A pedofilia vista como opção sexual nos EUA, já oficializada. No Brasil, o PLC 122 do PT faz o mesmo

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“No Brasil, em meio ao debate do Projeto de lei PLC 122, proposto pelo PT, o senador Magno Malta, declarou: 

“Se aprovarmos um projeto desses, de você ser criminoso por não aceitar a opção sexual de alguém, é como se você estivesse legalizando a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade … O advogado do pedófilo vai dizer, senhor juiz a opção sexual do meu cliente é criança de nove anos de idade. O juiz vai decidir como, se está escrito que é crime?”

Enquanto isso, o Deputado de Programa do BBB, Jean Wyllys, heterofóbico declarado, diz: “precisamos abrir nossas mentes. O pedófilo pode ter papel fundamental no desenvolvimento sexual do menino, ensinando uma sexualidade sadia e livre de preconceitos.”

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Os governos petistas de Lula e Dilma, envidam esforços para legalizar no Brasil a extinção da família como ente social, a ponto de  proibir o uso das palavras pai, mãe, filhos e família em projetos de lei.   Junto com isto é evidente que a liberdade religiosa e a própria existência das religiões são colocadas como real objetivo desses governantes.

Continue se enganando e votando no PT para que seu filho seja vítima legal de pedófilos de todo mundo.

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Tudo pelo social?  Um país rico é um país sem miséria?  Não: Tudo contra as crianças eleitores do PT!

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Em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças. Desde 1886 ela era tratada como um caso de saúde pública.

A Associação Americana de Psiquiatria publicou, em 1952, em seu primeiro Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais, que a homossexualidade era uma desordem ou transtorno. Após anos de debate entre psiquiatras, em 1973 a Associação Americana de Psiquiatria retirou a opção sexual da lista de transtornos mentais. Pouco depois a Associação Americana de Psicologia adotou a mesma posição.

Esse foi o primeiro passo para que a Organização Mundial de Saúde acatasse essa decisão e mudasse sua situação na classificação internacional de doenças (CID). De lá para cá ativistas LGBT fizeram sucessivas investidas para que a questão gay fosse tratada apenas como “opção sexual”. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a opção sexual como doença em 1985.

Na maioria dos países do mundo, grupos de cristãos tradicionais (evangélicos e católicos) sempre se opuseram a essa abordagem, classificando apenas como uma questão de “escolha” ou simplesmente “pecado”.

Em outubro de 2013, está começando uma nova guerra dos cristãos contra a questão do que é aceitável e inaceitável do ponto de vista médico. A Associação Americana de Psiquiatria acaba de mudar a classificação de pedofilia. De um transtorno, passou a ser uma orientação ou preferência sexual. A mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª edição (DSM-V). Trata-se de um manual para diagnóstico de doenças mentais. Ele é usado para definir como é feito o diagnóstico de transtornos mentais.

A pedofilia é definida na nova edição como “uma orientação sexual ou preferência sexual desprovido de consumação, enquanto o ‘distúrbio pedófilo’ é definido como uma compulsão e usado para caracterizar os indivíduos que usam assim a sua sexualidade”. O referencial são crianças com menos de 13 anos de idade.

Grupos cristãos estão se manifestando nos EUA, temendo que ocorra o mesmo processo que aconteceu com a homossexualidade, onde o primeiro passou foi justamente a mudança de classificação da Associação Americana de Psiquiatria.

Por outro lado, associações defensoras da pedofilia, como a B4U-ACT, aprovaram a medida. Paul Christiano, porta-voz do grupo afirma que ficará mais fácil distinguir quem sente atração sexual e quem comete a violência (configurando crime).  Christiano, que é formado em psiquiatria, defende a “autonomia sexual” das crianças, e acredita que “mais educação sexual nas escolas iria ajudá-los a compreender melhor seus limites”.

Sandy Rios, da ONG evangélica Associação da Família Americana, disse em comunicado oficial: “Assim como a Associação Americana de Psiquiatria declarou a homossexualidade uma ‘orientação’ após uma tremenda pressão de ativistas homossexuais em meados dos anos 1970, agora, sob pressão dos ativistas pedófilos, declararam o desejo de fazer sexo com crianças também uma ‘orientação’. Não é difícil ver onde isso vai levar. Mais crianças se tornarão presas sexuais se não agirmos”.

