Estudo liga consumo de carne processada a risco de morte precoce

De acordo com os cientistas, aqueles que consumiam mais de 160g de carnes processadas por dia – equivalente a cerca de duas salsichas e uma fatia de bacon – registraram 44% mais chances de morrer durante o período do estudo do que os que consumiam cerca de 20g.

No total, quase 10 mil pessoas morreram de câncer e 5,5 mil de problemas cardíacos.

“Um alto consumo de carne, especialmente carnes processadas, está associado a um estilo de vida menos saudável”, disse à BBC a professora Sabine Rohrmann, da Universidade de Zurique, uma das autoras do estudo.

 

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Um estudo feito com meio milhão de pessoas na Europa indica que salsicha, presunto, bacon e outros tipos de carne processada aumentam o risco de morte precoce.

O levantamento acompanhou pessoas de dez países europeus durante uma média de 13 anos, sendo que uma em cada 17 pessoas acompanhadas no estudo morreu.

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Os cientistas concluíram que dietas com alto consumo de carnes processadas estão ligadas a doenças cardiovasculares, câncer e mortes precoces.

Segundo eles, pessoas que comem muita carne processada mostraram também ter maior propensão a serem obesas, a fumar e a apresentar outros fatores de risco à saúde.

Os pesquisadores disseram, porém, que mesmo levando-se em conta esses outros fatores de risco, as carnes processadas ainda assim foram consideradas perigosas.
Risco

De acordo com os cientistas, aqueles que consumiam mais de 160g de carnes processadas por dia – equivalente a cerca de duas salsichas e uma fatia de bacon – registraram 44% mais chances de morrer durante o período do estudo do que os que consumiam cerca de 20g.

No total, quase 10 mil pessoas morreram de câncer e 5,5 mil de problemas cardíacos.

“Um alto consumo de carne, especialmente carnes processadas, está associado a um estilo de vida menos saudável”, disse à BBC a professora Sabine Rohrmann, da Universidade de Zurique, uma das autoras do estudo.

“Mas mesmo depois de ajustar fatores como fumo ou obesidade, acreditamos que há um risco em comer carnes processadas”, afirmou.

“Parar de fumar é mais importante que cortar o consumo de carne, mas eu recomendaria que as pessoas reduzissem sua ingestão de carne.”

Segundo Rohrmann, se cada participante do estudo consumisse no máximo 20g de carnes processadas por dia, 3% das mortes precoces poderiam ter sido evitadas.

No entanto, um pouco de carne, mesmo carne processada, traz benefícios à saúde, de acordo com o estudo.

ADIABETE

Ursula Arens, da British Dietetic Association, disse ao programa Today, da BBC Radio 4, que passar carne fresca em um moedor não torna essa carne processada.

Arens observou que a carne processada foi alterada de alguma maneira para aumentar sua validade, ou mudar seu sabor.
Escolhas

Rachel Thompson, do World Cancer Research Fund, organização britânica que dá dicas sobre prevenção de câncer, disse que este estudo é mais um acréscimo “ao conjunto de evidências científicas que sublinham os riscos à saúde de comer carnes processadas”.

“Nossa pesquisa, publicada em 2007 e posteriormente confirmada em 2011, demonstra forte evidência de que comer carnes processadas, como bacon, presunto, salsichas, salame, etc, aumenta o risco de câncer no intestino”.

A organização diz que haveria 4 mil casos de câncer de intestino a menos caso as pessoas consumissem menos de 10g por dia.

Tracy Parker, da British Heart Foundation, organização que se dedica a campanhas contra doenças cardíacas, disse que a pesquisa sugere que carnes processadas podem estar ligadas a um maior risco de morte precoce, mas que aqueles participantes do estudo que consumiram maiores quantidades também fizeram “outras escolhas pouco saudáveis em seu estilo de vida”.

“Percebeu-se que eles comiam menos frutas e legumes e eram mais propensos a fumar, o que pode ter afetado os resultados”, disse.

 

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/03/130307_carne_riscos_ac.shtml

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Importação de médicos ‘não é panaceia’, diz OMS

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Fernanda Nidecker

Da BBC Brasil em Londres

Para OMS, contratação de médicos estrangeiros não é ‘panaceia’

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que a contratação de médicos estrangeiros pelo Brasil deve ser vista apenas como uma solução a curto prazo e defende que o país fortaleça seu sistema de saúde para que seus próprios profissionais possam suprir a demanda interna.

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Para Hans Kluge, Diretor da Divisão dos Sistemas de Saúde e Saúde Pública da OMS, a importação de médicos “não é a panaceia” e deve ser feita com cautela pelo Brasil para garantir que médicos de fora tenham treinamento e qualificação adequados para exercer a medicina no país.

O Ministério da Saúde estuda trazer milhares de médicos espanhóis, portugueses e cubanos. Kluge defende que o governo estabeleça acordos bilaterais com os países que fornecerão essa mão de obra para facilitar sua adaptação em terras brasileiras.

“É importante que esses profissionais estejam preparados profissional e pessoalmente para ir para o Brasil”, disse ele à BBC Brasil, acrescentando que a rede de apoio deve continuar depois que esses profissionais começarem a atuar.

“Temos exemplos em outros países de médicos estrangeiros que depois de dois anos de trabalho acabaram voltando para casa ou caindo no mercado informal por não ter conseguido se integrar no novo ambiente de trabalho. Alguns viraram taxistas”, exemplifica ele.

Segundo o Ministério da Saúde, o governo ainda está discutindo os termos do programa de contratação de médicos estrangeiros e, no momento, está estudando como esquemas semelhantes foram implantados em outros países.
Grã-Bretanha

O diretor da OMS sugere que a Grã-Bretanha pode ser um exemplo a ser analisado pelo Brasil. Anos antes da criação do Código Global de Prática sobre o Recrutamento Internacional de Profissionais de Saúde da OMS, do qual o Brasil é signatário desde 2003, a Grã-Bretanha já vinha seguindo regras próprias de conduta para auxiliar na contratação de médicos estrangeiros.

Essas regras se baseiam em parcerias com os países fontes de mão de obra para facilitar a transferência dos profissionais e garantir que eles sejam reinseridos no mercado de trabalho se decidirem voltar à sua terra natal.

Além disso, como parte do comprometimento com as regras do Código de Prática da OMS, na última década a Grã-Bretanha vem aumentando o número de vagas nas faculdades de medicina visando aumentar o número de médicos formados no país.

A Grã-Bretanha conta com uma presença expressiva de médicos estrangeiros em várias áreas da Saúde desde os anos 60, quando as primeiras levas começaram a desembarcar no país.

A maioria vinha da Índia e do Paquistão, nações fortemente ligadas à Grã-Bretanha por causa do passado colonial. Até hoje, os médicos desses países, juntamente com os da África do Sul, encabeçam a lista de médicos estrangeiros.

