A mentira homicida da “morte segura”: jovem com morte encefálica se recupera, quando médicos se preparavam para remover órgãos

 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O caso aconteceu na Dinamarca. Carina Melchior, de 20 anos, foi internada em estado grave após um sério acidente de carro. A jovem, que estava num hospital na cidade de Aarthus, não respondeu bem aos tratamentos e os médicos acreditavam o estado vegetativo era irreversível caso ela sobrevivessem e conversaram com a família sobre o desligamento dos aparelhos e a retirada dos órgãos.
A família autorizou a doação e como Carina já estava com morte cerebral, os médicos já se preparavam para executar o procedimento. E então, um pouco antes, a jovem dinamarquesa acordou do coma e mexeu as pernas. Agora ela se recupera bem e já consegue andar e falar e acredita que vai conseguir ficar totalmente boa e já ressaltou que quer estudar para se tornar uma designer gráfica e morar sozinha.

O caso foi de grande repercussão na Dinamarca e causou um amplo debate político sobre a doação de órgãos e a eutanásia. Segundo reportagem do Daily Mail, os pais de Carina estão processando o hospital por acreditarem que os médicos agiram de forma precipitada quanto à retirada dos órgãos da filha. Muitos doadores de órgãos no país ficaram com medo que os médicos ajam de forma prematura e retiraram a autorização. O hospital em que Carina estava internada afirma que não houve erro na avaliação do quadro da jovem.

Fonte: G1

http://brasil.issoebrasilia.com.br/2012/10/foto-globo.html

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