No Brasil, em meio ao debate do Projeto de lei PLC 122, proposto pelo PT, o senador Magno Malta, declarou: “Se aprovarmos um projeto desses, de você ser criminoso por não aceitar a opção sexual de alguém, é como se você estivesse legalizando a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade… O advogado do pedófilo vai dizer, senhor juiz a opção sexual do meu cliente é criança de nove anos de idade. O juiz vai decidir como, se está escrito que é crime?”

Todos contra a Pedofilia

Esta semana, nos EUA, o Dr. Gregory Popcak , do Instituto de Soluções Pastorais, organização católica dedicada a tratar, do ponto de vista da fé, questões relacionadas ao casamento e a família, alerta: “se chamarmos de ‘orientação’ algo que pode ser utilizado por algum grupo de defesa, acabaremos ouvindo que a pedofilia é “apenas mais uma expressão normal do desejo sexual, o que seria extremamente problemático”.

No início deste ano, um Tribunal Federal da Holanda aprovou a existência da Associação Martijn, defensora do sexo consensual entre crianças e adultos. O veredito oficial reconhece que o trabalho da associação é “contrário à ordem pública, mas não há uma ameaça de desintegração da sociedade”. Com informações Charisma News e Women of Grace.

http://noticias.gospelprime.com.br/revoltados-pedofilia-opcao-sexual/

Linha entre a vida e a morte está menos clara – brain death

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Inovações tecnológicas e diferença de procedimentos põem em causa diagnóstico de morte

 

O diagnóstico de morte não apresentou dúvidas aos médicos durante vários anos. Mas o avanço tecnológico que diariamente invade o mundo está a alterar esta realidade e pode alterar o momento em que, afinal, morremos.

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Anestesistas de todo o mundo estão reunidos num congresso europeu e alguns já pediram um acordo internacional sobre o quando e como a morte é diagnosticada, informa a BBC.

Dois dos especialistas presentes no encontro defendem que devem ser criadas directrizes mais precisas e que a pesquisa sobre o tema deve ser aprofundada. Em causa, estão os raros, mas reais, casos de pessoas que são pronunciadas mortas, mas que na realidade estão mortas. A Organização Mundial de Saúde está também à procura de um consenso.

Na maior parte dos casos nos hospitais, as pessoas são pronunciadas mortas apenas depois dos médicos examinarem o coração e os pulmões e verificarem que não existe mais bater do coração, respiração ou reação ao mundo exterior.

No entanto, Alex Manara, médico anestesista no Frenchay Hospital em Bristol, alega que existem mais de 30 casos na literatura médica que descrevem casos em que as pessoas foram consideradas mortas, mas na realidade estavam vivas. Casos que levam os especialistas a questionarem a possibilidade dos diagnósticos poderem ser melhorados.

No encontro da Sociedade Europeia de Anestesistas, o clínico afirmou que alguns médicos não observam o corpo tempo suficiente para declarar a morte. Alex Manara pediu um convenção internacional que determine a observação do corpo durante cinco minutos para evitar que erros.

Muitas instituições nos EUA e na Austrália consideram que dois minutos é o mínimo de tempo para observação. Já no Reino Unido e Canadá a recomendação é já de cinco minutos. A Alemanha não aplica uma recomendação e a Itália defende que o tempo de avaliação deve ser de 20 minutos.

Na conferência, Ricardo Valero, professor de anestesia na Universidade de Barcelona, considerou o cenário de doentes que estão nos cuidados intensivos, cujos corações e pulmões funcionavam por estarem ligados às máquinas. Nestes cenários, os médicos usam o conceito de morte cerebral, mas os critérios utilizados variam de país para país.

No Canadá, por exemplo, apenas um médico é necessário para diagnosticar morte cerebral. No Reino Unido, são recomendados dois médicos e em Espanha são precisos três. O número de testes neurológicos e o tempo necessários para determinar a morte também varia.

«Estas variações na prática não são parecem lógicas», defendeu o clínico.