A Grã-Bretanha é hoje o país com segundo maior número de médicos estrangeiros (44 mil), atrás apenas dos Estados Unidos (cerca de 190 mil). Segundo dados do General Medical Council (GMC), equivalente na Grã-Bretanha ao Conselho Federal de Medicina, os médicos de fora representam 37% do total de profissionais. Em 2011, mais de 3,8 mil médicos de fora ingressaram no país.

Postos de trabalho abundantes, combinados a bons salários e à oportunidade de exercer a profissão em centros de saúde e pesquisas considerados referência mundial, são os principais atrativos para essa mão de obra estrangeira.

De acordo com a British Medical Association (BMA), um clínico geral na Grã-Bretanha ganha cerca de 95 mil libras (R$ 293 mil) por ano. Segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), este valor fica acima da média paga em outros países do grupo, que é de R$ 170 mil por ano. Entre as nações que integram a OCDE estão Alemanha, Grécia, Portugal e Espanha.

Isso pode explicar, em parte, porque tantos médicos europeus vêm buscando oportunidades na Grã-Bretanha. De acordo com o General Medical Council, houve um “crescimento notável” no número de médicos do continente, especialmente gregos e espanhóis.

“Apesar deste cenário não ser muito surpreendente diante do clima econômico desfavorável nesses países e altas taxas de desemprego, isso nos mostra um ponto interessante sobre a natureza global da medicina”, diz o GMC em seu último relatório The State of Medical Education and Practice in the UK (O Estado da Educação e Prática da Medicina no Reino Unido).

Fluência em idioma

Preocupação com o bom nível de português dos médicos deve ser prioridade para o Brasil”

Roger Goss, Patient Concern

O GMC é responsável pelos registros de todos os médicos que atuam na Grã-Bretanha. Para atuar no país, os médicos estrangeiros devem passar por um controle rigoroso, que inclui validação do diploma do país de origem, pedido para obtenção de uma licença para praticar a medicina, provas de inglês, certificado de boa conduta e documentos que provem a experiência do médico.

As regras mudam ligeiramente para os profissionais europeus, que não precisam de prova de inglês para atuar no país. Segundo a GMC, isto causa problemas porque muitos europeus não são fluentes no idioma, o que pode afetar seu desempenho profissional e eventualmente colocar a vida de pacientes em risco.

Ainda segundo dados do GMC, 63% dos médicos que tiveram seus registros cassados ou suspensos na Grã-Bretanha nos últimos cinco anos foram treinados no exterior.

A entidade concluiu que esses profissionais teriam falhado ao demonstrar suas habilidades para praticar medicina e tinham conhecimento insuficiente sobre as leis e códigos que regem o sistema de saúde do país.

Desde então, O GMC vem defendendo que o governo implemente mudanças para que esses profissionais sejam acompanhados mais de perto no início de suas carreiras na Grã-Bretanha e que os europeus também passem por testes de inglês para avaliar sua capacidade de comunicação.

Para o diretor da associação Patient Concern, Roger Goss, que representa os pacientes atendidos na Grã-Bretanha, a preocupação com o bom nível de português dos médicos deve ser prioridade para o Brasil.

“É essencial que médicos e pacientes se entendam para não haver confusões sobre diagnósticos e tratamentos” , disse Goss à BBC Brasil.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/05/130517_oms_brasilmedicos_fl.shtml

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Apoiar o aborto eugênico nos devolve à época nazista

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Uma sociedade verdadeiramente humana sempre cuida dos seus filhos doentes

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O conhecido blogueiro espanhol Arcadi Espada publicou um texto criticando a deputada Beatriz Escudero por defender o direito de nascer dos bebês com deficiência. Segundo o jornalista, quem defende este direito deveria ser acusado de crime contra a humanidade.

A Confederação Espanhola de Pessoas com Deficiência Física e Orgânica (COCEMFE) condenou o artigo do jornalista. Segundo a organização, o autor “expõe uma sucessão intolerável de faltas de respeito com relação às pessoas com deficiência para justificar seu apoio ao aborto eugênico”.

O COCEMFE exigiu uma retificação imediata e acrescentou: “Consideramos totalmente intolerável que, em pleno século 21, um jornal como El Mundo aceite artigos que corresponderiam à época nazista”.

Segundo o Dr. José María Simón Castellví, presidente da Federação Internacional de Médicos Cristãos, a opção mais humana, mais justa e mais biologicamente rentável diante de uma gravidez, venha como vier a criança, é apoiá-la. Porque uma sociedade verdadeiramente humana cuida dos seus filhos doentes.

O médico recorda que um dos grandes princípios do bom senso diante das doenças ou transtornos que beiram à morte é este: morrer não é a mesma coisa que ser morto. Daí radica a diferença entre cuidar humanamente e optar pela eutanásia.

Em alguns casos, não se pode impedir que uma má-formação congênita termine em uma morte pouco depois do nascimento. Porém, o mais humano é cuidar do filho, da mãe, da família, dos amigos, até quando for possível.

Às vezes, só é possível consolar. E agradecer sempre. No agora ou no futuro. E isso acontece no mundo inteiro: em sociedades desenvolvidas, no terceiro mundo, nos países pobres e em ambientes de drogas e prostituição.

A boa medicina, como é seu dever, procura prevenir os defeitos ou doenças das pessoas. É seu dever. Como também é – da medicina e da autoridade pública – proteger o fraco do forte, evitar o abuso do homem contra a mulher, do adulto contra a criança, do jovem contra o idoso, do humano macroscópico frente ao humano microscópico. Afinal de contas, o Direito existe para proteger o fraco.

O Dr. Castellví recorda que nós não temos direito à vida. Ela é um presente, mais ou menos bem embrulhado, mas sempre um presente. Não temos direito à vida nem a viver.

E nenhum ser humano tem o direito de tirar a vida de outro ser humano, seja este como for.

O médico espanhol conclui: “Você já viu o sorriso de uma criança com uma grave má-formação? Não perca isso. Será belo e reconfortante para você e para ela, no hoje ou no amanhã. Você sentirá o cheiro da sua perfeita humanidade, experimentará emoções novas e entenderá o que é ser humano”.

 

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Contratação dos médicos cubanos: o que há por trás disso?

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por Graça Salgueiro
http://notalatina.blogspot.com.br/2013/05/contratacao-dos-medicos-cubanos-o-que.html

A propósito do burburinho que se formou a respeito da contratação de 6.000 médicos cubanos pelo Governo brasileiro, quero tecer alguns comentários e informar algumas coisas que me foram reveladas por um médico cubano, amigo meu de longa data. Por questão de segurança, pois ele ainda tem familiares vivendo na ilha-cárcere como “refém”, passo a chamá-lo de “Ernesto”.

