

O tratamento com altas doses de vitamina D é conhecido e estudado pela comunidade científica há mais de 40 anos, com mais de 4.000 estudos publicados em revistas científicas.

“A vitamina D é um hormônio esteróide que controla 229 funções (genes) dos órgãos humanos. A falta desta substância pode causar doenças autoimunes ou não autoimunes”, afirma o Dr. Cícero.

O tratamento não se limita somente a esclerose múltipla. É usado também em outras doenças autoimunes, tais como artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico, psoríase, vitiligo, tiroidite de Hashimoto, entre outras. Algumas doenças não autoimunes, como câncer, tuberculose, depressão e esquizofrenia também podem ser melhoradas com o uso deste tratamento.

A vitamina D é uma substância produzida durante a exposição solar. O médico alerta que devido ao estilo de vida moderna, as pessoas possuem baixo nível de vitamina D em seus organismos.

“As pessoas estão se escondendo do sol, durante o trabalho ou dentro de casa, fazem compras em locais fechados e usam insulfilm nos vidros dos carros com medo da violência urbana”, afirma.

Além disso, “a vitamina D não é restaurada pela alimentação, ou o valor é muito baixo para permitir a sua substituição no nível apropriado”, afirma o médico.

Segundo o doutor, estudos mostram que, se apenas 5.000 unidades diárias de vitamina D fossem substituídas nos corpos de população adulta, os casos de câncer poderiam cair para 40%.

Polêmica na comunidade médica

O tratamento de esclerose múltipla e outras doenças com altas doses de Vitamina D tem gerado polêmica na comunidade médica. Alguns médicos alegam que este tratamento não deve ser ministrado isoladamente e que o tratamento convencional usando interferons deve continuar.

“O que está se focando sempre agora é que ‘estou bem porque não estou tendo surtos’, mas isso não é a única leitura da doença”, diz a presidente da Sociedade Gaúcha de Neurologia e Neurocirurgia, Dra. Maria Cecília Vecino, ao G1. Ela afirma que o tratamento com vitamina D pode ser usado como complemento ao tratamento convencional, com interferons.

O Centro de Atendimento e Tratamento de Esclerose Múltipla (CATEM) no editorial de junho deste ano alertou que o tratamento convencional deve ser mantido, podendo repor doses de Vitamina D nos casos em que as pessoas tenham níveis inadequados deste hormônio em seus organismos.

“Não há até hoje sequer um artigo que demonstre o efeito terapêutico da vitamina D no tratamento da esclerose múltipla”, alega a CATEM em seu editorial de junho.

Entretanto, uma busca de artigos científicos relacionando as expressões “Vitamina D”, “esclerose múltipla” e “terapia” resultam em 58.319 estudos no portal científico Scirus.

O Dr. Cícero, quando questionado sobre a efetividade de seu tratamento afirmou categoricamente “[Com este tratamento com altas doses de vitamina D] a doença é desligada”.

Ele também afirma que muitos médicos têm resistência a adotar novos tratamentos e podem enfrentar interesses econômicos das empresas farmacêuticas, fabricantes de medicamentos de alto custo para o tratamento da esclerose múltipla.

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Mais vídeos sobre a terapia com a Vitamina D:

Pesquisa examina 4 mil medicamentos na França e mostra que metade deles são inúteis, e 25% perigosos ou mortais

“The Drugs that completely cure are not profitable” – Dr. Richard J. Roberts, Prêmio Nobel da Medicina 1993

Indústria farmacêutica – “Os medicamentos que curam completamente, não dão lucro”

2 Respostas to “The EpochTimes – Beneficiados pelo tratamento de esclerose múltipla com vitamina D divulgam a terapia”

  1. Cristiane Rozicki Says:

    “Sem duvida alguma, isso é uma coisa fundamental, o mundo tem que passar a tomar sol no horário correto, que basicamente é o horário em que a nossa sombra tem a mesma dimensão da nossa estatura. Este horário varia conforme a estação do ano e a latitude. O parâmetro adequado é olhar a sombra e a extensão da sua estatura. Se você colocar fator de proteção solar, nesse momento, numero 8, você reduz em 90 % a produção dessa substancia fundamental para a nossa saude. Se usar fator 15, você zerou a produção de vitamina D. Por isso então, por não deixar a pele do corpo exposto ao Sol, a deficiencia desse hormonio fundamental á saude traz doenças. É a deficiencia da vitamina D no organismo que leva a doenças.”

  2. Cristiane Rozicki Says:


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