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/saude-tvi24-morte-ultimas-noticias-anestesistas-obito/1456455-4073.html

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Estudo revela intensa atividade cerebral depois de parada cardíaca

O óbvio que vem sendo demonstrado desde meados da década de 90: não estão mortos.  Entretanto, INTENCIONALMENTE, como mortos são tratados para suprir a mina de ouro da medicina transplantadora, que se sobrepões às necessidades de socorro e tratamento dos pacientes traumatizados encefálicos severos.

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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Descoberta desvenda mistério por trás de relatos de sobreviventes. Experiência de ‘quase morte’ é acompanhada por relatos de visões.

 

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Depois de analisar as atividades cerebrais de ratos nos segundos seguintes a uma parada cardíaca, cientistas da Universidade deMichigan surpreenderam-se ao constatar uma alta frequência de atividades neurofisiológicas. Nessa fase, a frequência cerebral excede inclusive aquela observada durante o estado de vigília consciente.

A descoberta, publicada esta semana na revista “Proceedings of the National Academyof Sciences” (PNAS), ajuda a elucidar o que de fato ocorre no cérebro durante as chamadas “experiências de quase morte”, frequentemente relatadas por pessoas que já passaram por paradas cardíacas. Até então, presumia-se que o cérebro permanecia praticamente inativo durante essa situação, caracterizada pela parada do coração e pela interrupção do fluxo sanguíneo para o cérebro.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que cerca de 20% dos sobreviventes de paradas cardíacas relatam terem experimentado visões e percepções internas durante o período de quase morte. “Essas experiências de quase morte, relatadas em todo o mundo e em várias culturas, são descritas como altamente lúcidas e vívidas, e são percebidas como ‘mais reais do que a realidade’”, afirma o estudo.

Para desvendar como o cérebro se comporta durante esses momentos cruciais, os pesquisadores monitoraram nove ratos que sofreram paradas cardíacas por meio de eletroencefalograma. Os resultados mostraram que a parada cardíaca estimula uma série de eventos cerebrais bem ordenados, detectados pelo exame, que duram pelo menos 30 segundos após a parada do coração. Foram observadas atividades cerebrais semelhantes em ratos que sofreram asfixia.

“Este estudo, feito em animais, é o primeiro a abordar o que acontece ao estado neurofisiológico do cérebro no processo de morte”, diz a principal autora do estudo, Jimo Borjigin. “Ele vai fornecer os fundamentos para futuros estudos com humanos que busquem investigar experiências mentais que ocorrem em morte cerebral, inclusive ver luz durante a parada cardíaca”, diz Jimo.

Ela observa que os resultados confirmaram a previsão de que sinais de atividades conscientes estariam presentes no cérebro durante a parada cardíaca, mas que a grande intensidade das atividades surpreendeu os pesquisadores..

O estudo afirma que a experiência de quase morte representa um paradoxo que desafia a compreensão sobre o cérebro e que já foi invocada, inclusive, como evidência de vida após a morte ou para comprovar uma base não corpórea da consciência humana, com base na crença não comprovada de que o cérebro não poderia ser a fonte de experiências vívidas e lúcidas durante a fase de morte clínica.

“Apresentando evidência de atividade cerebral altamente organizada e de características neurofisiológicas consistentes com o processo consciente na quase morte, nós agora fornecemos um quadro científico para começar a explicar as experiências mentais altamente lúcidas e ‘mais reais do que o real’ reportadas por sobreviventes”, conclui o estudo.

 

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/08/estudo-revela-intensa-atividade-cerebral-depois-de-parada-cardiaca.html

 

 

Horror: paciente acorda em NY hospital com médicos tentando colher seus órgãos para lucrar com transplantes

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TUDO QUE TEM VALOR, TEM COMPRADOR

Celso Galli Coimbra – OABRS 11352

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(NaturalNews) I’ve warned Natural News readers about this several times over the last decade: Do NOT become an organ donor! Although you may wish to help others out of the goodness of your (literal) heart, the sinister truth is that doctors routinely harvest organs from LIVING patients right here in the USA.

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And here’s yet more proof. This true story will astound you.

Waking up on the organ harvesting table…
A woman named Colleen Burns recently opened her eyes to find herself on an operating table in a hospital in Syracuse, NY. Looking around, she noticed that she was the subject of the operation. It turns out doctors were about to harvest her organs and send them to other waiting surgeons who would transplant them into other patients.