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Ernesto formou-se em 1984 numa faculdade de medicina de Havana. Naquela época ainda não existia a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), que só foi fundada em 1999 e hoje produz médicos em série, como numa fábrica. Conta-me ele que em seu tempo o curso era em 6 anos, como aqui, mas que todos os formandos se graduavam como “médico da família” e quem quisesse se especializar em outro ramo da medicina teria que cursar mais 3 anos na especialidade escolhida. Desses 6 anos, desde o primeiro até o terceiro ano constava no currículo o estudo do marxismo-leninismo, como materialismo dialético, materialismo histórico e ainda história do movimento operário cubano e da “revolução de Fidel”. Essa escola, entretanto, e apesar do ódio visceral aos norte-americanos, seguia o currículo e a bibliografia da Escola Norte-Americana de Medicina, pois Fidel seguia as política e ideologia da extinta URSS mas sabia que a medicina mais avançada era a ianque.

Quando já havia cumprido sua especialização em gastroenterologia (3 anos), Ernesto decide sair de Cuba a qualquer preço, quando uma amiga lhe fala que estavam enviando médicos para outros países. Não era condição sine qua non, mas davam preferência àqueles que fossem filiados ao Partido Comunista. Ele recebeu uma proposta de filiação e, por incentivo da família, como uma maneira de escapar da ilha, filia-se e é enviado para trabalhar em Pernambuco (PE) em 1997, num convênio firmado entre o Ministério da Saúde do governo de FHC e Cuba, o “programa médico de saúde da família”. A seleção foi feita em Miramar, num organismo estatal chamado “Colaboração Internacional” que tem vários departamentos: Departamento África, Departamento Caribe, Departamento América Latina, etc., e durante a entrevista foi-lhe dito que teria que, “nas horas vagas”, trabalhar como “comissário político”, ao qual ele recusou-se.

Durante sua permanência em PE, ele foi alocado na prefeitura de uma cidade do interior, recebendo uma casa para morar com mais outras pessoas e uma empregada, alimentação e o salário de R$ 700,00. O governo federal pagava à Embaixada de Cuba por cada médico a importância de R$ 3.000,00, que repassava à prefeitura a parte correspondente a cada médico, ficando com um lucro de mais de 100%.

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Com a criação do programa “Barrio Adentro”, criado por Chávez e Fidel Castro em 2002, conta-me Ernesto que o curso de medicina da ELAN sofreu um processo de “aceleração” e agora forma-se um médico em “Medicina familiar-comunitária” em 5 anos, quer dizer, em apenas dois anos, uma vez que os outros 3 são de doutrinação ideológica porque  o objetivo  não é  formar médicos e sim “comissários políticos”. E as provas disto abundam, conforme pode-se ver nos vídeos que seguem.

Neste primeiro vídeo, vários estudantes brasileiros da ELAN dão seus depoimentos sobre sua experiência de estudar em Cuba. Desde 1999 o PT e Cuba, seu sócio no Foro de São Paulo (FSP), firmaram o primeiro convênio para  enviar estudantes brasileiros para estudar na recém-inaugurada ELAM – talvez até tenha sido uma concepção do próprio FSP – como bolsistas, cujo edital de seleção todo ano é publicado pelo site do PT, conforme pode-se ler aqui. Para concorrer a uma dessas bolsas é condição indispensável ser filiado ao PT ou ao MST, conforme comprovam o edital e o vídeo.
http://www.ptsul.com.br/?doc&mostra&14665

Nestes depoimentos, todos os estudantes afirmam ser militantes do braço armado do PT, o MST, e a última a dar seu depoimento confirma o que me informou Ernesto mais acima. Diz a estudante esta pérola: “Espero voltar para meu país e implantar esta semente revolucionária que estou vivenciando aqui e que está me nutrindo”. Esse vídeo não quer carregar, então, assistam-no aqui.
https://www.youtube.com/watch?v=KslPYEoUg-A

No vídeo seguinte temos uma explicação sucinta do ex-espião cubano Uberto Mario, sobre como começou o programa “Barrio Adentro”. Sobre este senhor, o Notalatina fez uma edição em 26 de novembro de 2007 mas que não chamou a atenção de ninguém, apesar da extrema gravidade, pois os brasileiros não estavam interessados em saber o que se passava na Venezuela que eu vinha denunciando há anos. Agora, com a vinda desses 6.000 agentes castristas ao Brasil, é possível que desperte a curiosidade negligenciada antes… Vejam as denúncias que Uberto faz:
http://www.youtube.com/watch?v=Wip6D6eeCGQ&feature=player_embedded

Nesse próximo vídeo um médico venezuelano que “desertou” e hoje vive nos Estados Unidos, conta como era sua vida na Venezuela. Saliento que a maioria dos médicos (ou profissionais de outras categorias) cubanos se submetem a sair do país deixando alguém da família como “refém” (também foi assim com Ernesto), na esperança de fugir do “paraíso” e pedir asilo em outro país. O Dr José Luis de la Cruz, entrevistado nesse vídeo, conta – e confirma o que disse Ernesto – que ao chegar na Venezuela recebeu um lugar para morar, alimentação e um salário que era, no seu caso, U$ 160 dólares, enquanto Chávez pagava a Fidel U$ 800 a U$ 1.200 dólares por pessoa. Da idéia de liberdade, o Dr José Luis só soube quando deixou a Venezuela, pois segundo o “regulamento”, eles têm que voltar para seus alojamentos às 5 h. da tarde e de lá não podem mais sair. Mas assistam ao vídeo e conheçam as barbaridades que sofrem esses cubanos no vídeo abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=VmYwsTTwtA4&feature=player_embedded

E, finalmente, convido-os a assistir esse vídeo do ex-espião Uberto Mario que publiquei em 2007, sobretudo a partir do minuto 8:55, onde ele fala sobre como os médicos cubanos são controlados e espionados até em seus telefonemas pela Embaixada de Cuba que retransmite TUDO para o controle dos ditadores Castro.

Ernesto me contou ainda que o “encurtamento” do curso da ELAM, além do objetivo de doutrinação ideológica, impede a validação dos diplomas nos países de destino, de modo a que “seus agentes” não desertem como fizeram tantos já desde a Venezuela. Ele me confirmou também que os médicos que foram para a Venezuela têm seus passaportes retidos pela Embaixada e, do mesmo modo que conta Uberto Mario nesse vídeo, recebem cedulação venezuelana para poder votar, um documento que não tem qualquer valor legal fora da Venezuela.

Depois de juntar e analisar todos esses dados, me parece que algumas coisas ficam claras. A vinda desses médicos cubanos ao Brasil serve a alguns fins: fazer doutrinação marxista e enaltecer a revolução cubana e, de passagem, enaltecer o governo brasileiro angariando votos para as eleições de 2014. Como a “eleição” de Maduro está ameaçada, pois a oposição desta vez não aceitou calada a monumental fraude, os Castro querem se assegurar de que se perderem essa “boca” terão outra na reserva, afinal, esses 6.000 médicos cubanos vão custar aos cofres públicos, isto é, o nosso bolso, a bagatela de U$ 792 milhões. Se considerarmos o dólar a R$ 2,00, o custo aproximado será de UM BILHÃO, QUINHENTOS E OITENTA E QUATRO MILHÕS DE REAIS, que poderiam construir ambulatórios e hospitais nos locais menos assistidos, pois os médicos brasileiros não querem ir para os rincões mais distantes por FALTA DE CONDIÇÕES DE TRABALHO!

E para terminar, os questionamentos que me inquietam são: “quem” vai espionar esses médicos no Brasil? Já temos espiões instalados aqui de maneira encoberta e a sociedade que vai pagar esta farra não sabe? Onde vão ficar os “censores”, em um comando central na Embaixada em Brasília ou cada cidade vai ter seu corpo pessoal de espiões? Mais do que saber se esses médicos vêm tratar diarréia, catapora ou pressão alta, é preciso saber dessas questões político-ideológicas e de espionagem, pois se não cuidarmos, não tarda em acontecer o mesmo que na Venezuela que já é uma colônia de Cuba. Se você ama o Brasil, pense nisso. Quero agradecer a Christoffer Alex Souza Pinto pela inestimável ajuda que me prestou. Fiquem com Deus e até a próxima!
http://www.youtube.com/watch?v=grEs8i6gii4&feature=player_embedded

Polícia cria cadastro de pedófilos

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Médico usava tesouras para matar bebês nos EUA, cortanto a espinha dorsal

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O médico norte-americano Kermit Gosnell foi declarado culpado nesta segunda-feira por matar três bebês. As vítimas eram sobreviventes de abortos mal sucedidos ocorridos em sua clínica, no estado da Filadélfia. Ex-funcionários de Gosnell testemunharam contra ele e contaram sobre o método usado para matar suas vítimas. O abortista cortava com uma tesoura a espinha dorsal dos recém-nascidos. A pena ainda não foi anunciada.

Há 260 acusações contra o médico e as testemunhas falaram em centenas de homicídios. A notícia de hoje confirma que a justiça reconhece a existência de provas para, pelo menos, três dessas execuções.

Tabagismo causa mais câncer em mulheres

“A pesquisa mostrou que as mulheres que fumam têm 19% mais risco de desenvolver esse tipo de câncer do que as não fumantes, enquanto entre o público masculino, o cigarro aumenta esse risco em apenas 9%. O estudo confirmou, ainda, que o risco de desenvolver a doença revelou-se especialmente alto entre mulheres que começaram a fumar aos 16 anos (ou mais jovens) e aquelas que fumaram durante décadas. Durante o período analisado, cerca de 4 mil pacientes tiveram câncer no intestino.”

 

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Cientistas noruegueses afirmam, em pesquisa divulgada na publicação especializada Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention, que mulheres que fumam têm mais risco de desenvolver câncer de intestino do que os homens fumantes. Os estudiosos da Universidade de Tromso analisaram os registros médicos de 600 mil pacientes, e a conclusão é que a aparição da doença chega ao dobro entre mulheres que têm esse hábito.

 

A pesquisa mostrou que as mulheres que fumam têm 19% mais risco de desenvolver esse tipo de câncer do que as não fumantes, enquanto entre o público masculino, o cigarro aumenta esse risco em apenas 9%. O estudo confirmou, ainda, que o risco de desenvolver a doença revelou-se especialmente alto entre mulheres que começaram a fumar aos 16 anos (ou mais jovens) e aquelas que fumaram durante décadas. Durante o período analisado, cerca de 4 mil pacientes tiveram câncer no intestino.

 

Os noruegueses acreditam que este é o primeiro estudo a mostrar a vulnerabilidade das mulheres diante dos efeitos tóxicos do cigarro, já que até mesmo as que fumam menos que homens ainda apresentam risco mais alto de desenvolver câncer no intestino grosso, mas ressalvam que a pesquisa não levou em conta outros fatores que podem afetar a incidência, como o consumo de bebidas alcoólicas e suas dietas diárias.

 

Além do câncer, especialistas também já haviam apresentado conclusões de que as mulheres que fumam têm mais chance de sofrer um ataque cardíaco, e a explicação de estudiosos de uma equipe da Universidade do Oeste da Austrália é de que adolescentes expostas ao fumo passivo apresentariam baixos níveis do colesterol “bom” (HDL), que ajuda a reduzir o risco de doenças cardíacas

 

Fonte: http://www.emsgenericos.com.br/post.asp?id=100&ide=1

“Há uma nefasta glorificação do suicídio”

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(…) o evento que figura entre os líderes de causas de morte em vários países do mundo. No Brasil, é o quarto motivo mais incidente entre os óbitos por causas externas, atrás de homicídios, acidentes de transporte e causas não identificadas.(…)

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José Manoel Bertolote, consultor da Organização Mundial da Saúde, lança livro sobre a prevenção do suicídio e defende que se fale mais do tema

Fernanda Aranda, iG Saúde

 

Enquanto a imprensa não fala do tema, as políticas preventivas titubeiam e os médicos varrem o assunto para baixo do tapete, 1.339 pessoas do Brasil foram internadas nos dois primeiros meses do ano após tentarem o suicídio.

Os dados do banco virtual abastecido pelo Ministério da Saúde – levantados pelo iG Saúde– apontam 22 casos por dia só nos dois primeiros meses de 2013.

Em meio ao sigilo imposto para tratar do suicídio, o psiquiatra professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e consultor da Organização Mundial de Saúde (OMS) , José Manoel Bertolote, quer falar aos quatro cantos do planeta.

Ele acaba de lançar um livro (O Suicídio e sua Prevenção) com as estratégias para prevenir o evento que figura entre os líderes de causas de morte em vários países do mundo. No Brasil, é o quarto motivo mais incidente entre os óbitos por causas externas, atrás de homicídios, acidentes de transporte e causas não identificadas.

Bertolote afirma que o silêncio e o tabu que marcam o assunto não impediram o surgimento de um “nefasto glamour em torno do suicídio”.

“São inúmeros sites na internet que ensinam, de forma muito didática, as pessoas a cometerem suicídio. Estes endereços eletrônicos disseminam comportamentos perigosos e precisam ser combatidos. Há uma glorificação atual da morte provocada. São músicas, clipes, filmes que apresentam o suicídio de uma forma artística, como uma moda a ser seguida”, afirma.

Para reverter o quadro, o especialista neste assunto proibido defende articulação e um debate com os líderes religiosos e com a Justiça – que ainda considera os suicidas criminosos.

Bertolate diz ainda que são necessárias mudanças na rede de saúde, com um trabalho forte para identificar os mais vulneráveis às lesões autoprovocadas.

Segundo ele, as pesquisas científicas atestam que, na maioria das vezes, há arrependimento em quem provoca a morte intencionalmente e nem sempre há chance de reverter o dano provocado.

“É penoso assistir a estes casos”. Leia a seguir a entrevista.

iG: A sociedade e a imprensa lidam com reservas com o assunto suicídio. Para a medicina o tema também é tabu?

Bertolote: Os médicos não são treinados para enfrentar a morte em geral, não só na questão do suicídio. Existe um mito de que a medicina é uma luta contra a morte. Os médicos têm uma tradição de sempre agir como se a morte fosse evitável, o que é um erro. Ninguém escapa da morte. Diante de um óbito, os profissionais reagem mal. Os estudantes não são preparados para falar sobre a morte com os seus pacientes, como se o perigo de morrer não existisse.