This isn’t fiction. It was covered by ABC News and several other news sources. It really happened.

And how did it happen? Doctors falsely pronounced her dead by fraudulently claiming she had suffered “cardiopulmonary arrest” and “irreversible brain damage.” This gave them the medical justification to start slicing away even while the woman’s heart was still beating.

This is a big “holy crap I didn’t know that” fact about organ donations: Doctors don’t wait until you’re really dead. At least not by any normal definition of “dead.”

See, you and I think “dead” means your heart isn’t beating, your brain isn’t functioning, and you’re lifeless. But hospitals — which happen to generate huge profits from the trade of transplant organs — have a strong financial incentive to declare you “medically dead” long before you’re actually lifeless.

They can, in fact, declare you “dead” even when your heart is still beating and you still have brain activity. And they often do. This is how a lot of the organ harvesting in America actually gets done: patients that are on the verge of death (but not yet actually dead) are simply “declared” dead, then their organs are quickly removed, killing them for good.

It’s a crime that takes place every day in America, where U.S. hospitals have been caught over and over again engaging in black market organ trafficking.

Read: U.S. Hospitals Secretly Promote Black Market Trading of Harvested Organs for Transplants

A multi-billion-dollar industry
Organ trafficking is a multi-billion-dollar industry. Wealthy people around the world are always in need of new kidneys, new livers, new hearts and other body parts.

And guess who makes the money on all these organ transplants? The doctors, hospitals and drug companies, of course. Organ transplants are a hugely profitable industry — largely because they get the organs for free. Patients who are killed by these doctors are never paid for their organs. The fact that they “donate” them actually means they are donating their immensely valuable organs to a for-profit system that’s going to earn potentially millions of dollars off the organs of a single donor.

So while the donor patient gets murdered for his or her organs, the doctors engaged in organ removal and organ transplants get wealthy. Transplant recipients and health insurance companies pay huge dollars for organ transplant surgeries, and the profits are ongoing because transplant recipients must also pay for a long course of organ transplant anti-rejection drugs, all priced at monopoly prices (of course).

Truth be told, the organ transplant industry is all about money — at any cost. It’s about killing patients who might otherwise survive in order to take their organs and make millions of dollars transplanting them into other patients… patients who typically only have a few months to live even after the transplant.

Read: Global organ harvesting a booming black market business; a kidney harvested every hour.

Transplanted organs are often damaged or infested with disease
Here’s another dirty little trick the organ transplant industry will never tell you: The organs that are transplanted into other patients are often fatally damaged and full of infectious diseases.

As yet more proof of this, take the case of Colleen Burns, mentioned above. She tried to commit suicide by taking a toxic combination of prescription medications. According to the doctors, this toxic cocktail of chemicals was fatal, and it killed her (they pronounced her dead).

Yet, simultaneously, they still insisted her organs were healthy enough to transplant into another patient! That’s why they almost began harvesting them.

In other words, even organs that doctors know are heavily damaged with toxic chemical cocktails will still be transplanted into other patients! (This is 100% true.)

But it’s even worse than that…

Transplant organs often riddled with disease: hepatitis, stealth viruses, mad cow disease and more
There are effectively zero quality standards in the organ transplant industry. If the organ still functions at any level, it’s “good enough” to be slapped into a transplant patient even though that organ might actually kill them.

One of the reasons organ transplant patients often die so quickly after receiving transplants is because the organs they often receive are ticking time bombs of disease.

Introducing a diseased heart or kidney into someone’s body, for example, can suddenly infest that person with hundreds or even thousands of viruses and blood-borne illnesses that quickly overcome their weakened immune systems. This is made even worse by the anti-rejection drugs which, by definition, cause extreme suppression of immune function.

So at the exact time that new diseases are being introduced into the transplant recipient’s body, their immune system is being undermined by anti-rejection drugs. Not surprisingly, this is a recipe for disaster, and that’s one reason why so many patients die so quickly after receiving “donor” organs.