Talvez, isso seja fruto de um distanciamento necessário para a classe dar conta de enfrentar as situações nas emergências, nas unidades de terapia intensiva. Mas o fato é que essa distância acaba exagerada e o assunto é varrido para baixo do tapete. A questão do suicídio está inserida nesse panorama. O médico não detecta os sinais prévios do suicídio e se surpreende quando ele acontece.

Qualquer morte é uma tragédia familiar, mas quando ela é resultante das causas naturais e de doenças crônicas, com evolução lenta, há uma preparação familiar para o acontecimento. O suicídio, invariavelmente, é um acidente inesperado. Pega de surpresa e desperta dois sentimentos nos que ficam: perplexidade que desemboca em culpa. É comum os familiares se perguntarem: ‘onde eu falhei?’, ‘o que foi que eu não vi?’. Mas também é despertada uma raiva: ‘por que ele fez isso comigo’. São duas sensações, de fracasso e de raiva, que atrapalham muito a recuperação desta família.

 

Enciclopédia da Saúde : Saiba mais sobre a depressão

 

 

iG: O senhor é um grande defensor da prevenção do suicídio, tema do seu último livro. Existe uma estratégia universal de prevenção?

Bertolote: Não é possível prever todos os casos. O suicídio continua sendo um evento raro, ainda que subestimado. Isso significa que o custo para aplicar uma estratégia de prevenção universal, fazendo uma avaliação de toda a população, seria muito alto diante das estatísticas de morte não tão numerosas.

Mas o fato é que algumas pessoas são mais vulneráveis ao suicídio do que outras. E para estas vulneráveis é imprescindível que sejam dirigidas ações preventivas, o que não é feito. Já está embasado que doenças como depressão, alcoolismo e esquizofrenia aumentam a vulnerabilidade ao suicídio. Existem condições que não são doenças – no sentido do termo – mas transtornos de comportamento que também ampliam o risco. Além delas, sabemos que doenças físicas, crônicas, incuráveis e de natureza dolorosa também estão mais associadas ao fenômeno.

O exemplo da aids é contundente, com estudos muito bem-feitos. Na época em que não existiam tratamentos para o HIV, as taxas de suicídios entre os soropositivos eram muito mais altam e foram diminuindo com o surgimento de terapias efetivas contra o vírus. Hoje, sabemos que ainda é necessário um trabalho preventivo com os pacientes de aids e também com os portadores de doenças neurológicas degenerativas, certas formas de câncer e até cefaleias (dores de cabeça muito fortes) crônicas.

Outro ponto de atenção é para as demências senis, quando estão no início do quadro. Os idosos que preservam certa lucidez no começo dos sintomas também estão mais vulneráveis por não saberem lidar com as limitações impostas pela doença.

iG: Esta associação com doenças crônicas pode ser uma das explicações para os casos de suicídio estarem mais concentrados na população maior de 60 anos?

Bertolote: Sim. O suicídio é um fenômeno masculino, característico de idosos e não de jovens, apesar de também acontecer entre os mais novos. No final da vida, são acumuladas mais doenças e limitações. Elas ficam penosas com o passar dos anos e estão associadas com este fenômeno.

iG: É possível classificar o suicídio como uma doença ou um sintoma?

Bertolote: Suicídio é uma causa de morte. Existem as causas naturais, as causas acidentais, os homicídios e os suicídios. Não é uma doença. Mas é certo que é uma causa de morte frequentemente associada a certas doenças. É bom lembrar que nem todos os depressivos são suicidas, por exemplo.

iG: Um dos temores ao falar sobre suicídio é que o fato pode desencadear comportamentos semelhantes em cadeia. Sua experiência mostra que isso realmente ocorre?

Bertolote: Existe o fenômeno social da imitação e também o fenômeno do contágio. Há um emprego cada vez mais frequente de tentativas de suicídio que são mais letais, que não existiam antes. Até anos atrás não havia a facilidade existente hoje para conseguir uma arma de fogo. Com isso, aumentaram as tentativas de suicídio usando este método que acabam resultando em mortes que antes não seriam exitosas para o óbito, já que as tentativas eram menos letais.

Outra mudança que eu considero nefasta é que hoje também existe uma glorificação do suicídio. São inúmeros sites na internet que ensinam, de forma muito didática, as pessoas cometerem suicídio. Estes endereços eletrônicos disseminam comportamentos perigosos e precisam ser combatidos. Há uma glorificação atual da morte. São músicas, clipes, filmes que apresentam o suicídio de uma forma artística, glorificada.

Assim como num passado recente existiu o culto às doenças mentais, disseminados por filmes do Woody Allen, por exemplo. Virou ‘cult’ ter uma doença psíquica. Hoje, usando mecanismos muito parecidos, vejo que há uma cultura que ostenta a morte provocada como algo ‘in’, que está na moda. É algo nefasto porque as pessoas acabam embarcando nisso.

iG: O senhor considera que está glorificação é resultante de quais fatores?

Bertolote: Talvez seja um reflexo do desencanto com o contemporâneo. Digo isso sem embasamento científico nenhum ou estudo aprofundado, mas a minha avaliação é que a glorificação do suicídio é influenciada por essas transformações rápidas do mundo atual, sejam das formas de comunicação ou de tecnologia. As pessoas não se adaptam, não acompanham. A mensagem que fica é que a vida perde a graça muito fácil e neste contexto é perigoso que as músicas, os videoclipes e a arte apresentem o suicídio de maneira tão glamourizada.

Mas também existe um grupo que não sabe lidar com o sofrimento e que encara o suicídio como uma possibilidade de solução. Para estas pessoas, a morte provocada pode ser influenciada por um modelo de transmissão. Por exemplo: caso alguém de destaque, que sirva como uma referência, como um pai, um avô, um ídolo, cometa suicídio, a mensagem para esta parcela é de que este pode ser um caminho a ser seguido. Por isso, precisamos falar, sem tabus, mas de forma coerente e contundente sobre o assunto.

iG: Este modelo de transmissão é o que pode explicar vários casos de suicídio em uma família? Não existiria uma explicação genética para um núcleo familiar em que o pai comete o suicídio e anos depois o filho também, por exemplo?

Bertolote: Sim, existe esta influência da transmissão do suicídio como alternativa que pode explicar os casos em família. Outro ponto é que apesar de não herdarmos o ‘gene’ do suicídio, se herdam vários genes, que estão associados a outras doenças, que deixam a pessoa mais vulnerável e predisposta a esta causa de morte.

iG: O senhor afirma com convicção científica que parte considerável dos suicidas não quer morrer. Isso reforça a importância da prevenção?

Bertolote: O suicídio é uma situação de ambivalência. Não está em questão apenas se a pessoa quer viver ou morrer. Ela quer escapar de uma situação desagradável, angustiante, de sofrimento absoluto. E quase sempre, quando opta pelo suicídio, percebe que não é uma boa escolha.