Iraq war veteran killed by cancer-ridden transplant lungs
As an example of what I just described above, in 2009, an Iraq war veteran named Matthew Millington was given a lung transplant using lungs that were riddled with a fast-growing cancer.

Not surprisingly, he died less than 10 months later. Did all the organ transplant doctors and surgeons give him a refund for their botched procedure? Of course not! Organ transplants do not come with warranties, and you’re often given a diseased, damaged or heavily infested organ that’s going to kill you. (But you still gotta pay up!)

There are roughly 100,000 people waiting for organ transplants in the USA right now. But there are only a fraction of that number of organs available in any given year, so doctors are under intense pressure to 1) harvest organs from people who aren’t yet dead, and 2) use ANY organs they can find, even organs that are riddled with disease.

Again, these are the dirty little secrets of the organ transplant industry that you’ll never be told by any doctor. Expect to hear nothing but denials if you ask organ transplant doctors about any of this.

More healthy organ donors “need to suddenly die”
The other challenge the transplant industry faces is that healthy people who take care of their organs through nutrition and exercise simply don’t tend to die very often. The kind of people most likely to die (and therefore most like to donate organs) are alcoholics, drug addicts and people who are obese and diseased. Therefore, those are the kind of organs that end up being available for transplant: nasty “fatty” livers and cancerous lungs, for example.

Ideally, the organ transplant industry would like to see a lot of young, healthy people getting decapitated in military training exercises or automobile accidents. That would supply a fresh supply of healthy organs that might actually be worth transplanting. In China, of course, this is why Falun Gong members are routinely arrested and imprisoned: they eat super-healthy diets and so have high-grade organs that can be profitably harvested from political prisoners there.

The practice of arresting people, imprisoning them and sometimes even murdering them for their organs is a lot more widespread than you think. How do you suppose Steve Jobs got a new liver so quickly, even while thousands of other people were waiting for one? He bought it. Gee, do you really think Steve Jobs stood in line like everyone else and then magically a liver appeared for him much faster than for anyone else?

Presumed consent
There is a push under way around the world to harvest organs from everyone who doesn’t explicitly say no. These laws are called “presumed consent” laws, and they exist only to provide a fresh supply of human organs to generate billions of dollars in profits for the sick, criminal-minded organ transplant industry.

As a 2011 article in the British Medical Journal explains, these “presumed consent” laws mean doctors can start harvesting the organs of your wife, your children or other loved ones without even asking family members for permission!

As the BMJ article explains:

Presumed consent is alternatively known as an ‘opt-out’ system and means that unless the deceased has expressed a wish in life not to be an organ donor then consent will be assumed. This can be divided into what is known as a ‘hard opt-out’ where the family are not consulted.

There’s even a website about this — PresumedConsent.org — which uses a lot of flowery language and feel-good imagery to hide the fact that it’s pushing for doctors to pronounce more patients “dead” and take their organs so that the organ transplant industry can make a few billion more dollars each year.

What we’re talking about here is coercive organ harvesting in order to feed the organ trafficking and transplant industries.

Think about that the next time some clueless paper-pusher asks you at the DMV, “Do you want to be an organ donor?”

Just answer: “No thanks. I prefer that doctors actually try to keep me alive.”

Don’t give doctors any incentive to kill you. They already kill enough patients even when they aren’t trying.

Trust me on this: say NO to organ donation. If you really want to help people, teach them to protect the organs God already gave them through superfoods, nutrition, exercise and healthy living.

Read more:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3363073/
http://www.naturalnews.com/028497_organ_transplants_kidneys.html
http://www.naturalnews.com/028994_organ_transplants_black_market.html

Learn more: http://www.naturalnews.com/041152_transplant_patients_organ_harvesting_presumed_consent.html#ixzz2btHAEcRz

Tráfico de Órgãos – Terceiro crime organizado mais lucrativo do mundo

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Médicos são condenados por tráfico de órgãos em Kosovo

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Réus foram acusados de crime organizado e exercício ilegal de atividade. Urologista Lutfi Dervishi foi condenado a oito anos de prisão.29/04/2013 12h18 – Atualizado em 29/04/2013 12h34

Da France Presse

Um tribunal europeu condenou nesta segunda-feira  (29)  cinco médicos kosovares a penas de até oito anos de prisão por tráfico de órgãos em Kosovo , no veredito de um caso que remonta a 2008 e cujas ramificações se estendem a Europa, América do Norte e Oriente Médio.