O arrependimento está muito catalogado em todas as pesquisas que se propuseram a estudar o tema. São trabalhos de extrema qualidade, feitos no Japão, em vários países da Europa, no Islã, que entrevistaram pessoas que tentaram o suicídio, foram hospitalizadas após a tentativa, muitas em estado grave e irreversível para a sobrevivência. É penoso demais atestar que a maioria estava arrependida, desesperada ao constatar que a morte era irreversível. Enfim, todos os estudos concluem que o arrependimento é muito presente e sim reforça a necessidade de prevenção.

iG: Desde que o senhor passou a pesquisar o suicídio, quais mudanças pontuaria na forma de encarar este fenômeno?

Bertolote : A transformação mais importante, ainda em curso, é a maneira como os religiosos passaram a encarar o suicídio. Muitas religiões, independentemente do ponto de vista médico ou jurídico, consideram o suicídio um pecado imperdoável. Este é um ponto em comum do catolicismo, do judaísmo (que prevê até cemitérios diferentes para quem se mata) e do islamismo, que coloca o ato como o pior dos pecados. Enquanto estive na Organização Mundial de Saúde (OMS) insistia com frequência em trabalhar com as lideranças religiosas para que eles entendessem este fenômeno como um processo patológico em vez de punir as famílias e resignar aqueles que tentaram o suicídio como um pecador imperdoável.

Busquei informações sobre esta condenação religiosa do suicídio e constatei que há teólogos que elaboram o suicídio como pecado, mas essa determinação ficava mais a critério de cada um. Por isso, fiz inúmeras reuniões com bispos, líderes protestantes e islâmicos, do judaísmo e com muita satisfação percebia que eles ficavam menos resistentes ao tema e já vejo uma mudança de postura, de acolhimento e não de rejeição. Este comportamento por parte das religiões implica também em mudar as leis. Em muitos países, inclusive no Brasil, suicídio ainda é considerado crime. Porém, há pelo menos 30 anos, não tenho conhecimento de nenhum processo jurídico aberto para julgar um caso desses. Felizmente.

iG: Além da mudança comportamental, o senhor acredita que a estrutura de saúde também precisa ser transformada para prevenir o suicídio?

Bertolote: Sem dúvida. Os médicos precisam ser treinados para identificar os sinais prévios ao suicídio e também ficar atentos aos casos mais vulneráveis. Aqui em Botucatu (interior de SP), onde atuo por meio da Faculdade de Medicina, tomamos uma decisão: se uma pessoa comparece com sinais de depressão a qualquer unidade de saúde, seja um posto, um hospital ou um serviço de saúde da família, a orientação é para que ela seja acompanhada até um serviço especializado e não encaminhada para que faça isso com as próprias pernas. Acompanhar é diferente de encaminhar, sugerir. Se ela for apenas encaminhada, pode ser que não chegue.

Fonte: http://saude.ig.com.br/minhasaude/2013-05-06/ha-uma-nefasta-glorificacao-do-suicidio.html

A Medicina cubana em fuga. Agora o Governo Federal vai trazer para o Brasil?

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Quais brasileiros estudam Medicina em Cuba? E por que o Governo Federal quer importar em massa médicos cubanos para o Brasil?

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Quem escolhe os estudantes que vão para as Faculdades de Medicina em Cuba é o MST e não existe Vestibular: o critério de escolha é a radicalidade de extrema esquerda e o comprometimento de trabalhar para destruir uma democracia frágil, como a nossa. O objetivo disto, como afirma uma aluna destes cursos neste vídeo, é a “ação revolucionária”.

Em outras palavras: eles são orientados a voltar para o Brasil para agirem como “tchês guevaras” e não como médicos, pois é um movimento oportunista [MST] e um governo estrangeiro [CUBA] que vão lhes orientar a ação dentro do Brasil em uma área vital abandonada pelo Estado, como é a saúde pública, violando a soberania da nação brasileira.

Não são médicos que voltam para o Brasil, não são médicos que vêm para o Brasil, mas sim golpistas preparados para ajudar a implantar aqui uma ditadura comunista.

Agora, o Governo Federal quer acelerar o processo de destruição do Pacto Social brasileiro constituído através de uma Constituição Federal eleita legitimamente pelo povo brasileiro, e decidiu importar os próprios “médicos” cubanos em massa, sem exigir-lhes validação do diploma.

Portanto, nós não estamos discutindo medicina como querem aparentar, mas principalmente uma escalada golpista no Brasil, com a instituição de de um Estado Totalitário. Com a destruição do Estado de Direito. Com a eliminação das liberdades individuais garantidas no nosso constitucionalismo e dura conquista dos países que buscam a também dificílima tarefa de conciliar crescimento com desenvolvimento social.

Celso Galli Coimbra – OAB-RS 11.352

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O mito da medicina cubana – Uma medicina para os interesses do Estado em vez dos pacientes

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Nota:  o Governo Federal quer importar médicos cubanos para trabalharem no Brasil, SEM validação do diploma.  Em Cuba, quando um estudante de medicina norte-americano vai lá estudar, ele tem um currículo modificado para melhor com o objetivo de que, quando ele voltar para os EUA, possa prestar provas com chances de ser aceito na medicina daquele país. Mas para os cubanos a medida do conhecimento médico mistificado se apoia na limitação: “ Se não sei, não peço. Se não sei, não exijo.”  Daí a mentira de “melhor medicina”, quando o que é muito menor é a exigência de qualificação. A propaganda comunista é alma da medicina cubana, nada mais.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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“(…) É incontestável que há uma brutal estratificação e controle da prática médica. Lá o médico faz apenas o que o Estado cubano lhe permite fazer. Isto significa adequar o seu conhecimento às possibilidades provedoras do Estado, que por sua vez são, a olhos vistos, limitadas e insuficientes, conforme nos foi apresentado pelas autoridades cubanas da saúde e como nos foi possível constatar. Tudo isto tem reflexos sobre o tipo de formação ali instituída. O médico cubano recém-formado é um médico contingenciado em seus conhecimentos. Vejam bem, estou usando a palavra contingenciado e não mal-formado, pois tenho a convicção de que este processo é intencional para adequar as demandas futuras dos recém-formados às possibilidades do Estado cubano de atendê-las.  Se não sei, não peço. Se não sei, não exijo. (…)”

 

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Por Edson de Oliveira Andrade* 27/03/2004

Durante cerca de 10 dias estive em missão oficial em Cuba, fazendo parte de uma comissão do governo brasileiro que foi àquele país para observar o ensino médico ali realizado, visando futura revalidação conjunta de diplomas universitários médicos.
*Pneumologista e presidente do Conselho Federal de Medicina

O mito faz parte da natureza humana. Com ele buscamos explicar o inexplicável e dar uma dimensão sobre-humana às nossas limitações. Mas os mitos não são, em sua totalidade, desprovidos de uma razão fática ou pelo menos racional. Os mitos são apenas uma ampliação dos nossos anseios individuais compartilhados num coletivo que se apropria do uno em prol do multi. Esta introdução , que expressa o meu entendimento deste fenômeno social, serve apenas para conduzir o leitor pelo raciocínio que segue neste texto.

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Durante cerca de 10 dias estive em missão oficial em Cuba, fazendo parte de uma comissão  do governo brasileiro que foi àquele país para observar o ensino médico ali realizado, visando futura revalidação conjunta de diplomas universitários médicos.
Naquele belo país, de povo gentil e hospitaleiro, podemos observar como os colegas cubanos formam os seus médicos e como exercem a profissão, bem como tivemos a oportunidade de ouvir o relato de suas conquistas na saúde pública e o decantado progresso científico ali alcançado.
Quando embarquei para Havana levava comigo uma pergunta remanescente a martelar minha cabeça: por que os médicos formados em Cuba são reprovados quando tentam revalidar os seus diplomas nas universidades brasileiras? Uma outra pergunta já me tinha feito: seria o processo brasileiro de revalidação exigente em excesso?
Ainda no Brasil, havia procurado ter conhecimento do teor das provas aqui realizadas. Na ocasião, pude observar que o conteúdo era semelhante ao adotado para o provão da residência médica. Nada absurdo ou exagerado. Por tanto, ir à Cuba me proporcionaria a oportunidade de tentar obter a resposta ao questionamento que me parecia confrontar com a mítica competência cubana em formar médicos.  O que lá encontrei, a par dos quase seiscentos estudantes brasileiros ali se preparando para serem médicos , foi gente séria ensinando jovens inteligentes a serem médicos para um sistema que os cubanos acreditam ser o melhor.

Presença brasileira 

Os estudantes brasileiros ali chegaram através de um sistema autofinanciado (aproximadamente U$ 8,000 anuais) – existente até o ano passado ou mediante um processo seletivo confuso e não democrático onde predominam as indicações políticas. Ressalte-se que todos esses estudantes são admitidos sem prestar exame vestibular. 

 
Lá, como no Brasil, se leva seis anos para formar um médico. As semelhanças quase que param por aí. Digo quase porque, nominalmente, as disciplinas dos dois cursos em muito se assemelham. Os seus conteúdos, entretanto, não apresentam a mesma similitude. Lá foi possível constatar que os estudantes estudam muito, mas, como em todos os lugares, basicamente o que lhes ensinam ou os orientam a aprender. É incontestável que há uma brutal estratificação e controle da prática médica. Lá o médico faz apenas o que o Estado cubano lhe permite fazer. Isto significa adequar o seu conhecimento às possibilidades provedoras do Estado, que por sua vez são, a olhos vistos, limitadas e insuficientes, conforme nos foi apresentado pelas autoridades cubanas da saúde e como nos foi possível constatar. Tudo isto tem reflexos sobre o tipo de formação ali instituída. O médico cubano recém-formado é um médico contingenciado em seus conhecimentos. Vejam bem, estou usando a palavra contingenciado e não mal-formado, pois tenho a convicção de que este processo é intencional para adequar as demandas futuras dos recém-formados às possibilidades do Estado cubano de atendê-las.  Se não sei, não peço. Se não sei, não exijo. 
Existe um fato, também inquestionável, que se traduz na obrigatoriedade de o médico cubano (e só ele) cursar, após formado, três anos de medicina geral e integrada. Esta suplementação de conhecimento é o reforço que eles mesmos reconhecem ser necessário para a formação do médico cubano (e só para ele). Mas o reconhecimento da insuficiência da formação médica cubana também é manifestado quando Cuba trata os estudantes norte-americanos que ali estão de modo diferenciado, oferecendo-lhes um currículo particular a fim de que possam obter a aprovação nos exames de revalidação a que são submetidos nos Estados Unidos da América do Norte. 

 
Por tudo que vi, ouvi e pude apreender nesta viagem à bela ilha de Cuba, creio que passo agora a ter, se não no todo, mas pelo menos em parte, a resposta à pergunta que me acompanhou quando de minha partida. Os médicos recém-formados em Cuba não conseguem aprovação nas provas de revalidação de diplomas no Brasil porque a sua formação é deliberadamente limitada, com ênfase nos cuidados básicos – importantíssimos , por certo, porém insuficientes para o exercício de uma medicina plena, como precisamos e exercemos no Brasil. Um mítico Estado provedor que controla tudo de forma onipotente e insuficiente precisa, compreensivelmente, do ponto de vista do exercício do poder, criar mecanismos de controle das demandas que não pode atender. A formação médica em Cuba, como parte importante daquela sociedade, não poderia ficar fora deste processo de controle de um Estado forte e centralizador. 
Ao voltar, vim absolutamente convicto de que o ensino médico em Cuba é sério, porém insuficiente; os seus professores são dedicados e os alunos com quem mantive contato, interessados e tidos por seus mestres como estudiosos. Assim, penso ser desnecessário qualquer tratamento diferenciado aos formandos daquele país, bastando que modifiquem os seus currículos, como fizeram para os americanos do Norte, que por certo obterão êxito quando das provas de revalidação dos diplomas no Brasil. Hoje, como está, não dá!
Para valorizar a medicina cubana não é preciso mitificá-la. O seu valor real reside no seu sucesso e nas suas deficiências. Submeter os médicos que ali se formam a uma avaliação justa e transparente será algo salutar e necessário para o Brasil e, principalmente, para o ensino médico em Cuba.

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Médicos com pouco tempo, receitam muito e informam pouco

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Os peritos do projeto “Saúde que Conta” concluem que, apesar dos esforços que têm vindo a ser desenvolvidos, continua a haver “uma tendência para a prescrição de medicamentos em detrimento de uma orientação para comportamentos saudáveis e de mudança de estilo de vida”.

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Um grupo de pesquisadores, coordenado pela Escola Nacional de Saúde Pública, concluiu que existe “uma tendência para a prescrição de medicamentos em detrimento de uma orientação para comportamentos saudáveis e de mudança de estilo de vida”.

Médicos com pouco tempo para cada consulta

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Os peritos do projeto “Saúde que Conta” concluem que, apesar dos esforços que têm vindo a ser desenvolvidos, continua a haver “uma tendência para a prescrição de medicamentos em detrimento de uma orientação para comportamentos saudáveis e de mudança de estilo de vida”.

Um padrão que os especialistas também identificaram no acompanhamento das doenças cardiometabólicas, como a doença cardíaca, dislipidemia, diabetes e hipertensão.

A esta tendência junta-se “o pouco tempo disponível para cada consulta, o que reduz o tempo para interação entre o médico e o doente e a possibilidade de partilha de opiniões”, lê-se nas conclusões.

“A informação clínica que o doente tem à disposição é, muitas vezes, insuficiente para que se torne ativo na tomada de decisões e interventivo durante a consulta”, prossegue o documento.

Para Ana Escoval, professora da ENSP e coordenadora do projeto “Saúde que Conta”, “a participação dos doentes no planeamento e execução dos cuidados que recebem tem vindo a ganhar relevância ao longo dos anos, pois os doentes devem ser considerados como parte integrante da sua equipa de saúde”.