A pena mais importante, de oito anos de prisão, foi pronunciada contra o urologista Lutfi Dervishi, enquanto seu filho, o médico Arban Dervishi, foi condenado a sete anos e três meses de prisão.

Três acusados, todos médicos, foram condenados a penas de até três anos. Outros dois acusados, entre eles o ex-funcionário do alto escalão do Ministério da Saúde Ilir Rrecaj, foram absolvidos no julgamento, iniciado em 2011.

Durante o processo, Rrecaj reconheceu que transplantes ilegais aconteciam na clínica, mas negou envolvimento.

Os réus foram acusados de crime organizado e exercício ilegal da atividade médica, segundo a ata de acusação redigida pelo procurador europeu Jonathan Ratel.

Segundo a mesma fonte, mais de 30 extrações de rins e transplantes foram realizados ilegalmente na clínica Medicus, fechada em 2008, quando estourou o escândalo.

Os doadores, recrutados na Europa ou Ásia Central, tinham a promessa de que receberiam, cada um, cerca de 15 mil euros, enquanto os que recebiam os órgãos estavam dispostos a pagar, cada um, até 100 mil euros pela intervenção cirúrgica.

A ata de acusação designa o cidadão israelense Moshe Harel como cérebro de uma rede de recrutamento de doadores e receptores de órgãos. O médico turco Yusuf Ercin Sonmez é suspeito de ter realizado os enxertos de órgãos na clínica Medicus.

Nenhum dos dois consta entre os acusados no processo, uma vez que não foram colocados à disposição do tribunal europeu.

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Relatório da UE: Cresce número de vítimas de tráfico de órgãos e tráfico humano na Europa

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Pessoas submetidas à prostituição, trabalho forçado, mendicância, retirada de órgãos: relatório constata que países da UE não estão conseguindo manter criminalidade organizada sob controle. O primeiro relatório sobre tráfico humano encomendado pela União Europeia apresentou “tendências alarmantes”, conforme revelou a comissária europeia para Assuntos Internos, Cecilia Malmström, à edição deste domingo do jornal Die Welt.

O estudo será apresentado oficialmente na segunda-feira em Bruxelas. Dele consta que o número oficial de vítimas dos traficantes cresceu 18% entre 2008 e 2010, passando de 6.309 para 9.528. Destas, 68% são mulheres, 17% homens, 12% meninas e 3% meninos.

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Mais de dois terços foram usados na prostituição, os demais explorados como mão-de-obra, forçados a mendigar e a cometer atos criminosos, ou mesmo tiveram seus órgãos retirados. A maior parte dos traficados (61%) veio de países da UE, sobretudo da Romênia e da Bulgária, seguidos pela África e América do Sul.

Mais próximo do que se pensa

Ao que tudo indica, os Estados-membros da UE não estão conseguindo manter sob controle o problema da criminalidade organizada, prossegue o relatório. Em contraposição ao crescente número de vítimas, cada vez menos traficantes são condenados. O volume de condenações caiu de 1.534 para 1.339 (-13%), no período examinado. Na Alemanha, a queda no total de condenações chegou a 15%, de 155 para 131.

A comissária Malmström declarou-se “muito decepcionada” pelo fato de “apenas poucos países haverem implementado a diretriz da UE contra o tráfico de pessoas”. Essa crítica também se dirige à Alemanha, que até agora não traduziu em leis nacionais as prescrições de Bruxelas.

O motivo é a falta de consenso entre os partidos da coalizão do governo (democrata-cristãos e liberais) quanto a uma legislação penal mais rigorosa. No total, apenas cinco dos 27 países-membros aplicaram integralmente a diretiva europeia.

“É difícil de imaginar que, em nossos livres e democráticos países da União Europeia, dezenas de milhares de pessoas tenham sua liberdade roubada, que sejam negociadas como mercadorias”, criticou Cecilia Malmström ao jornal alemão. “Mas essa é a triste verdade: o tráfico humano está por toda parte, à nossa volta, e mais perto do que pensamos.”

Deutsche Welle

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