Os peritos defendem, para ultrapassar as barreiras identificadas, uma aposta na informação dos utentes e dos profissionais de saúde e na melhoria das suas competências comunicacionais.

“É fundamental que o médico saiba desconstruir a complexidade de algumas mensagens e adaptar o seu discurso ao seu público, nem sempre com níveis de literacia suficientes para entender a terminologia clínica”, adianta.

A especialista em saúde pública sublinha que, “muitas vezes os utentes têm dificuldade em compreender as instruções da medicação e não o dizem, com receio de serem considerados analfabetos”.

“Tendo acesso a informação isenta, honesta e adequada, o cidadão fica capacitado para dialogar sobre a sua doença ou tratamento”, adiantou.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Saude/Interior.aspx?content_id=3205211&page=-1

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Previnindo Obesidade Infantil com Vitamina D

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Um nível maternal de Vitamina D menor que 50 nmol/L foi associado com aumento de gordura corporal em ciranças com 4 e 6 anos de idade. Crianças que participaram deste estudo tiveram uma redução de 8 porcento em gordura corporal se as suas mães tinham um nível de Vitamina D de 50 a 70 nmol/L. Os níveis de gordura da própria Mãe não causaram qualquer influência nos resultados des e estudo.

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Os autores deste estudo sugerem que a insuficiência de Vitamina D durante a gravidez pode “programar” a criança a ganhar excesso de gordura posteriormente na vida. Outros estudos também confirmaram uma associação entre a ingestão de Vitamina D e gordura corporal em adultos.

Este estudo vem agregar ao crescente corpo de evidências sobre a associação de melhores níveis de saúde em crianças nascidas de mães com um nível adequado de Vitamina D durante a gravidez. Um nível maior de Vitamina D durante a gravidez leva a menores problemas de respiração em bebês, e um nível maior de Vitamina D no sangue do cordão umbilical está relacionado a menos alergias e infecções respiratórias.

Mulheres grávidas devem checar seus níveis de Vitamina D constantemente durante a gravidez e tomar suplementos de Vitamina D para manter níveis sanguíneos entre 75 e 100 nmol/L.

A obesidade infantil está fora de controlo no Brasil e nos Estados Unidos. As estatísticas mostram que o número de crianças entre 6 e 11 anos que são obesas duplicou desde 1980.

A definição de obesidade simplesmente é ter demasiada gordura corporal. O ter excesso de peso significa que o seu peso está muito acima dos niveis considerados saudáveis. Ser obeso e ter excesso de peso, ambos, aumentam significativamente a probabilidade do individuo em desenvolver todas as doenças relacionadas e conhecidas.

 

Aqui estão alguns factos sobre a obesidade nos Estados Unidos e no Brasil é semelhante:

  • Mais de 60 milhões de pessoas são obesas. Desses 60 milhões de americanos, mais de 80 por cento deles sofrem também de excesso de peso.
  • Foi de 15%, per capita, a diminuição do número de adultos que frequentemente fazem exercício fisico (100 ou mais dias por ano a praticar uma actividade fisica especifica).
  • Relativamente a pessoas entre os 12 e 17 anos, tem havido um decréscimo de 41% . Mais de 25% de toda a população dos E.U.A. são marcadas como “completamente sedentários.”
  • Os casos de diabetes tipo 2 subiram 76% desde 1990. Mais de 85 por cento dos casos de diabetes tipo 2 casos são atribuídos à obesidade e / ou ao excesso de peso.
  • Mais de 83 por cento das doenças cardíacas são causadas por obesidade e / ou por excesso de peso.
  • Mais de 30% das crianças brancas nos E.U.A. são obesas e/ou sofrem de excesso de peso.
  • A percentagem de obesidade infantil entre os afro-americanos e hispânicos é avaliada em mais de 35%.
  • Mais de 25% das crianças com excesso de peso estão no processo de desenvolverem diabetes tipo 2.

Dentro desta percentagem mais de 60% destas crianças exibem sinais precoces de doenças cardiovasculares.

Já é tempo para os pais na América acordarem e começarem a proteger os seus filhos.

Os pais podem ensinar os filhos sobre toda e qualquer informação e comportamentos a seguir para ajudar a baixar as taxas de obesidade infantil e a prevenir as doenças inerentes a esse fenómeno:

  • As leis da nutrição;
  • Consumo excessivo;
  • Hábitos alimentares incorrectos;
  • As mentiras da fast food;
  • A grande importância do exercício diário;
  • A realidade da genética na obesidade (que é raramente uma causa);
  • A decisão de ter um estilo de vida saudável;
  • A necessidade de um permanente compromisso com a saúde individual;
  • A alegria de uma boa saúde e uma auto-estima positiva;
  • E muito mais.

As causas da obesidade infantil são exactamente as mesmas que as causas da obesidade adulta:

  • Escolhas alimentares pobres;
  • Má alimentação;
  • Uma vida sedentária.

Assuma o controlo da sua saúde para que os seus filhos, familiares e amigos o olhem como exemplo.

Empregue modificações saudáveis na sua maneira de viver e seja um lider. A saúde do seu filho é a sua principal responsabilidade até atingirem idade adulta.
Aproveite o tempo para ensiná-los a comer, o que devem comer e assegurar que permanecem fisicamente activos no seu dia dia.
Se não tomar estas atitudes irá estar a condenar os seus filhos a uma vida com graves problemas de saúde que são totalmente evitáveis.

Maioridade penal. Qual sua opinião?

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A idade para a maioridade penal varia mundo afora. Nas 10 maiores economias do Planeta, os EUA são os mais rigorosos: em alguns casos, crianças de 6 anos de idade podem ser punidas criminalmente. Já na Índia, a criança poderá responder por um crime a partir dos 7 anos de idade, na Inglaterra aos 10. China, Japão, Alemanha, Itália e Rússia têm maioridade aos 14 anos de idade; França aos 13 e o Brasil aos 18. Qual a sua opinião? No Senado, já existem cinco propostas para a redução da maioridade penal. Hoje são cerca de 20 mil jovens em unidades de internação e delegacias especializadas. Assista ao programa da TV Senado sobre este tema: http://on.fb.me/17OKvMn

 

Procon de São Paulo divulgou lista, dia 22/4/2013, com 71 novos nomes de sites não recomendados para compras na Internet

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A Fundação Procon de São Paulo divulgou lista, na segunda-feira (22/4), com 71 novos nomes de sites não recomendados para compras na Internet. Com isso, a listagem do órgão com endereços eletrônicos que devem ser evitados pelo consumidor já soma 275 desde 2011. O Procon/SP informa que recebeu reclamações de consumidores desses sites relacionadas a irregularidades na prática de comércio eletrônico, principalmente por falta de entrega do produto ao consumidor e por não darem resposta nem solução ao problema. Confira a lista emhttp://glo.bo/11vlBAM.

 

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